É, gente… podemos dizer que a história desta quinta temporada de True Blood já está começando a se costurar. Os três primeiros episódios serviram não só pra nos lembrar em que pé ficou a zona do ano passado, mas também pra começar a nos apontar pra direção que veremos este ano. Acredito piamente que coisas épicas estão por vir, ó.
Tara continua desenfrada pela cidade. Depois de perceber seus sentidos aguçados pela transformação, teve a chance de destroçar sua primeira vítima, mas arregou por conta de um crucifixo pendurado no painel do carro. No fim das contas, acabou se abrigando no bar do Sam, detonando seu estoque de True Blood e indo dormir no freezer. Por não estar nada feliz com a atual situação, ela resolveu fazer cosplay de Premonição 3 pra tentar dar um fim nisso tudo.
Enquanto isso, Pam — a criadora da Tara — tá pouco se estrepando pros ataques de pelanca da mulata, visto que ainda está lidando com a preocupação extrema da falta do seu próprio maker, Eric. Nem um preenchimento de saco da Sookie, pedindo que ela convocasse sua cria, seguido de um disparo de energia fadística, foi suficiente pra que ela desse bola. Pelo menos pudemos ver mais um pedaço de seus flashbacks, onde aprendemos que ela conhece Bill há mais tempo do que imaginávamos.
Falando no Bill, ele e o próprio Eric ainda continuam sob a guarda da Autoridade. Eis que a brincadeira deixa de ser só sofrimento quando Salomé, aquela linda, resolve dar 1 catraco com ambos os rapazes, pra ver qualé a dos dois — logo depois de ambos terem ganhado uma espécie de tornozeleira penitenciária, mas em forma de colete AND com um dispositivo que não só faz uma biometria completa de seus corpos pálidos, como também pode matá-los a qualquer momento, via ativamento por um app.
Vale constar aqui que Salomé é a mesma referenciada na bíblia humana (denominada aqui como sendo uma “Revista Caras” de época — GENIAL), se dizendo difamada e tchananã. Ela também acabou papando o tal do Roman, mas isso é irrelevante por enquanto. A delicinha da Nora, coitada, foi torturada com prata e acabou falando algumas coisas que não devia. Resta saber se foi só por causa da dor ou por outro motivo…Fora dali, temos Jason encontrando com uma ex-professora no mercado da cidade e fazendo aquilo que faz melhor: deflorar criaturas do sexo oposto com a velocidade de um coelhinho com overdose de energético. A coitada da tiazona não teve nem tempo de nos mostrar suas mamas antes do Jason se ligar que é só isso que ele faz da vida — fode o tempo inteiro, com todas as moças do universo, mas tem um vazio no peito por causa disso.
TADINHO DELE, NÉ GENTE?
Tadinha também da Arlene, cujo marido Terry resolveu sair da cidade sem explicar porra nenhuma direito. Que pelo menos desenvolvam direito essa bagaça… até porque o Scott Hall, ator que interpreta o coleguinha de exército do Terry, é fofo. ^__^
Temos também o delicioso do Alcide tendo que lidar com os pais da Debbie, sua ex, achando que ele tem algo a ver com seu sumiço. Se você não se lembra, não sobrou muito da louca pra contar história, além de uma mancha na parede da casa da Sookie — que acabou confessando o assassinato pro lobão. Envolvido nesse rolo também está o xerife Andy, que viu sua bunda pelada aparecer na timeline de todos os usuários do Facebook de Bons Temps. Sobre isso, pense comigo: que tipo de filho imbecil postaria uma foto dum cara pelado, sendo que A SUA PRÓPRIA MÃE tava pelada do lado?! Depois eu faço vasectomia e nego ainda não entende o porquê.
Ainda tem o Lafayette, que ainda está com o capeta chicano dentro do corpo — e quase fez sopa de água sanitária pra galera por conta disso; o reverendo Steve Newlin e sua nova posição na Autoridade, que eu descreveria como “use seu poder de guiar gente burra pra seguir qualquer merda em nosso favor”.
Faltou também falar sobre a perfeição em forma de ser quase humano: JESSICA.
Foi ela a escolhida pra nos introduzir para o que só podem ser as fadas dessa temporada — e fadOs, no caso. Aliás, como se denominam as fadas-macho? Existe fada macho? Masculino? Menos gay? Enfim. Enquanto comprava roupas, Jessica sentiu um cheiro diferente vindo da parte da frente da loja. Ela o descreveu como sendo “algodão-doce, pão recém-assado e SEXO” e disparou atrás do rapazote, apenas para dar de cara com um campo cheio de nada… ou do cheiro de fadas. O que importa é: se é pra deixar a Jessica DESSE JEITO, quem aqui não gostaria de ser um fado? <3
Ficamos por aqui nesta semana, pessoal. Semana que vem, tem mais!
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