Hoje novamente trazemos um filme premiado para esta coluna, companheiros! Assim como a paródia de Missão: Impossível, a obra de hoje também levou um troféu do AVN desse ano, na categoria Melhor Paródia de Comédia.

Sim, há categorias mesmo entre as paródias, e a de Spider-Man, só pra você ter uma noção, levou o prêmio de Melhor Paródia de DRAMA. Aí você liga A com B e pensa “Porra, se a paródia porn de HOMEM-ARANHA levou o troféu de melhor drama, o que devo esperar da de comédia?”.

Olha, ainda não sei, pois vou escrevendo a coluna conforme assisto ao filme e sequer dei o play na bagaça ainda, mas levando em conta o original a coisa pode ficar REALMENTE bizarra.

Falo do clássico de 1975, a comédia musical The Rocky Horror Picture Show, que tinha no elenco Susan Sarandon ainda cocotinha (onde fez diversas cenas só de lingerie <3), Tim Curry sendo uma das bichonas excêntricas mais fodas que eu já vi no cinema e até Meat Loaf fazendo uma pontinha. Apenas veja o trailer:

E tem esse outro aqui também.

Eu nunca tinha sequer ouvido falar desse filme, e só resolvi assistir no feriadão, quando escolhi a paródia de hoje, só pra ver que merda me esperava. E vou te falar que quem escreveu aquilo tinha fumado umas paradas bastante perigosas. PENSE num filme esquisito. E no final a coisa fecha de maneira tão absurda que toda aquela esquisitice que vimos até ali dá três piruetas no ar, quica na parede e passa a fazer sentido de um jeito doente. É um filme que você DEVE ver só pra formar uma opinião a respeito. Pode achar foda, pode odiar, mas não se pode passar batido por ele. E HEY, tem Susan Sarandon novinha sensualizando! =D

Agora imagina isso aí com putaria e penetrações frenéticas. Com vocês, The Rocki Whore Picture Show: A Hardcore Parody.

Lesco-lescada no meio da estrada

No filme de 1975 o lance é o seguinte: O casal Brad (Barry Bostwick) e Janet (Susan Sarandon) vai parar numa mansão sombria à beira de uma estrada onde acontecem as porras todas. Isso acontece porque era noite, tava chovendo pra cacete, o carro quebrou no meio do nada e eles precisavam usar um telefone. E de onde eles vinham? Da cerimônia de casamento de uns amigos, onde já rolou uma musiquinha (é um muisical, não se esqueçam), umas cenas, coisa e tal. Ou seja, até o carro quebrar na chuva já vai um pedaço do filme, mas aqui a coisa é mais objetiva, e logo de cara vemos o casalzinho Brad (Rocco Reed) e Janet (Jessica Drake) vagando com seu veículo automotor pela tempestade.

Ai, que volantão. <3

Eles trocam meia-dúzia de palavras, Brad pára no acostamento e Janet já desce a cabeça em direção à pélvis do moço para fazer-lhe um boquetinho. <3

Tão no meio do nada à noite, tá chovendo, niguém tá olhando, qual o problema em dar uma furunfadinha, né gente? Ela lustra a glande do namorado com as amídalas, depois eles se deitam no banco e catracam do jeito que dá ali, meio que se contorcendo para desviar do volante e para evitar que o câmbio entre na bunda. Se bem que poderiam ter adicionado isso como uma manobra extra à cena.

Eles guardam suas genitálias e tocam o pé na estrada novamente. Aí o gps avisa que eles se foderam “Vocês estarão se perdendo em: 50 metros… Vocês estão oficialmente no meio do nada, adeus”. Story of my life, o meu vive me trollando desse jeito. Certa vez o sinal do desgracento sumiu quando eu tava em Itaquaquecetuba, só faltou aparecer um desenho do Nelson na tela dizendo “HA-HA”. Os telefones dos pombinhos também não estão dando sinal, então toca pra mansão do mal! Até rimou, veja que legal! De novo, uau! Eita!

