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Sábado, 16 de Fevereiro de 2008
Mais o TOP10 de Bandas Internacionais do El Cid! =D

Principal expressão musical do movimento hip-hop, uma das mais conhecidas histórias a respeito do batismo do RAP diz que se trata originalmente de uma sigla: Rhythm and Poetry — ou, em bom português, “Ritmo e Poesiaâ€. Embora os historiadores musicais sejam divergentes com relação a esta explicação, a coisa até que faz sentido, já que o ritmo, herdeiro direto de gêneros negros como o funk e/ou o soul, é calcado especialmente nas rimas fortes e na forma “falada†de cantar, como que fosse alguém a declamar uma poesia. Mas basta uma audição nada cuidadosa dos rappers que a mÃdia estadunidense enfia pelos nossos ouvidos todas as semanas nos últimos anos para pensar: onde diabos foi parar o ritmo deste rap? E o que dirá então a poesia?
Antes da reflexão, é necessário um pouco de história…
O grande ancestral do rap são mesmo os “toastersâ€, mestres de cerimônia que eram as maiores atrações dos chamados Sound Systems, bailes que rolavam nas ruas das vizinhanças pobres da Jamaica. Na década de 60, estes “toasters†eram mais ou menos como os atuais MCs, fazendo discursos inflamados sobre temas polÃticos e sociais, mas sem deixar de apimentar com um pouco de humor e sacanagem. Na década seguinte, quando uma onda de jovens jamaicanos foi para os EUA em busca de uma vida melhor, os “toasters†seguiram junto. E na periferia de Nova York, o rap ganhou a forma atual que se tornou mais comum para os nossos olhos e ouvidos. Ou, quem sabe, aquela que deveria ser a forma atual. Porque o negócio degringolou geral.
Inicialmente um tipo de música que servia como brincadeira para animar as festas dos negros em meio à miséria da Terra do Tio Sam (ah, você realmente achava que nos EUA não existiam pobres e muito menos desigualdade social? Conta outra, Hollywood!), o rap logo virou a voz dos excluÃdos. Assim como foi o punk outrora, o rap expunha sem dó nem piedade as mazelas de um segmento da sociedade que pouco era ouvido pela classe artÃstica. O Public Enemy, capitaneado pelo polêmico Chuck D, criticava o governo e a mÃdia, fazendo fortes denúncias de racismo e engajando-se abertamente nas causas dos grupos negros dos EUA. Um pouco menos ativistas, os nova-iorquinos do Run DMC eram igualmente antipreconceito, quebrando não apenas fronteiras sociais como musicais ao rimar sobre bases de heavy metal e trazer os roqueiros brancos do Aerosmith das cinzas depois da bem-sucedida regravação de “Walk This Wayâ€. E o que dizer, então, dos moleques do Beastie Boys, que ousaram fazer rap mesmo sendo uns branquinhos folgados com um senso de humor non-sense afiadÃssimo, flertando nitidamente com o pop e com a música eletrônica — além de promover a aproximação com o punk por conta da cultura do “do it yourself†que ambos os estilos compartilhavam?
Pois é. Bons tempos aqueles.
No meio dos anos 80, veio então o chamado “gangsta rapâ€, uma exaltação ao estilo de vida dos bandidos e marginais — e, com a batalha entre Tupac Shakur e Notorius B.I.G. que saiu do campo das idéias e acabou em tiroteios bem reais, ele virou sinônimo do que deveria ser o rap “de verdadeâ€. Mais “forteâ€, tá ligado? De lá para cá, o rap cantado em inglês que domina as rádios tornou-se, em sua maior parte, uma música de caráter absolutamente machista, tratando as mulheres como cachorras tão dispensáveis quanto os carrões ou os cordões de ouro que eles tanto amam, levantando a bola de traficantes, idolatrando a utilização das drogas e defendendo a utilização de chumbo grosso para resolver qualquer problema. Ou seja: catzo, onde foi parar o diacho da consciência social que era a marca registrada do rap desde os primórdios? Perguntem a um idiota como o 50 Cent, que se orgulha de quantos tiros tomou e de quantas vadias — como aquelas imbecis sexualizadas em seus videoclipes, rebolando mais do que a Carla Perez no É O Tchan — ele come por noite.
