Terça-feira, 14 de Outubro de 2008

Metallica: Death Magnetic


Rapaz, missão complicada esta do Metallica. Cinco anos depois de “St.Anger†ser massacrado pela crítica e execrado pela maior parte dos fãs, os caras resolvem lançar um disco novo. Como eles conseguiriam contentar um grupo tão heterogêneo de fanáticos, trazendo novas faixas que agradassem ao mesmo tempo aqueles que sentem falta do peso do Metallica das antigas e aqueles que preferem a faceta mais pop pós-“Black Albumâ€? Seria possível misturar “Master of Puppets†e as experimentações de “Load†e “Reloadâ€? Esqueça. “Death Magnetic†não tira nenhuma destas dúvidas. O álbum está longe de ser genial. Mas que ele pode ser considerado um passo importante na trajetória do grupo ao tentar reencontrar sua identidade musical depois do escorregão de “St.Angerâ€, isso pode.

Thiago "El Cid" Cardim
JUDAO.com.br


Dizer que o “Death Magnetic†é melhor do que “St.Anger†é pouco, até uma covardia, porque isso seria uma tarefa das mais fáceis. “Death Magnetic†é bem mais do que isso. Apenas para começar, para a alegria geral da nação, os solos estão de volta. Sim, Kirk Hammett está novamente sentando o braço, do jeito que o povo gosta. Mesmo no primeiro single, “The Day That Never Comes†– uma ótima canção que pode ter assustado os puristas com seu jeitão mais “acessível†mas que, convenhamos, não representa com justiça a totalidade de “Death Magnetic†- vemos um músico bem mais solto, à vontade com as seis cordas, diferente daquela postura travada e introvertida do disco anterior. Esta é a grande vitória do CD.

Aliás, desde os primeiros acordes de “That Was Just Your Lifeâ€, faixa que inicia o disco com uma força muito bem-vinda, já dá para sentir que a banda inteira está em casa novamente. Mesmo Lars Ulrich, que é sem dúvida um músico limitado em suas baquetas, desempenha seu papel com segurança, diferente do sujeito que parecia espancar aleatoriamente um monte de latões de tinta em “St.Angerâ€.

Com “Death Magneticâ€, o Metallica abandona a tentativa de soar new metal para a molecada e volta ao seu heavy metal cheio de melodias intrincadas e músicas com mais de 6 minutos, com o baixo encorpado de Robert Trujillo enfim provando a que veio – basta escutar, por exemplo, a levada quase hardcore de “Broken, Beat & Scarredâ€, herança de sua passagem pelo Suicidal Tendencies, para entender a força que ele imprime na cozinha de Ulrich. O conjunto guitarra-baixo-bateria pode ser visto funcionando como uma engrenagem bem azeitada na primeira música instrumental dos sujeitos em muito tempo, “Suicide & Redemptionâ€. Evidentemente, seria ridículo compará-la com “Orionâ€, mas o resultado é bastante interessante, com a devida dose de culhões para compensar a exibição de virtuosismo.

Ah, sim, preciso confessar uma coisa: juro que torci imediatamente o nariz quando vi o tracklist oficial de “Death Magnetic†e me deparei com “The Unforgiven IIIâ€. Pensei: “Catzo, precisamos de mais uma Unforgiven? Já não chega?â€. No fim das contas, a música tem personalidade e musicalidade próprias, mantendo-se próxima das outras duas apenas pelo introspectivo tema do pecado e do perdão - nem a abertura é aquela mesma tradicional, tendo sido substituída por um pianinho mezzo depressivo, mezzo macabro. Sinistro, até.

Por falar em continuações, pelo tema e pelos acordes iniciais, “All Nightmare Long†parece uma seqüência não-oficial de “Enter Sandmanâ€. Mas que os fãs do “Black Album†esqueçam daquele refrãozinho grudento que a MTV adorava. Trata-se de um dos melhores trabalhos de guitarra da dupla Hammett/Hetfield no disco, em um solo enorme, complicado e impressionante.

Você me pergunta se “Death Magnetic†tem um ponto fraco? Sim, e ele se chama “Cyanideâ€. É uma música dispensável, achatada, sem altos e baixos, com um instrumental repetitivo e que não acrescenta em nada ao resultado final.

Para compensar este defeito, no entanto, fechando o álbum com chave de ouro, o Metallica dispara “My Apocalypseâ€, uma paulada agressiva, violenta e furiosa, repleta daquela testosterona que fez uma falta danada em “St.Angerâ€. A canção é 100% thrash metal, com James Hetfield em sua melhor performance nos últimos anos. Concordo com os colegas que dizem que “My Apocalypse†faz lembrar até os sons mais pesados do Slayer. Fácil. O melhor momento destas 10 faixas, sem dúvida. Ouso dizer até que está na minha lista de “melhores músicas do anoâ€.

Quando Rick Rubin foi chamado pelo Metallica para assumir o papel de produtor no lugar do velho parceiro Bob Rock, teve gente com a pulga atrás da orelha. Afinal, Rubin é conhecido por sua reputação como salvador de bandas querendo retomar o brilho de outrora. Isso significaria um Metallica plenamente entregue ao passado para se redimir dos últimos anos? Não. Em “Death Magneticâ€, o que temos é um Metallica amadurecido e ao mesmo tempo revigorado, que foi buscar um pouco da energia de seus primeiros discos, mas sem se apoiar neles como uma muleta.