Euphoria e Pepeca fazem sua mágica

Eles chegam e são recebidos pela dupla dinâmica de serviçais bizarros – Stiff Staff (Randy Spears, o tio que fez o Coringa na paródia do Batman) e Vagina (RISOS! Interpretada por Nikki Hunter). No original eles se chamam Riff Raff e Magenta, só pra constá. O casal fica altamente desconfortável com o papo estranho de Stiff Staff e com a maneira pitoresca que Vagina se posta junto ao corrimão da escada.

Tá classuda, filha. Continue assim.

Sobretudo Brad, que já começa a se preocupar com a integridade anal de sua amada caso permaneçam por lá.

Os empregados os conduzem a um salão, onde no filme de 75 veríamos a fodástica cena do LEEET’S DO THE TIME WARP AGAAAAIN! Aqui eles pulam essa palhaçada e vão direto para a musiqueta cantada por Frank n Beans (Mac Turner), a versão tchutchesca de Dr. Frank-N-Furter (o SENSACIONAL personagem interpretado por Tim Curry). Aqui ele não é o “Doce travesti da transsexual Transilvânia”, mas “Um pornstar da ensolarada Califórniaaa-ha-ha! <3”. E porra, Mac Turner a princípio tá mandando bem pra caralho no papel. A voz, os trejeitos, as expressões baitola-agressive. Nem perto do que Curry fez, mas pra quem é tá bom. E este sou eu novamente analisando interpretações num filme de putaria.

O Frank de Tim Curry só aparece sendo o cara esquisito no original, e não revela qualé a dele logo de cara. Mas a versão pr0n já deixa bem claro WTF. Ele é o diretor de um filme pornô que eles estão gravando, Stiff Staff é o cameraman, e eles vão filmar uma cena lésbica de Euphoria (Alektra Blue) e Vagina. Um filme pornô gravado dentro de um filme pornô, onde uma das personagens a levar na tarraqueta chama-se Vagina. Pelas minhas contas isso dá pelo menos uns 7 pontos de Metalinguagem Inception.

FOM FOM com chupa.

As moças vão se pegando, se buzinando, retirando a blusa de outrem, expondo suas tufas, e devo dizer que OLHA… As duas estão de parabéns. Euphoria faz jus ao nome e logo soca quatro dedos na vagina de Vagina, que parece apreciar bastante a iniciativa. E Vagina sente similar deleite quando Euphoria passa a explorar seu loló com um plugue que retirou de uma maleta REPLETA de apetrechos sexuais. E o casal Brad/Janet assistindo a tudo num misto de excitação e O_O.

Não sendo possuidoras de pênises, as duas vão se revezando, utilizando como recursos penetrativos diversos brinquedinhos coloridos AND roliços encontrados na maleta, além de seus dedinhos. A coisa tava esquentando, tudo tava ficando belo e barulhento e o empata-foda maldito do diretor travecão grita “CORTA!”. Diz que a parada foi recheada de magia, pede que elas piquem a mula, se limpem e se aprontem para a próxima cena.

Nasce uma estrela

A exemplo do original, aqui também tem um tipo de narrador. Um personagem velhote numa sala com uma escrivaninha e prateleiras com bucentos livros, todo um ar de especialista em alguma merda que aparece de tempos em tempos pra comentar o que tá rolando e deixar no ar o que vem a seguir. Só que o narrador daqui, que observa tudo de sua saleta mágica numa projeção, é pego fapeando pelo que acabou de ver.

Opa!

Então vamos recapitular as CAMADAS desta paródia: Há um filme pornô sendo gravado dentro outro, onde uma gostosa chamada Vagina toma em sua respectiva. Isso tudo observado por um cara que assiste à gravação desse filme – e fapeia para ele – mas ele AINDA está dentro desse filme que você está vendo, mas não é um de seus personagens. E ele fala com você. E pipoca não tem antena.