Mas não pense que parou por aÃ, porque o rap ganhou recentemente um outro lado, tão triste e deprimente quanto este. São aqueles músicos que seguiram o caminho daqueles outros jovens “sambistas†brasileiros de meia-pataca, e que criaram o chamado “pagode†— aquele que, no fundo, não passa de um rasteiro “pop românticoâ€. Se você costuma acompanhar a 88FM, deve lembrar-se desta conversa… Este é o caso de “rappers†como os teens Chris Brown e Bow Wow, o jamaicano Sean Kingston e o insuportável senegalês Akon (AFE!). Seus refrões-chiclete servem para esconder batidas sempre iguais, repetitivas e invariáveis de uma canção para outra, e letras de um romantismo barato e duro de aturar.
No Brasil, a situação parece soar ligeiramente diferente daquela vinda da América do Norte. Sim, o gangsta rap existe por aqui — e suas letras, que em nada diferem dos chamados funks “proibidõesâ€, falam em defesa da bandidagem que ocupa os morros e dão aquela falsa impressão, muitas vezes “comprada†pela opinião pública, de que todo mundo que mora nas favelas e/ou subúrbios brasileiros anda com uma arma na mão querendo assaltar a classe média encastelada. Mas, graças a Orfeu (o deus da música, homem!), eles são a minoria.
O que não faltam são músicos conscientes como MV Bill, 509-E e Rappin’ Hood (que, muito antes de Marcelo D2, já misturava rap com samba) para tentar tirar a molecada do caminho das drogas e da criminalidade, mostrando que existem outras saÃdas — e tudo que você precisa é lutar contra aquele estereótipo babaca de como deveria ser a sua vida no futuro. Também é bom conviver com o humor do tipo metralhadora do carioca De Leve. E mesmo toda a contundência e aspereza dos Racionais MCs, que não têm papas nas suas rimas para cutucar as feridas abertas do nosso cotidiano, tem um importante papel neste sentido de conscientização. Uma música como “A Fórmula Mágica da Pazâ€, por exemplo, tem um trecho que é direto ao ponto – mas sem perder a sutileza:
â€Na roda da função mó zoeira / tomando vinho seco em volta da fogueira, a noite inteira, só contando história, sobre o crime, sobre as treta na escola / Eu não tava nem aÃ, nem levava nada a sério, admirava os ladrão e os malandro mais velho / Mas se liga, olhe ao seu redor e me diga: O que melhorou? / Da função quem sobrou? / Sei lá, muito velório rolou de lá pra cá / Qual a próxima mãe que vai chorar? / Há, demorou mas hoje eu posso compreender / Que malandragem de verdade é viverâ€
Ora, vejam só. E quem foi que disse que a gente precisa mesmo usar os ianques como espelho para fazer boa música? Melhor assim, não?
PS 1: Depois que me referi ao Iron Maiden como sendo uma das minhas bandas “Top 5†e ao Kiss como uma das minhas bandas “Top 3â€, teve muita gente me perguntando qual seria este meu tal “Top 10 de Bandas Internacionaisâ€. Assim sendo, publico o dito cujo logo abaixo — afinal, como todo bom nerd, adoro fazer listas e, como um genuÃno leonino egocêntrico, adoro mostrá-las para todo mundo. Vale lembrar ainda que este é um ranking 100% pessoal. Meu, meu, e absolutamente meu. E, de tempos em tempos, as posições abaixo do 5 podem mudar.
o1) Queen
o2) Blind Guardian
o3) Kiss
o4) Iron Maiden
o5) Aerosmith
o6) Scorpions
o7) Edguy
o8) Manowar
o9) Stratovarius
10) System of a Down
PS 2: Para aqueles que estão se perguntando o que aconteceu com a 88FM naquele modelo “clássico†que vinha sendo publicado no Judão desde o ano passado, um esclarecimento: preferimos desmembrar a dita cuja para que a área de música ficasse atualizada de maneira mais “quenteâ€, gerando conteúdo para que o senhor, caro internauta-ouvinte, retorne sempre que possÃvel, e não apenas uma vez por semana, para saber tudo que está rolando no mundo da música. A coluna propriamente dita se tornou quinzenal, enquanto as dicas de coisas para ver e ouvir, as rapidinhas e agenda de shows vão sendo publicadas como notÃcias ao longo da semana. Esperamos que vocês gostem da proposta!