O resultado pode não ser ainda o ideal. Mas mostra toda a potência de uma banda que, diferente do que pode ser visto no documentário “Some Kind of Monsterâ€, parece ter reencontrado o tesão de fazer música junta. Começando por aí, o Metallica só tem a acertar. Vejamos o que o futuro reserva para eles…e para nós.

Death Magnetic
(Metallica, 2008)

Line-Up
James Hetfield – Vocal e Guitarra
Kirk Hammett – Guitarra
Robert Trujillo – Baixo
Lars Ulrich – Bateria

Tracklist
1.That Was Just Your Life
2 .The End of the Line
3 .Broken, Beat & Scarred
4 .The Day That Never Comes
5 .All Nightmare Long
6 .Cyanide
7 .The Unforgiven III
8 .The Judas Kiss
9 .Suicide & Redemption
10 .My Apocalypse

Comentários
Já são 76 sobre esse post -- até agora

  Lierson Mattenhauer

pelomenos vc usou uma linguagem mais judão nesse seu post aqui do que no do whiplash auhahuauh..

DEATH MAGNETIC RULES

14 de Outubro de 2008 às 20h10
  Algures

Bom, achei o álbum foda; sou fã de metallica desde seu início em meados dos anos 80 e fazia mais de 10 anos que esperava por um trabalho assim. Mas não consigo tirar da cabeça que mais parece um trabalho feito para soar como os álbuns antigos do que feito “naturalmente”. Se realmente for assim, prefiro muito mais um metallica fingindo voltar às raízes com um Death Magnetic do que um Metallica sendo honestos com um St Anger…

14 de Outubro de 2008 às 20h27
  Billy Atomic

Eu curti muito…

14 de Outubro de 2008 às 20h42
  Bernardo

Não fala merda cara, o cd ficou ótimo, e cyanide nao é ruim
é uma das musicas mais legais do CD
Ninguem tem duvidas que os albuns anteriores tirando o St Anger sao implacaveis, mas o Death Magnetic é bom de mais.

14 de Outubro de 2008 às 21h02
  Lucas

Eu achei esse Cd Foda pra caralho. E nunca fui mto fã d Metallica. Ateh gostava d algumas musicas, mas nunca fui daqueles fãs. Mas esse CD foi uma grata surpresa.

Peso ao Extremo e mto bom. E concordo com a resenha, Cyanide eh a pior do Disco.

14 de Outubro de 2008 às 21h36
  Blaze

Vou comprar amanhã esse álbum. @.@

14 de Outubro de 2008 às 22h23
  Nhunha Boll

CD muito bom!!!!

Compensa ouvir!!!

14 de Outubro de 2008 às 22h52
  Chongo

“Lars Ulrich, (…) um músico limitado em suas baquetas”

Isso é de hoje. Isso começou com o Black Album. “And Justice For All” tem composições de bateria absolutamente espetaculares (sou baterista, já estudei as transcrições), raramente ocorrem repetições. Ouso dizer que foi o auge de velocidade, criatividade e técnica do dinamarquês pentelho. Depois de “And Justice…” ele só decaiu.

14 de Outubro de 2008 às 22h53
  Güzz

Gostei bastante do CD! Ficou bem legal mesmo!

14 de Outubro de 2008 às 23h09
  mclane

Continuo com a mesma opinião do Phil Anselmo sobre o Load: o Metallica e esse álbum de bicha que vão se foder!!!

James esqueceu como se canta, riffs foram atirados sem qualquer preparo (e sem preocupação de ‘parecer’ progressivo), solos pouco inspirados, um crime cometido (unforgiven III, sujando as duas versões anteriores) e, pelamordosmeusfilhinhos, a bateria de Lars é reta (ridiculamente chata, coisa de principiante) e o cd é todo mal mixado.

Resumindo, é uma bagunça sem pé nem cabeça, sem significado algum, um arremendo de riffs e solos improvisados sem nenhuma substância.

Tentaram, mas não conseguiram. Querem ouvir bons álbuns de 2008? Tentem Cradle Of Filth, Evergrey, Iced Earth, Opeth, The Butterfly Effect, Therion (ao vivo), Votum, Cynic e o inigualável Warrell Dane. Nem percam tempo com o Metallica e seus draminhas mexicanos resultando em música sem inspiração e criatividade.

14 de Outubro de 2008 às 23h21
  mclane

Nhunha Boll

Não compre. Espere a nova mixagem ou baixe as mixagens alternativas. Um cd de metal mixado como cd de techno NINGUÉM merece!!! rsrs

14 de Outubro de 2008 às 23h24
  mclane

Gostei de uma coisa na crítica: o cd está longe de ser genial. O problema é esperar nada menos que isso de uma banda que compôs tantos clássicos e trouxe um álbum novo pesado, porém sem nenhuma gana.

14 de Outubro de 2008 às 23h26
  mc trouxa

putz , um metaleirozinho metido a virtuose vindo aqui comentar disco do metallica ?
vá ler a rock brigayde e tirar conclusões pré estabelecidas , essa de tira onda de radical já era .
o disco é bom , quem curte metallica de verdade sabe disso .