Agora vamos àquele que no filme de Jim Sharman é o cenário mais importante: O LABORATÓRIO DE FRANK, onde presenciamos o despertar de Rocky Horror, um bombadinho seminu, uma mistura de Frankenstein com ~Boy Magia, a criação homoafetiva de um gênio deturpado sedento por um macho bem gato.

Mas aqui estamos na versão pornô, feita predominantemente para trutas onanistas, graças a Dr. Rey. Então todos se reúnem em torno da múmia peituda submersa num líquido multicolorido. Raios e trovões invadem o ambiente, transformando aquela forma decadente em ROCKI WHORE!

Oi, Ró!

Ela parece a Ângela Bismarchi, mas tem peitões gigantescos. Aqueles siliconados, duros, com os mamilos esticados, parecendo que estão prestes a explodir. Mas hey, poderia ser pior, poderia ser um bombadinho.

No lugar da música original, onde Frank-N-Furter promete transformar sua cria em breve em um HOMEM de verdade, Frank n Beans canta uma bela canção sobre fazer com que Rocki Whore logo seja uma épica and peitudassa pornstar. <3

Tá tudo muito divertido, muito engraçadinho, um lote de gostosas e mais uma acaba de nascer, mas Brad se lembra de um pequeno detalhe: Ele e a noiva só passaram por ali para usar a porra do telefone. Mas Janet, essa linda, diz que nem a pau vai passar a noite no carro e resolve aceitar o convite de pernoite. Frank pede que Vagina os conduza a seus aposentos.

Não sei quanto a vocês no momento em que leem, mas eu solto um sorriso maroto a cada vez que escrevo o nome da Vagina rs.

Um corpo que cai

Um gordinho com roupas de integrante de motoclube AND costeletas pára com sua moto invocada em frente a uma das janelas da mansão. É Freddie, versão porn de Eddie (personagem de Meat Loaf no original), que tá lá para empurrar a janta em sua namoradinha, a cocota cujo dormitório ostenta a janela em questão – Euphoria, aquela delícia.

Ela sai e olha para o rapazote lá embaixo, rola uma piadinha cretina “Oi, Freddie! Tô afim de SEX!”. E ele começa a tocar um SAX. “Não, sua besta, sobe aqui e me pranta essa mandioca gorda”. Aos trancos e barrancos o rechonchudo escala a parede externa e entra pela janela. PARA QUÊ? Para isto:

Case-se comigo, atriz que faz a Euphoria.

Depois do boquete obrigatório, ele puxa a calcinha de lado like a Mr. Catra, mas não dá três cuspidas para o pirulito entrar. Até rolam umas cusparadas depois, tanto dele quanto dela, mas o protocolo Valescão não foi seguido à risca nesse caso. Mas eles se comem, de qualquer maneira. E ela tem um piercing lá. <3

Um detalhe a ser ressaltado é que, ostentando uma certa pança and provavelmente peitinhos, o ator (Brad Armstrong) fica de camisa durante todo o ato. Preta, pra disfarçar melhor as peças de bacon.

Já no pós-coito, naquele papinho mela-cueca de neguinho que se apaixonou pela puta, Freddie se veste dizendo que Euphoria é melhor que aquilo, e que quer tirá-la daquela vida. Ela fica meio emotiva, meio chorosa, mas diz que aquilo é o que ela é. Ela é uma pornstar, tá aí pras putaria e ele que ame-a ou deixe-a. Ele levanta e começa a cantar uma cativante canção sobre o tema, e antes que pudesse terminar, a porta do quarto se abre e eles são surpreendidos pelo chefão da bagaça, o fodão da Bala Chita, o diretor Frank.

O viadão diz que a Euphoria tá cansada de saber que namorados são expressamente proibidos, sobe um climão tenso e um confronto faz-se necessário.

E tendo o peruquento maquiado uma picareta em mãos, o combate termina assim:

Tchau, Fré!