Comentários
Já são 34 sobre esse post -- até agora
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Stéfano
axo q você não errou em nada d tudo isso q falou..
curto mto rap e vejo essa diferença q veio com o tempo.. a vdd é q o capitalismo tomou conta do rap e fez mtos q antes falavam sobre problemas sociais falarem hoje da riqueza, etc..
o helião se não me engano q uma vez disse, perguntado sobre oq axava do 50 cent e as letras dele, q o rap consiste em falar do seu dia a dia, da situação q você enfrenta todo dia, as dificuldades..
e o 50 cent fala exatamente isso, só q o dia a dia dele mudou.. ele fala da fortuna e da fama q ele ganhou com o rap, das mulheres q ele come todo dia como vc falou..
é totalmente idiota, mas se você levar pela “definição”, ele simlpesmente tá mostrando a situação q ele vive..
infelizmente a preocupação atual é em fazer música pra ganhar dinheiro, e não pra mostrar pelo q passam as camadas mais abaixo na escala social..
16 de Fevereiro de 2008 às 12h15
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Rafael
Opa finalmente falaram de um assunto que eu entendo 
No caso do rap, sempre achei o brasileiro muito melhor que o rap norte americano. O rap norte americano perdeu seu rumo, mas cantores como eminem ainda mostram esse lado de criticas (na verdade acho que ele é o unico rapper americano da atualidade que faz isso).
Quanto ao akon acho que você foi um pouco pessado com ele, esta certo que as musicas dele são puralmente comerciais, mas ele tem musicas legais e boas de se ouvir.
50 cent já da época do get rich or die tryin (quando ele ainda não era tão rico) fala de sexo, dinheiro, e violência como so unicos propositos na vida, só que com o Curtis e sua musica i will kill ele se mostrou ser um rapper fraco que não merece respeito. Infelizmente o rap americano esta muito mais comercial, por isso o que realmente faz secesso como beautiful girls nem deveriam ser considerados rap.
Só para fechar vc el cid já escutou sabotagem, é um grupo brasileiro parecido com o racionais MC’s, muito bom por sinal.
16 de Fevereiro de 2008 às 13h04
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Claudio
É uma ironia dos diabos, que quem esteja fazendo rap com conciência social seja o Eminem, mas é verdade. Ele e o Outkast, na minha opinião, são os melhores nesse sentido.
Quanto ao rap brasileiro sempre achei a cena autêntica. Enquanto os americanos, nos seus clipes, glamourizam o estilo de vida das festas, carrões, mulheres, jóias, etc, os nossos rappers colocam o rap no seu trilho.
Ah, eu adoro mulheres, festas, bebedeira e tudo mais, mas a vida não é feita só disso.
16 de Fevereiro de 2008 às 13h36
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Zé
[...]e, com a batalha entre Tupac Shakur e Notorius B.I.G.[...]
Essa richa veio através da mÃdia, nunca existiu. Alimentaram-a com a (velha) desculpa dos lados, Oeste e Leste. Uns cairam nisso, aà deu no que deu.
B.I.G e 2Pac nem tinham muita ligação, mas o respeito era mútuo.
O RAP desandou? Não. Ele tomou outro rumo, crio-se outras vertentes como citados, Akon com o pop, e esses
daÃ. O RAP, ainda que difÃcil de encontrar, sobreviveu - ‘mantendo o procedê’.
Nem crucifico os novatos Sean Kingston, Chris Brown como agentes causadores ou colaboradores nesse contexto. São outros estilos, que embora parecidos não consistem na mesma idéia (no caso, o R&B).
Não confundam esses dois senão fode a mente.
Um ponto que podia ter abordado mais no texto é, junto desse gangstar rap atual, a OSTENTAÇÃO onipresente no aspecto RAP.