14 de Outubro de 2008 às 23h54
  Tourinho

Mclane:

Parei de ler pra rir alto qdo vc citou Cradle of Filth e Evergrey…

15 de Outubro de 2008 às 0h33
  Tourinho

E repito o que digo nos foruns da vida:

Chega a ser irônico essa geração que baixa mp3 reclamar de qualidade de gravação de cd…

15 de Outubro de 2008 às 0h35
  Douglas

Antes de mais nada, gostaria de dizer q eu nao sou um fanatico pelo metalli, gosto de algumas coisas…

Agora, eu nunca vi uma critica tao ruim sobre um album quanto essa…

Sem embasamento…solta…argumentos fracos…foi a primeira vez q eu vejo uma critica desse site, e s eo conteudo for esse nao volto mais…

Achar ruim faz parte, mas achar por achar nao tras credibilidade…

Pelas suas palavras, vc deixa a entender que é músico, nao tenho certeza disso…mas ser for, certamente vc é um pessimo musico…

abs

15 de Outubro de 2008 às 0h39
  BvOcXs

Acho Cyanide bem legal, e pra mim a mais fraca do cd é The Unforgiven III

15 de Outubro de 2008 às 0h47
  ottosauro

cyanide, me descuple meu vélho….
Tu nunca pode prepará tanto um som pra parte mais pesada da música sê uma virada depois do refrão….

15 de Outubro de 2008 às 1h07
  Edu Rodrigues

Já ouvi esse CD à exaustão, assim como todos os CDs do Metallica (tenho a discografia completa, inclusive discos de vinil, menos St. Anger, é claro), e concordo com cada palavra do El Cid.
Cyanide é fraca mesmo, mas os caras estão tentando se reencontrar e, ao que parece, estão no caminho certo.
“The day that never comes” soa como o bom e velho Metallica da época de “Fade to black” e “One”.
E também concordo que a batera do Lars foi piorando com os anos. Mas a técnica está lá esquecida em algum lugar daquela mente perturbada. Quem sabe um dia ele não resolve usá-la denovo.

15 de Outubro de 2008 às 1h17
  mclane

mc trouxa: sem virtuose (não sou fã nem de Malmsteen, nem de Dream Theater, nem de Angra), sem Rock Brigade (para que comprar se tenho net?!), nem metaleirinho (isso é o filho do Lula). Nada de conclusões pré-estabelecidas, colega, visto que pude ouvir várias vezes o álbum e constatar que não me agrada. Para finalizar, ‘quem curte metallica de verdade’ (mais manowar-true-metal-fan-from-hell, impossível rsrs) é saudosista, não tão empolgado com qualquer coisa que a banda tenha lançado após o Black Album (salve raras exceções musicais, mas jamais um álbum completo, pelo que pude constatar). É como o colega edu rodrigues bem disse: é uma banda procurando seu caminho; a diferença é que ele acha que estão no rumo certo, enquanto eu discordo. Nada mais.

Tourinho: Claro que parou, é mera questão de gosto. Ainda assim recomendo, senão essas duas, as demais bandas listadas (se bem que no quesito produção/mixagem, qualquer das bandas supera o novo álbum do Metallica). Corra atrás, vale a pena. Ah, não se preocupe com mp3 (apesar de que eu faço bastante uso do mesmo, para promos, bootlegs, enfim, para selecionar aquilo que vale a pena ou não comprar). Estou com o cd em mãos (tenho um irmão colecionador de itens do Metallica, outro que só comprou para ter, como vários outros cds de outras bandas, o que entendo, por ter minhas próprias coleções). Baixe a versão ‘guitar hero’ do mesmo álbum e perceba a clara e nítida diferença (há, inclusive, versão em flac 8, qualidade igual ou melhor que a do cd original) de mixagem, bem melhor no jogo que o cd em si.

15 de Outubro de 2008 às 2h00
  Tati Viana

Quem vive de passado é museu…

15 de Outubro de 2008 às 2h30
  Robson Brigido

Po, não sabia se devia ou não começar com essa informação (por achar que talvez ela comprometesse a credibilidade), mas vá lá:
Sou fã do Metallica de longa data. Tenho pra mim que “Ride The Lightning” é o melhor cd da banda e um dos melhores da história, sem sombra de dúvida. E também sou fã de muita banda de rock clássico, como Led Zeppelin, Beatles e outras mais, que nunca soaram muito parecidas em cada álbum que se sucede…
O que tenho a dizer é o seguinte: Death Magnetic é foda! Se não é um Ride The Lightning, é com certeza um CD tão bom quanto os últimos cd’s pré St. Anger (se não for melhor que eles), e deve ser ouvido com atenção. A bateria tá bem tocada, a cozinha da banda tá bem ajeitada (também pudera, o Trujillo é um monstro no baixo), e as guitarras tem riffs muito interessantes (embora eu ainda faça uma certa ressalva quanto à distorção utilizada - senti falta da distorção Marshall de outrora).
Enfim, uma coisa que eu sempre gostei no Metallica foi aquilo que eu falei acima: os álbuns sempre soam diferentes uns dos outros, porque a cada lançamento a banda tenta se manter fiel àquilo que ela está sentindo no momento, e não a um estilo específico já feito anteriormente. E como esperado, algumas mudanças são positivas, outras não (a transição Reload - St. Anger é desastrosa). Esta, pelo menos, é uma transição extremamente positiva - e se os “meninos” continuarem no pique, podemos ter um clássico do metal ainda por vir. Potencial eles têm - não custa sonhar, certo? ;)

15 de Outubro de 2008 às 3h33
  Robson Brigido

Ahhh, outro ponto fraco: os solos do Kirk Hammet poderiam ser mais trabalhados. Mas como sir Kirk Hammet nunca foi o ponto alto da banda, não chegou a fazer AQUELA diferença…
Melhor música: All Nightmare Long.
Pior música… ?