Frank joga a cabeça pela janela, que rola e pára ao lado da moto. Euphoria fica puta, diz que odeia Frank e vaza chorando, aquela gostosa. <3

Vai rolar dois adultério, pa para para parã!

Janet tá lá, de boa na lagoa, dormindo em seus aposentos, quando entra um sujeito falando com ela. Ela pensa ser o noivo Brad, mas era Frank, esse puto, que foi lá para comê-la. Porque qual a vantagem em ceder hospedagem a uma gostosa se você não pode mandar bala em suas partes?

Ela fica relutante, diz que ama Brad e que tem pleno respeito pelos laços do matrimônio. Então Frank manda habilmente seu xavequinho, dizendo que não tá falando de amor. Só das tentações da carne, de pecado, de luxúria, de putaria, de descaração, de sem-vergonhice e de sodomia. Só quer dar uns beijinhos, passar o ferro e sair fora, e promete não contar nada a Brad.

Ah, então tá bom!

Ah, cachorra. =D

Pepeta vai, pepeta vem, Frank a deita na cama e ferro na boneca. O interessante é que a dona da pepeca da furunfada usa menos maquiagem e menos lingerie que aquele que está a cutucando, mas isso não parece fazer muita diferença para ela, que passa a cavalagá-lo alegremente.

Frank termina o serviço e sai, deixando Janet lá, toda confusa, falando sozinha “Oh, meu Deus, o que foi que eu fiz? Onde Está Brad? Oh!”. Há menos de cinco minutos, quando a piroca do travesti maluco tava na sua goela, NADA le lembrar do maridinho, correto? Ai, Janet, você não é simples.

Mas passarinho que come pedra sabe o cu que tem, e não dá pra reclamar de levar um lustroso par de chifres se tu acabou de fornecer a boceta para o xoxo pão o primeiro que apareceu ereto no seu quarto no meio da noite. Digo isso porque agora vamos à alcova de Brad, onde tá rolando o seguinte:

Fook Yu & Fook Mi.

Mona e Lisa, as assistentes japinhas fadias de Frank. Só que elas não precisam nem xavecar o maluco. Elas só terminam a pinturinha facial de gueixa fofinha que fizeram, uma sobe pra sentar na face de Brad enquanto a outra fica lá embaixo mesmo, sugando-lhe o cacetilson. Logo depois a outra também desce pro carvalho e as duas se revezam por lá.

E olhando bem as moças tão mais pra VIETCONGUES do que pra japas, mas eu comeria mesmo assim. Acho digno quando Mona ensaia um deep throat na pistola de Reed, e Lisa empurra sua nuca para baixo com as duas mãos. Se ela estivesse sugando uma piroca de aço certamente lhe atravessaria o cérebro.

Um movimento bastante perigoso acontece no final, quando Brad ia tirar seu instrumento do traseiro de uma das moças para finalizar o ato na face de ambas. Assim que o ~pipi sai de sua bunda, a moça dá um salto para sair da cama e ajoelhar no chão, e vejo que quaaaase seu pé resvala a toda velocidade no penduricalho ereto. Se pagasse ia machucar, porque ela tava de salto alto. Mas ficou tudo bem.

Menos pra relação de Brad e Janet, já que cada um botou no companheiro uma viçosa galhada.

Tá na mesa!

Antes mesmo de Mona e Lisa saírem da cama, Frank entra e flagra os três. Mas ele não decepa a cabeça de seu convidado. Muito pelo contrário. Ele propõe um HOMOSSEXO, afinal o que há de mal nisso? Ele promete não contar para Janet. Brad tenta a todo custo se esquivar, mas pelo jeito seu traseiro não seria perdoado, e quando Frank já ia montando no rapazote aparece o mordomo/cameraman/corcunda Stiff Staff, empatando a foda e dizendo que um tal de TP Scott estava na casa e queria lhe fazer umas perguntas.