16 de Fevereiro de 2008 às 13h48
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Renan
Falou e disse, acredito que no Brasil existem muitos raps melhores do que os dos EUA e é muito mai crÃtico, é o verdadeiro RAP, agora eu também acho que apesar do RAP ter anscido para ser crÃtico não precisa ser, que nem o PUNK, nasceu crÃtico e agora tem bandas pop que nem Blink (que já acabou), Green Day e outras muito legais, se relembrar o passado de vez em quando ainda continua PUNK, que nem um dos CDs do GD, American idiot, punk muito bem feito, o foda é quando vira algo vendido, aà não dá para aceitar e eu acho que esses rappers são, quer ser rap sem ser crÃtico e sem ser vendido? Beastie Boys 
16 de Fevereiro de 2008 às 15h44
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Monsieur Green
Falou tudo seu El Cid. Hoje em dia é fogo, você liga o rádio e só ouve esse hip-hop rastaquera, que só fala de maconha, bunda e de matar o rival. Nem dá pra diferenciar um do outro! E como você bem falou, ainda tem esses pseudo-rappers de voz esganiçada que nem o pentelho do Akon com aquelas musiquinhas melosas, pras mulheres esquecerem que os outros rappers as chamam de cachorras.
E que tal um matéria sobre a história do rap um dia hein =D?
16 de Fevereiro de 2008 às 15h53
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Jackson
PQP!!!!!!!!!!
As duas primeiras do Top 10 são as mesmas pra mim!!!!
Sobre o rap, nunca fui fã, o estilo das roupas e a própria batida e música falada não me descem. Mas respeito os primórdios de crÃtica social.
16 de Fevereiro de 2008 às 16h20
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Eruntalon
Gostei da mudança da coluna. Ela dividida fica mais limpa, mais clara e mais objetiva.
16 de Fevereiro de 2008 às 16h24
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Vandré
El Cid, muito foda essa coluna. Eu não gosto de RAP, mas sempre tive essa mesma opinião. Aliás, todas as suas colunas são ótimas, sensatas ao extremo e oportunas igualmente.
Doidimais! xD
16 de Fevereiro de 2008 às 18h01
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SidFG
Mas falou merda pqp…
existem gostos diferentes Ok?
16 de Fevereiro de 2008 às 19h23
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Gregory
Concordei com absolutamente TUDO. Exceto sua lista, claro 
16 de Fevereiro de 2008 às 19h28
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Dissident
Muito bom esse seu texto sobre o Rap. Exemplificou com excelência todos os “destaques” desse estilo, não confundindo com as outras vertentes do R&B.
Só que, apesar de no Brasil termos bons nomes, certamente o mais ouvido e divulgado de forma inútil em nossas periferias e consequentemente pela playboyzada, continua sendo o Gangsta-Rap Nacional. Que na minha opnião é um lixo. Lixo. E Lixo.
Parabéns pela coluna.
16 de Fevereiro de 2008 às 20h18
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Stéfano
@rafael
realmente o Eminem é qm ainda faz esse tipo d crÃtica.. é, como disseram, até irônico, já q ele q abriu as portas pra 50 cent e mais uma cambada fazer sucesso na mÃdia..
e tipo, tem mtos otros rappers q continuam a usar suas rimas para expor a realidade, mas como oq vende discos nao eh falar da realidade e sim do mundo perfeito, eles vivem no underground, sem apelo da mÃdia, desconhecidos..
16 de Fevereiro de 2008 às 22h04
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Renan
O Top 10 não tem nenhuma banda MUITO boa, na minha opnião 
O meu top 10 é completamente diferente, rs. Odeio heavy Metal 
16 de Fevereiro de 2008 às 22h17
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Rock
não acredito que li isso…
olha as bandas q vc gosta!!!
o1) Queen
o2) Blind Guardian
o3) Kiss
o4) Iron Maiden
o5) Aerosmith
o6) Scorpions
o7) Edguy
o8) Manowar
o9) Stratovarius
10) System of a Down
só tem banda satanista aÃ!! nas músicas dessas bandas aà só palavras de amor ao satã… como pode, um cara que ouve essas bandas vim falar merda… ai ai ai…
¬¬
16 de Fevereiro de 2008 às 23h10
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Aleo [TVMundU!]
Lembram-se do TIC TAC O TEMPO VAI PASSANDO E EU AQUI SENTADO NO BANQUINHO CONVERSANDO?” Boa demais!