15 de Outubro de 2008 às 3h37
  Casilhas

Comentei como o R0cc0 sobre essa crítica que, inevitavelmente, teria que ser feita pelo El Cid. E não tenho nem que falar que ficou ASSAZ!

Espero a do AC/DC. E parabéns, El Cid! OIÉL. =D

15 de Outubro de 2008 às 6h17
  {Yusuke}

St angel(que mais parecia um disco ruim do creed)era um disco tão lastimavel que o Death Magnet se torna uma maravilha…
o disco legal mas não é algo indispensavel.

15 de Outubro de 2008 às 6h23
  Rhenan

O Metallica é assim: Lança uma merda, todo mundo compra e vem neguinho reclamar depois. O Death Magnetic tem seus momentos (The Day That Never Comes, The Unforgiven III, This Was Just Your Life, All Nightmare Long) mas não está nem perto de ser o melhor lançamento de Metal do ano. Temos o Torn, da Banda Evergrey, o inspiradíssimo Watershed, do Opeth e o Praises For The War Machine, do Warrel Dane.
Só pra constar: a bateria tá horrenda, pau no boga desse tal de Lars.

15 de Outubro de 2008 às 7h43
  Will Sparrow

@mclaine
Preciso ouvir o novo do Cradle e do Therion… mas o Crucible of Man, do Iced, ficou aquém do que eu esperava com a volta do Matt Barlow… u.u

Sobre o Death Magnetic… bom, eu particularmente gostei muito do álbum! Melhor coisa que os caras fizeram desde o …and Justice for All! E concordo: Cyanide é chata. xP

15 de Outubro de 2008 às 9h22
  Rodrigo Braga

Tem pessoas que gostam de criticar apenas por criticar, não gostam e pronto. Death Magnetic é um ótimo trabalho do pessoal do Metallica, mesmo não sendo a melhor coisa já feita por eles é um cd que faz você escutar várias e várias vezes. O que eu acho complicado também é jogar todo o trabalho já feito e classifica-los como “Lixo”.

Um cd legal esse ano mesmo eu ter me decepcionado nos ultimos anos é o Conquer - do Soulfly, não é uma maravilha e nem o retorno aos velhos como o Death Magnetic, mas para a cena Metal hoje em dia está de bom tamanho.

15 de Outubro de 2008 às 9h23
  Ricardo Santana

Percebo o novo trablaho desta banda genial,que sempre teve como diferencial o destemor em ousar novos ares(não quer dizer que os tenha acertado sempre)como o despertar de um gigante outrora adormecido em sua hibernação(leia “acomodação de popstars cheios de dinheiro e sem nenhuma perspectiva que não fosse ganhar dinheiro fácil,sem se preocupar com os fãs legítimos,que curtem um trabalho apurado”)buscando reestabelecer sua identidade perante aos fãs e,por que não dizer à mídia,q tacharam o trabalho anterior dos piores adjetivos já ouvidos em relação ao Metallica?Não queiram um tsunami de criatividade e evolução,mas q este disco é boa porrada ,isso é e já percebemos sinais de trabalho do novo baixista…acredito que o melhor ainda está por vir……..quanto aos ortodoxos…..deixa prá lá!!!Quanto ao disco,ELE É MUITO FODA….GOSTEI PRà CARALHO !!!! Galera,é o Metallica tentando ser ele mesmo de novo e o resto é só intriga da oposição,pois não estão tentando soar moderninhos e sim como eles mesmos.Fuizzzzzzzzz.

15 de Outubro de 2008 às 9h39
  Diego

devo dizer q esperava mais do album!
e bom mas poderia ser melhor mas dizer q st anger e ruim e foda pq aquele cd e loko
alguem vai dizer q the unnamed feeling e ruim?ou sweet amber?
tao lokao so pod

15 de Outubro de 2008 às 9h51
  jv

DISCAÇO, NAO CONCORDO COM A CRÃTICA!

15 de Outubro de 2008 às 10h01
  mclane

Will Sparrow: bom lembrar do Iced Earth. Ficou aquém do esperado (pareceu-me sobras de estúdio do anterior, com os vocais de Barlow), previsível mesmo, cheio de coros (o que não me agrada em demasia) e sem punch como nos antigos álbuns. Mas ainda é um bom álbum, não um clássico, mas um bom álbum.

15 de Outubro de 2008 às 10h23
  rocket

@diego:

esse cd é considerado ruim (por mim inclusive) por ser muito repetitivo, não ter solos, tentar soar new metal o album todo, e pelo fato de o lars tocar aquela lata de lixo no lugar da bateria. mas tem musicas fodas, tipo some kind of monster. frantic, por exemplo, à primeira ouvida eu estranhei, mas logo gostei pra caramba.

isso é o legal do metallica, uma banda que vive se reinventando… adoro o load e algumas musicas do reload, tipo the memory remains, fuel, devil’s dance… e até low man’s lyric, que é bem criativa na minha opiniao. ainda bem que nao sou “headbanger”, e assim tenho a mente muito mais aberta pra sons. acho um porre quando a banda grava cds sempre iguais, tipo o iron maiden (que eu gosto também, mas justamente nao me considero fã da banda por esse problema, já o metallica… tenho toda a discografia).

a propósito, minha musica favorita da banda é NO LEAF CLOVER. tô pra ver eles superarem aquilo ali… tanto pela letra, quando pela emoçao que o hetfield colocou na musica, quanto pelo “solado” de kirk… e com michael kamen no background, nao tem pra ninguem.