Então Vagina (rs) chega batendo panela, avisando a todos que o rango tá na mesa. E todos vão jantar, inclusive TP Scott, aquele personagem paraplégico do filme original, aqui interpretado por Ron Jeremy. <3

Duas piadinhas ainda mais cretinas que a do saxofone rolam antes de começarem a papar. Frank chama a atenção de todos e pergunta “Would anyone like to say grace?”, e todos os convidados em uníssono dizem “GRAACE!”. Frank olha para a câmera com cara de bunda e diz “É, devia ter previsto essa”, e logo na sequência ergue sua taça e diz “Anyway. A toast!”. E torradas voam em sua direção. Eu, sendo uma besta, ri das duas coisas.

Mal começa a confraternização e Scott começa a fazer umas perguntas para Frank, que fica prostituto da vida. “Cê faz parte de alguma organização anti-porn? Cê é do governo? Quer foder com o entretenimento de tchutcharia?”. Ele levanta, joga o guardanapo na mesa de maneira vigorosa e sai pisando duro.

Nessas acabou com a graça da galera toda, e todos vão deixando a mesa também. A sala de jantar se esvazia, e ficam lá apenas os serviçais Stiff Staff e Vagina. “Está com fome, Stiff?” – Pergunta Vagina. “Faminto”, responde o mordomo. Agora imagine este último diálogo com uma entonação sensual na voz e imagine o que Stiff Staff está prestes a fazer com Vagina.

O jantar falha e ninguém come nada e nem ninguém, com exceção do mordomo, que vai comer vagina de Vagina. So many jokes, e uma pior que a outra.

Ao final eles são surpreendidos por quem? Frank, esse mala do inferno, que fica puto e sai correndo pela casa atrás do corcundinha assustado.

Pau nela, Janet!

Agora que já passou no teste do sofá, hora de Janet estrear na tchutcharia e gravar sua primeira cena. Euphoria e Vagina aparecem no camarim onde Janet tá se preparando, ajeitando o cabelinho, secando o suor. As duas ficam a trollando, eu nem ligo para o que elas dizem porque estou prestando atenção em nos três pares de mamas. Não deve ter sido algo gentil, pois Janet se estressa e vaza.

Ela vai para o laboratório trocar um dedo de prosa com Rocki. A criação de Frank diz que apesar de ter nascido para ser uma pornstar, seu sonho é ser diretora. Ela teme que as pessoas só gostem dela por causa de suas gigantescas tetas. Então Janet olha para elas com carinha de quem tá gostando demais, Rocki a convida para buziná-la caso queira e aí, meus amigos, começa a rolar um clima.

No original, Sarandon cantava “Touch me, touch me, touch me, touch me” para o mancebo musculoso. A Janet porn canta “Fuck me, fuck me,fuck me fuck me” e quando menos esperamos aquela inocente buzinadinha evolui para isso:

1mmm

O destaque dessa cena fica por cota de uns colarzinhos estilo Mardi Gras, que as moças ficam enfiando uma na outra bolinha por bolinha. <3

E Frank, o empata foda-mór desta película, chega ainda correndo atrás do mordomo e pega as duas no meio da spiderfight. Mas aqui ele não fica tão irado, apenas de leve pela falta de consideração das lindas em começar a festinha sem avisar. Mas tudo há de ficar bem, pois as moças concordam em continuar sua ardente relação carnal em frente às câmeras. Stiff Staff pega seu equipamento e ACTION!

Só que nessas já chega a canalha toda. Euphoria e Vagina, Ron Jeremy a bordo de sua cadeira de rodas, aqueles figurantes do começo do filme e tal. O diretor dá uma cinta-caralha para Janet e manda que ela soque a bucha em Rocki.

Brad até esboça uma insatisfação com a esposa se prestar àquele papel, mas como Frank sabe o segredinho sujo do rapazote com as japinhas vietnamitas e ameaça abrir o bico, ele acaba concordando.