16 de Fevereiro de 2008 às 23h24
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no
Orfeu nunca foi um deus na mitologia grega e, ademais, o deus da música, entre os gregos, era Apolo =D
Em segundo lugar, porque para uma música ou rap ser bom tem que ter letras pseudo-polÃticas ou pseudo-conscientes? Das bandas aà do teu top, eu vejo tanta letra absurdamente patética e nem por isso perdem o valor musical (veja os Ramones, por exemplo).
Quer se politizar? Quer se “conscientizar”? Vai ler um livro meu filho, que de um bando de ignorante músico tu não vai tirar grandes coisas não.
16 de Fevereiro de 2008 às 23h33
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Gusta
gostei da coluna… Qdo li o tÃtulo pensei que vc não iria lembrar dos bons, coisa q vc fez mto bem.
Mas como amante pesquisador de hip-hop underground, posso falar que o hip-hop norte americano ainda está anos luz a nossa frente. É incrivel o numero de MC’s e produtores de rap de qualidade lá.
Ou seja Rafael, o Eminem não é o único que ainda faz crÃticas.
16 de Fevereiro de 2008 às 23h39
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Eazy Kaos
Sempre fui leitor assÃduo deste site e desta vez vocês colocaram em pauta algo que tem tudo a ver comigo. Parabens pela forma transparente e imparcial que trataram sobre o RAP e concordo com 98% de tudo que foi escrito. E deixo aqui uma dica pra quem quer ouvir rap gringo que mantem o ritmo e a poesia: Ouçam Scarface, Nas, Mos Def, Trae, Talib Kweli, K-Rino, etc… []’s
17 de Fevereiro de 2008 às 0h17
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Clint
Eu li tanta merda nos comentários e na própria coluna em si que eu prefiro ficar calado e nem expôr minha opinião. Só vou dar um toque.
Está acontecendo bem debaixo de seus narizes.
17 de Fevereiro de 2008 às 1h22
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V
Ótima coluna. Perfeita.
Gostei do seu Top 10, interessante que alguém prefira Blind Guardian a Iron Maiden, pois pra mim o primeiro nunca chegou e nunca chegara aos pés do segundo, mas claro, isso é minha opinião.
17 de Fevereiro de 2008 às 4h13
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maroc
Na verdade o que se considera o primeiro rap, o cara cantando “falando” em cima de um som de flauta, Gil Scott Heron em The Revolution Will Not Be Televised…
17 de Fevereiro de 2008 às 12h28
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Rafael
@Stéfano e Gusta
Infelizmente eu não conheço muito o rap underground americano. No caso citei o eminem por que na hora foi o unico que eu consegui lembrar, mas entre os conhecidos da grande massa ele é o principal rapper que faz criticas em suas musicas.
17 de Fevereiro de 2008 às 14h48
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Carlos
Voces tao é sentindo falta do Marshall Mathers=P
é…realmente chato hj em dia ficar escutando esses sean kings da vida…
17 de Fevereiro de 2008 às 18h19
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Macaco Rato de Sumatra
putz…pensava que só eu na face da terra achava esse 50 cent um boçal
17 de Fevereiro de 2008 às 22h06
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Stéfano
@gusta
ele nao eh o unico, graças a deus q nao, mas oq eu queria dizer é q ENTRE OS QUE ESTÃO NA MÃDIA, ele é qm tem mais destaque msm..
é como eu disse, criticar a sociedade e falar da merda na qual você vive não vende discos.. mas falar do mundinho perfeito e d merdas patéticas SIM, infelizmente..
o pessoal underground d lá nao xega ao nosso conhecimento pq a mÃdia q foca neles é local, não tem repercurção internacional.. pra conhecer esse tipo d trabalho c tem q dá uma boa pesquisada ou ter alguem d lá q t ajude..
um amigo meu moro nos EUA por uns 4 anos e vinha diretao pro Brasil.. e o kara sempre trazia uns cds d pessoal desconhecido (pra nós) q tinham músicas sensacionais..
@Macaco
hehe kara, acredite, você não está nem um poco sozinho..
não generalizando, mas qm gosta dele é o pessoal q gosta d qqr coisa q aparece na TV e q vira sucesso.. nao importando a bosta q seja..
ou seja, os q nao tem opinião própria..