DEATH MAGNETIC: muito foda. agora você resenhador vem me dizer que All nightmare long nao tem um refrao grudento tipo o de enter sandman? pelamor… o refrao é mais grudento que os das musicas da madonna, e repete mil vezes na musica, estilo iron maiden. mas como eu nao sou “true”, acho a musica muito irada. imagina cantar esse refrao junto com a banda em um show deles… deve ser inesquecivel. agora, cyanide eu gostei pra caramba, e the day that never comes é perfeita. a que achei mais fraca foi justamente my apocalypse - pro meu gosto particular achei cansativa.

AWAY!!!

15 de Outubro de 2008 às 10h29
  rocket

PS: sinceramente, nao sei como vocês tão conseguindo ouvir o baixo na versao oficial do disco. me desculpe quem discordar, mas a versão guitar hero é muito melhor, pois o som possui dinâmica, algo excencial pra apreciar o trabalho de uma BANDA. nao é um cd da rihana (acho q é assim q escreve..) onde tudo é só barulheira sem sentido com o volume lá em cima pra “galera pirar na pista de dança”. a verdade é que ja foi confirmado que o Death Magnetic passou por alta compressão pra deixar o som nas alturas, e ficou irritante, chapou o som todo.

15 de Outubro de 2008 às 10h34
  Blaze

@tourinho

Concordo na parte em que você falou da geração “Lol Limewire” que reclama da mixagem dos cds.

Eu gosto de Cradle of Filth e Evergrey, tá?
Gosto mesmo, e daí? =P

@Topic

Comprei o álbum ontem mesmo, e posso dizer que é muito bom! Gostei da levada do álbum…a banda está voltando aos poucos a ser uma banda muito boa. Apaguem St. Anger da memória, Death Magnetic é o oitavo álbum da banda. =P

Como foi dito no review da Roadie Crew: “o gigante adormecido volta a mostrar sua força.”

15 de Outubro de 2008 às 11h28
  Will Sparrow

mclaine: Eu gostava (aliás, gosto) do Owens e tudo o mais. Mas o vocal ideal do Iced é com o Barlow! E ainda sobre a banda, acho que você tá certo: como já era certo que seriam 2 álbuns (Something Wicked pt. 1 e 2), provavelmente o Schaffer escreveu tudo antes do Barlow reassumir os vocais. Seria melhor se lançassem esse álbum com o Owens e depois chamassem o Barlow de volta. Ficou muito estranho, sei lá. Mas vamos ver se vão mesmo relançar o Framing Armageddon com os vocais do Barlow. Aí sim poderia ser algo digno.

15 de Outubro de 2008 às 11h30
  Blaze

@will sparrow e mclaine

Pôxa, o Crucible of Man é isso mesmo que vocês tão falando?
Cara, eu tava a fim de comprar esse álbum…vou dar uma sapeada nos Youtubes da vida aí e ouvir umas amostras. =\

15 de Outubro de 2008 às 11h45
  Tourinho

@ Mclane

Não me referi a você sobre os mp3… mas que muita gente vai na onda de reclamar da qualidade do audio, quando mal tem 3 cd’s em casa, isso existe…

Eu confesso que não tenho ouvido pra diferenciar tanto assim a qualidade de audio, tanto que converto meus cd’s pro iPod na qualidade mais baixa possível, pra caber mais espaço…

E pra mim, o DM, junto com o novo do Testament tá entre os melhores do ano.

15 de Outubro de 2008 às 12h01
  Foca

Death Magnetic é com certeza o melhor álbum pós-black album do metallica…
Pra mim, seria o 6º disco da banda…
Muito foda! E sempre tem gente que reclama porque acha que a banda tem que ser a mesma coisa chata de sempre , tipo Iron Mainden (rocket, concordo e discuti sobre isso a 1 mês atrás com uns amigos)…
Metallica é foda! Citem pelo menos 2 bandas do nível do Metallica… Não existe! É a maior do mundo! É a melhor!
Se vocês reclamam do som dos caras, é porque sempre esperam o melhor da maior, melhor e mais importante banda de metal da face da terra! Hail hail Metallica!