Fico curioso quando vejo Janet gemendo enquanto Rockie faz um boquete no penes de plástico do strap-on. Esse peru não existe, minha filha. Cê tá gemendo por quê? De qualquer maneira, Janet continua a comer sua nova amiga até que o diretor grita CORTA e finaliza a cena.

Let’s do the time fap again!

Frank se mostra bastante satisfeito com o desempenho de sua nova cria e da convidada, e diz que a cena há de entrar para os anais (rs) das cenas de mulher com mulher da pornografia. Dito isso, ele chama as duas e se vai.

Ficam por lá o mordomo, Vagina e Euphoria, os três leais empregados de Frank, cheios de recalque porque o chefinho tá todo faceiro com os novos amigos enquanto eles, que estão lá há tempos, estão sendo deixados de lado.

E começa a dar merda logo, quando Stiff Staff entra armado na sala em que todos estão, ameaçando Frank.

Dessa pistola cê não gosta, né risos?

Ele mimimiza foda sobre as porcarias que Frank vem filmando ao longo dos anos. Uma ideia melhor que a outra, todas enfiadas na bunda. Se ELE fosse o diretor, faria as coisas diferentes. Frank, se peidando de pavor, deixa que Staff conduza a próxima cena e dá o megafone de diretor ao armado corcunda. Aí rola a releiturinha fofa do Let’s Do The Time Warp Again. Eu não entendo o que a frase vira, mas deixarei que os senhores acompanhem algumas imagens da festinha aí nessa galeria, com destaque para Ron Jeremy de meia arrastão na cadeira de rodas. <3

Aí vemos que Frank estava de fato limando a genialidade de Stiff Staff, pois assim que a dancinha termina a coisa vira uma orgia que faria Calígula se morder de inveja. Todo mundo nu, todas as pirocas em alguma boca. Ninguém é de ninguém!

Rocki com Frank, Stiff com as japas, Brad com a Janet AND Vagina, um aleatório com Euphoria, Ron Jeremy com uma cocota qualquer entram em ação simultaneamente. Isso no começo, porque depois eles vão trocando, e isso junto com todos aqueles outros até então figurantes, olha que linda linda linda festa. Manja aquele barulho de vozerio, com várias pessoas falando ao mesmo tempo num ambiente? O som era mais ou menos esse, mas em vez de pessoas falando, ouvimos trocentas gostosas gemendo. <3

E não contem para ninguém, mas se eu não tô falando merda (o que é bem provável), até o ator que fez o decapitado Freddie aparece fornicando no meio da galera.

Cada um à sua maneira, todos gozam alegremente. Uma das vietcongues protagoniza um vistoso squirt, inclusive. A farra foi tão boa que chega no final da festa e o que vemos é um campo de batalha recheado de combatentes caídos. Não mortos, mas nanando o sono da vitória épica:

Só permanecem em pé Janet e Brad, que atravessam o salão com cuidado para não pisar na piroca de ninguém em direção à saída. Na real eles não estão fugindo. Estão satisfeitos pelas experiências que adquiriram. Janet atenta ao fato de poucas horas antes ter adentrado aquela residência como uma moça pura, com pouquíssima experiência na arte de amar (não foi o que vimos lá no carro, mas ok). Ou em sexo anal. Ou em colar velcro. E jamais ter participado de uma orgia. Uma bela maneira de celebrar a lua-de-mel.

Mas calma, que aparece Frank correndo com uns papéis nas mãos. Os contratinhos para que seus novos atores cedessem suas imagens à nova obra de sua autoria. Mas eles recusam, e Janet diz estar grata a Frank por tê-la ajudado a descobrir sua vagabunda interior. Mas esta vagabunda é uma vadia de um homem só. É a vadia do Brad. Que lindo isso, né gente?

OPA, eu vi!

Assim, eles chutam de lado a cabeça de Freddie que tava ali debaixo da janela de Euphoria, sobem na motoca do falecido e se vão.

Mais imagens podem ser vistas lá no site do filme. Até a próxima semana e fapeiem com moderação.

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