17 de Fevereiro de 2008 às 22h19
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robotic
Vocês têm que tirar isso de ‘não tem opinião própria/são influenciados pela tv’ da cabeça… E parar pra pensar que muitas pessoas não ouvem a música pela letra e sim pela melodia, que se for agradável ao ouvido das mesmas, ELAS VÃO OUVIR E PONTO FINAL. Pode ser um rap falando de pirulitos e niggalifestyle, Calypso, qualquer coisa.
É tudo questão de AGRADAR os ouvidos, independente de qualquer outra coisa.
E quanto a coluna, concordo com tudo que foi dito @@.
17 de Fevereiro de 2008 às 22h58
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Rafael
só completando o que o robotic, também pode falar de lojas de doces, cafetões e bengalas magicas(?).
Mas o que o robotic falou está certo muita gente que não fala inglês pode escutar musicas como por exemplo peep show do 50cent,e pensar que ela fala coisas bunitinhas. Porém se o ser humano entende o que o meio dorlar fala na musica e goste dela por sua melodia, faça me o favor, essa pessoa precisa de um tratamento psiquiátrico
18 de Fevereiro de 2008 às 1h35
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Lucas Ziderich
O rep(ritmo e poesia) brasileiro eh INFINITAMENTE superior ao americano, apesar de nao ter o mesmo espaço na midia, basta ver a letra de musicas do Emicida, Marechal, etc
Tirando umas excessoes(2pac,talib,mosdef,etc)
o rap gringo se resume a um completo LIXO.
18 de Fevereiro de 2008 às 2h13
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Guilherme
FODA!
Esse gangsta rap já deu no saco mesmo. o interessante é notar o tamanho da ignorância dos indivÃduos. Agora, ricos, cantam idolatrando as marcas de tênis, bebidas, as pedras preciosas e todas essas coisas que quando pobres não conseguiam comprar, e é bem provável que fossem explorados por elas, nas fábricas e tal.
engraçado, no mÃnimo.
E esse Akon, pelamordedeus, é o hitmaker de música chata, nunca và coisa igual!
18 de Fevereiro de 2008 às 9h36
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Jaguncio
50 cent, Eminem? Akon????????
Isso que da falar de um assunto que não entende, só falou merda.
Só pra entender, seria o mesmo, se um Rapper fizesse uma matéria criticando o rock e só conhecesse Elvis e Beatles. O Rap (underground) continua muito bom, mas é claro que não é na MTV ou numa Rádio que se vai ouvir… Esses Rapizinho pop ae acho que não tem ninguém (Brasileiro, Americano, etc) que é do Rap mesmo que curte, é só da umas pesquisadas nos blogs aÃ………
18 de Fevereiro de 2008 às 10h13
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Gabriel
Não critique o Rap pelo baseado no que você assiste na MTV…
É o mesmo que criticar o Rock nacional baseado em NX Zero, CPM 22, ou outras porcarias.
Se alguém fala sobre sexo, drogas e etc é porque há um grande público pra isso.
É como estar no Rio de Janeiro e não tocar funk numa festa.
Há muita coisa boa por aÃ, procure por De La Soul, por exemplo…
19 de Fevereiro de 2008 às 10h32
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Alexandre
PELAMORDEDEUS!!! Esse Sean Kingston é mais uma porcaria que virá encher os bolsos com o dinheiro do brasileiro otário!!! Um cara desses morreria de fome se dependesse de minha presença em seu show. Letra pobre e sem conteúdo, melodia pÃfia e intérprete ridÃculo. LAMENTÃVEL…
Isso aà galera, enfiem o seu dinheiro no cofrinho desse gordinho tosco hahahaha
10 de Março de 2008 às 14h53
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Pablo
Vamos prestar mais atenção no rap, a mÃdia pode fazer o que ela quer,realmente é uma palhaçada isso que eles chamam de rap(sean kingston,rhianna etc..) nem se enquadram mais nao podemos fazer nada, a unica palavra certa é o conhecimento, vamos buscar, conhecer que existe sim rap atual underground que fazem sim o verdadeiro rap, deixar a midia de mão que é verdadeiro atraso, alias não devemos nem debater isso, midia vs rap vai ficar assim mesmo um bom tempo, vamos ficar velho e ai? Um salve a todos verdadeiros guerreiros do rap.
24 de Março de 2008 às 2h10
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