15 de Outubro de 2008 às 12h38
  [L][e][9]

Pra que tanta briga?
Gosto é gosto, uns adoram, outros odeiam.
Não coloquem as subjetividades de vocês tão a tona.
Vamos todos comprar o novo cd do Zezé Di Camargo & Luciano…

15 de Outubro de 2008 às 13h12
  Andy

O mais foda é pensar que, antes de avaliar o trabalho dos caras, tem neguinho sempre querendo MAIS: o que vocês queriam? O melhor disco de trash metal da história?!! Escutam o primeiro acorde sempre esperando por algo absurdo, mas não é assim que as coisas funcionam…

Pô, quem não ficou contente com o “Death Magnetic” deveria escutar o Master, o Ride, o And Justice ou o quê quer que seja… Muitos aí já disseram qual é o seu disco preferido e as opiniões nem sempre são as mesmas… Agora ouvir o album esperando que a sua vida vai mudar é ignorância e coisa de adolescente despreparado: vão ouvir o Nevermind então…

O Metallica já fez o que tinha que fazer no passado e, convenhamos, fez muito mais por experimentar em discos como o Load, o Reload e o St. Anger do que muitas bandas coseguem fazer em uma carreira inteira… Que o Death Magnetic está longe de ser o melhor disco dos caras, não há dúvidas… Mas nem por isso é um album ruim: pelo contrário… Mostra uma banda amadurecida, fazendo o melhor som que eles fazem com uma referência muito mais progressiva e um trabalho instrumental fantástico.. É como se fosse um disco do Metallica das antigas, só que vocês estão esquecendo que ele foi feito em 2008!! Os tempos são outros, as coisas são diferentes e a cabeça dos caras está mudada: é isso que faz uma banda ser boa, a capacidade de se adaptar ao tempo e ao espaço onde estão, e isso o metallica faz como ninguém. Vida longa ao Metallica!

15 de Outubro de 2008 às 13h29
  TiagoJ.

Discordo sobre a música a “Cyanideâ€.

Pra mim ela é uma das mais divertidas. Deve ser porque ela é a mais diferente do album, cheio de quebradas e não segue a mesma pegada. Aehauehuahuae.

Mas o album inteiro é muito bom e, realçando, bastante divertido!

15 de Outubro de 2008 às 13h51
  Link_Duarte

Ae, el cid, queria ver uma crítica ou uma opinião sua sobre o som do alter bridge, desde o primeiro cd quanto do segundo…o vocalista desta banda é o q está cotado para acompanhar o Led Zeppelin na turnê dels em 2009…e o resto da banda são antigos membros do creed e que, vale ressaltar, faz da banda um dos melhores sons que ouvi atualmente, principalmente a guitarra…se vc é daqueles q por ter lido o nome da banda creed, perdeu o interesse, ouça o som do alter bridge antes de julgar…mts pessoas param em seus pré conceitos de algo e perdem a chance de conhecer algo foda.

15 de Outubro de 2008 às 14h54
  Jackson

All Nightmare Long e The End of the Line são FODAS, Broken, Beat & Scarred é legalzinha e os primeiros 4 minutos de The Day That Never Comes são épicos (depois a música degringola). O resto do cd é de dar sono.

15 de Outubro de 2008 às 15h12
  mclane

Blaze: é um bom cd, com ótimos riffs. Mas aconselho dar uma olhada antes de comprar (até porque cd não é mais barato como antigamente).

15 de Outubro de 2008 às 15h17
  mclane

Tourinho: converta seus cds para o formato AAC (que é menor e de melhor qualidade que mp3). Terá mais espaço e qualidade boa.

15 de Outubro de 2008 às 15h18
  mclane

Andy: também não é assim. Mas você mesmo reconhece que o padrão de qualidade ‘metallica’ é superior ao que foi lançado (o mesmo aconteceu com o Brave New World, álbum de retorno do Maiden). Acho que o importante não é o álbum mudar sua vida (e deus me livre de perder tempo com Nevermind rsrs), mas acrescentar algo. Em termos de impacto e criatividade eu prefiro o Load a esse álbum, por exemplo. O Metallica tentou voltar a fazer um álbum de metal, um álbum de thrash com pitadas progressivas (como o And Justice…) mas, para mim, não conseguiu. E continuo recomendando os mesmos álbuns que citei anteriormente, como, digamos, paradigmas ‘revolucionários’ em termos de som pesado nesses novos tempos.

Vários comentários têm a mesma tônica: o Metallica mudou constantemente ao longo de sua discografia. Porém, mudar não significa evoluir (o que os 5 primeiros álbuns fizeram muito bem para o metal). Essa ‘volta às origens’ poderia ter sido bem conduzida, mas fiquei com a impressão de que a banda não ousou, não entrou no espírito da coisa, até desinteressada pelo trabalho (na colagem de bons riffs aleatórios que não constroem, necessariamente, uma boa música). Sim, é isso mesmo: faltou ousadia, tesão pelo álbum que vinham compondo. Perduram sim riffs típicos de thrash, mas - e talvez eu seja injusto com a banda e até mesmo com o estilo - de 1991 para cá tantas bandas de thrash lançaram álbuns tão bons e significativos (como o novo do Testament, citado pelo tourinho; o álbum de retorno do Destruction, as bandas de death suecas da década passada e desta década, entre outros) que, parece-me, a banda não tem mais para onde ir (e parou no meio da busca por essa saída ‘brilhante’). Creio que eles adora tocar as faixas mais antigas, por serem trabalhos clássicos, brilhantes e insuperáveis (e nisso eles devem acreditar); difícil é retomar, após tantos anos afastados de composições assim, a inspiração para transformar riffs em músicas completas e de cair o queixo. Foi sim uma boa tentativa que, ao meu ver, não deu certo.

15 de Outubro de 2008 às 15h32
  Arthur Malaspina

Eu gostei muito mesmo desse album, foi o melhor que escutei no ano até aqui…

15 de Outubro de 2008 às 15h40
  rocket

@mclane:

ainda bem que eu não tenho essa expectativa de a banda ter que “evoluir o metal”, e etc. sou totalmente contra isso de se prender a um estilo, por isso gosto do Load.

@el cid:

e pelo amor de Deus! nao aguento mais ouvir a mesma ladainha de “ENTER SANDMAN GERAÇÃO MTV”. só porque uma coisa vira popular ela é automaticamente ruim? a música é foda e todo mundo sabe disso, ponto.

15 de Outubro de 2008 às 16h09
  Alexandre

Aquele povo chato do whiplash, metido a sabidão, veio comentar(atrapalhar) aqui também… putz!

CD muito bom, adorei.

15 de Outubro de 2008 às 18h44
  surfwow

Lars Ulrich pode até ser um músico limitado como foi dito aí em cima, mas q o kra é bastante criativo isso é.

O problema é o desgaste depois de anos juntos, q contribui p/ as besteiras q a trupe do Ulrich vem lançando e tambem, é claro, o estrelismo depois do Black Album q é um álbum comercial sim, mas ñ deixa de ser um belo trabalho. (Ver Classic Ãlbuns - Metallica)

Ah, escutar a tão falada “valsa” do metal (One) é uma maravilha, e ñ perceber criatividade nessa música meu amigo, é ñ saber o q é arte.

15 de Outubro de 2008 às 19h44
  opivm

Grande Thiago…

É, quanto mais eu leio o Judão mais eu sinto falta d´A Arca…

Parabéns pelo excelente texto…

15 de Outubro de 2008 às 21h28
  Guilherme

“Lars Ulrich, que é sem dúvida um músico limitado em suas baquetas”
Cara tu toca bateria? Qual teu critério para avaliar um baterista? Fica quietinho tá ;)?
Ah e essa coluna como a póstuma 88FM é um lixo

15 de Outubro de 2008 às 22h58
  bruno

o cd é um tesão. “Suicide & Redemption” é espetacular.

16 de Outubro de 2008 às 1h49
  Thiago "El Cid" Cardim

@Guilherme: Ficar quietinho? Não, acho que não. Obrigado pela preocupação. Mas se eu fosse baterista, poderia falar mal do Lars? Tá certo. Por favor, vamos deixar este argumento estúpido de “para falar de música, você precisa ser músico” de lado. Isso é anos 80 demais. Só você e o Ed Motta ainda acham isso! :-)

@rocket: “Enter Sandman” é mesmo uma música da geração MTV, ué. Uma canção que fez o Metallica ganar um outro tipo de público. Mas isso não quer dizer que seja ruim, em nenhum momento eu disse isso. Uma coisa jamais invalida a outra. “Thriller” é um disco da geração MTV - e é simplesmente sensacional!

@surfwow: esta vale para todo mundo - não coloquem palavras na minha boca! eu não disse que o lars é um baterista ruim, tampouco que ele não é criativo. só disse que o acho limitado. e acho mesmo. atualmente, entre os músicos do metallica, ele é aquele que menos desempenha seu papel. ele está longe de representar para a bateria o que o kirk hammett representa para a guitarra, por exemplo.

e viva a discussão sobre qual disco é melhor, sobre qual banda é superior! é disso que vive a internet! :-)

16 de Outubro de 2008 às 8h43
  Thiago "El Cid" Cardim

ah, é, me esqueci de um:

@jv: e em que momento da crítica vocês me viram dizendo que não gostei do CD? disse até que “my apocalypse” está entre as melhores músicas do ano na minha lista! é um bom disco, muito bom mesmo. não é espetacular. mas é bom, caramba. recomendado. aprendam a ler as entrelinhas! :-)

16 de Outubro de 2008 às 8h49
  Blaze

@tourinho

Aquele do Testament, puta que pariu, aquilo sim tá do caralho!

Chuck Billy = ALL

16 de Outubro de 2008 às 10h13
  Will Sparrow

Falando de álbum bom em 2008… me esqueci de um: o mais recente do Helloween, Gambling with the Devil. Eu pelo menos adorei! xD

16 de Outubro de 2008 às 11h00
  William

Sem duvida é o melhor album desde o and justice for all.Mas dizer que Cyanide “é uma música dispensável,achatada, sem altos e baixos, com um instrumental repetitivo e que não acrescenta em nada ao resultado final”…sem duvida não acrescenta em nada no resultado final da sua resenha, pois, é uma musica fodastica e o que é mais legal nela é seu instrumental repetitivo e blablablabla……

16 de Outubro de 2008 às 13h21
  Blaze

@will sparrow

Não gostei muito desse cd. Andi Deris ao vivo é um estouro, mas esse cd não colou pra mim. =S

@william

“Cyanide” é uma daquelas músicas que você tem que ouvir algumas várias vezes pra falar “tá, essa música é legal”.
Ninguém (acredito eu) se acostumou com a música, por isso neguinho fez cara feia.

16 de Outubro de 2008 às 17h44
  Guilherme

Não falei q precisa ser musico para falar de musica, até pq acredito que musica é para todos. Agora criticar um musico enquanto sua tecnica, ainda mais um baterista consagrado como o Lars, que imortalizou frases na bateria em “One” e “Master of Puppets”, demonstra no mínimo um conhecimento mto raso sobre bateria e musica.

16 de Outubro de 2008 às 19h08
  surfwow

@Thiago “El Cid” Cardim

Opa, palavras na boca nunca, ñ confunda. Só estou exercendo a democracia discutindo sobre o músico.
E no fim ñ é p/ isso q serve as resenhas?

16 de Outubro de 2008 às 20h10
  opivm

Sr. “Cala a boca, jornalista”: sorry, mas chamar o Lars “Mimimi” Ulrich de baterista consagrado foi o fim de toda a sua pobre argumentação. John Bonham tá se revirando, rapaz…

16 de Outubro de 2008 às 20h55
  Guilherme

@opvim
Tomou as dores?
John bonham se revirando no tumulo? Acho q não meu amigo, se vc considera o lars um baterista mimimi por não fazer viradas mirabolantes e expremer os compassos com notas, vc com certeza não entende o mestre bonham tbm, q acreditava em tocar oq era necessário para musica, manter-se simples.
Sou um grande fã de Led e não vou comparar os 2, até pq achei a comparação infeliz, é incontestavel a importância e genialidade de john bonham. O que logicamente não vem inteferir em nada na importância de Lars para bateria e principalmente para o Metallica.

16 de Outubro de 2008 às 23h29
  Felipe

Esse álbum supero minhas expectativas!!! Grande bosta, já que elas não eram lá essas coisas.

Agora, álbum bom mesmo de 2008 é o Black Ice do AC/DC, esse sim! Acho que lança semana que vem, maaaaaaaaaas já vazou na net há tempos. Fica a dica.

WAR MACHINE!

16 de Outubro de 2008 às 23h38
  Rê

Oi, El Cid!
Não tive tempo para ler a matéria inteira, mas fico feliz em ver seus posts novamente aqui no Judão! =D
Vou ouvir o cd no final de semana e depois comento!

17 de Outubro de 2008 às 8h33
  Rodrigo Braga

@galera

Tudo isso que vc´s estão falando reflete em uma coisa que eu falei que é uma puta sacanagem falar que o Lars é ruim, e esquecer tudo o que o cara já fez. Que é diferente, por exemplo, do Iggor Cavalera, que foi um dos melhores bateristas que eu já vi tocar, criativo e tal e que hoje é DJ.

17 de Outubro de 2008 às 12h29
  MENINO-LEGO

A mesma lenga-lenga de sempre!

APOSTO que se HOJE o METALLICA lançasse o KILL’EM ALL ia ter neguinho aqui choramingando, dizendo que o disco é uma merda, que o Metallica quer ser punk, blá, blá, blá…

Aposto minha coleção de Superaventuras Marvel da Abril.

O problema é que esse povo insiste nessa merda de “COMPARATIVIDADE”! Tudo tem que ser comparado o tempo todo!
Se analisado isoladamente, DEATH MAGNETIC é o melhor álbum de metal dos últimos anos. Só tem música foda… Até CYANIDE tem seus méritos.

18 de Outubro de 2008 às 16h01
  opivm

@guilherme

Sofisma é uma merda, né? Ninguém fez comparação alguma. :)

E, uai, tomei as dores. Algum problema?

18 de Outubro de 2008 às 20h58
  PreCog

Lars Ulrich músico limitado?! Essa crítica sim é limitada.
Rachou minha cara, El Cid.

19 de Outubro de 2008 às 12h23
  Guilherme

@opvim
Fiquei surpreso que tu conheça filosofia, só tentei encontrar alguma lógica nos teus comentários, tu q gostas de filosofia deveria empregar mais ;)

19 de Outubro de 2008 às 21h15
  mclane

MENINO-LEGO: ‘Se analisado isoladamente, DEATH MAGNETIC é o melhor álbum de metal dos últimos anos.’

OMFG!!! Parou de ouvir metal nesse período rsrs

Isoladamente, DM é só um álbum do Metallica. Se comparado a outros álbuns lançados de 2000 para cá, não chega nem aos 10 primeiros…

20 de Outubro de 2008 às 15h48
  Calote

Dane-se o Metallica e suas tentativas, que venha o AC/DC.

20 de Outubro de 2008 às 17h31
  Salsicha

Cara não acredito que tive saco para ler todos os posts, deste cd não tenho muito o que falar pois só ouvi 4 músicas, mas acho que o pessoal ta pegando pesado demais querendo que o cd fosse o “Melhor cd de metal de todos os tempos”. ta certo que os úlimos trabalhos dos caras não são lá grande coisa (confesso que até gostei do RE-load) mas acho que eles tão tentando se redimir e esse é um ponto positivo para os caras. Só espero que
não demorem mais cinco anos para lançar um outro albúm, acho que de 02 em 02 anos tava ótimo e quem sabe numa dessa eles acertem a mão e lancem um novo clássico. É esperar para ver.
E também acho que o Lars tá decaindo com o tempo.

21 de Outubro de 2008 às 1h16
  Will Sparrow

@blaze
O Deris ao vivo é realmente fenomenal! mas sei lá, curti bastante a sonoridade desse último deles… o show então, nem se fala! *-*

21 de Outubro de 2008 às 17h53
  sdr4ever

gosto de metallica, mas sou obrigado a concordar com o primeiro post do mclane… james, vai fazer umas aulas de canto vai… o resto eh um monte de coisa jogada aleatoriamente

24 de Outubro de 2008 às 9h01
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