Na minha coluna a respeito da possível morte declarada do CD, toquei no assunto bem por cima, sem entrar em maiores detalhes ou quaisquer juízos de valor. Mas tenho visto, seja na imprensa ou mesmo na mesa do boteco, muitas opiniões divergentes a respeito desta pergunta. Eu quero que vocês dêem as suas opiniões, agora [...]
Na minha coluna a respeito da possível morte declarada do CD, toquei no assunto bem por cima, sem entrar em maiores detalhes ou quaisquer juízos de valor. Mas tenho visto, seja na imprensa ou mesmo na mesa do boteco, muitas opiniões divergentes a respeito desta pergunta. Eu quero que vocês dêem as suas opiniões, agora mais do que nunca, com todo o embasamento que sei que a maior parte de vocês tem. Porque a minha opinião, que não é das mais simples, segue logo abaixo. Sei que o assunto é cabeludo e espinhoso. Não achemos que é tão fácil assim chegar a uma resposta satisfatória — se é que ela existe. No entanto, só quero deixar claro que a pergunta “baixar música é pirataria?” não quer dizer respeito a pessoas que baixam músicas para vender, seja no formato MP3 (pela internet ou em CDs repletos de arquivos digitais), seja numa mídia tradicional. Sim, sim, isso É pirataria, sim senhor. É crime, tanto quanto a venda de DVDs naquelas banquinhas de camelô, e dá cadeia (ou, pelo menos, deveria dar).
Estamos falando aqui de pessoas que baixam músicas para consumo próprio ou, no máximo, para trocar com os amigos. Isto pode ser considerado pirataria? Esta é a pergunta. E eis o que acha o seu nada modesto colunista: depende. Pode parecer uma resposta “em cima do muro”, conforme já disseram nos comentários anteriores, mas é a única que consigo dar inicialmente, antes de qualquer “sim” ou “não” precipitado. Antes do preto ou do branco, é melhor analisar os matizes de cinza. Explico.
É público e notório que o valor que os artistas recebem por CD vendido é pouco, quase irrisório, correto? Sabe-se que eles recebem muito mais pelos shows que fazem do que pelos CDs que vendem, que serviriam basicamente como produtos de divulgação — pelo menos para os músicos, já que as gravadoras ganham uma boa grana com as pequenas bolachinhas. Então, nada mais justo do que a galera baixar as canções e ajudar a divulgar o trabalho do seu cantor e/ou banda favorito? Aí, todo mundo vai aos shows, o artista enche o bolso de bufunfa e tá tudo certo. É uma espécie de versão do que o Metallica — aquele mesmo, que promoveu uma cruzada anti-Napster — promovia abertamente em suas apresentações no início de carreira, incentivando os fãs a gravarem livremente os shows, gerando os chamados bootlegs, e distribuírem em fita K7 por todos os cantos. Quem dera fosse tão simples.
Vejamos: 1) o que o artista recebe por CD pode ser pouco, mas é dele. É um direito que não lhe pode ser tirado; 2) OK, as gravadoras cobram mesmo um preço abusivo pelo produto final, acrescentando uma margem de lucro quase obscena a um material que poderia custar, sei lá, uns 15 reais e estaria mais do que justo. Mas o valor da venda do CD é usado para pagar também toda a estrutura em torno da gravação do mesmo. Os camaradas que trabalharam no estúdio (e são muitos, quem conhece os meandros do universo musical sabe o quanto de gente trabalha em um lugar destes com perfil profissional, sem levar em consideração aqueles pequenos estúdios de fundo de quintal), os produtores, os compositores e todo o restante da pirâmide hierárquica da corporação. E aí? Sim, continuo mantendo a minha posição anterior, a de que as gravadoras — na figura de seus grandes executivos — não souberam lidar com a mídia internet e agora estão correndo atrás do prejuízo. Esta culpa eu não tiro. Mas o resto dos envolvidos deve ser considerado igualmente culpado? Complicado, né?
O ponto nevrálgico desta conversa toda é o seguinte (deixando claro que este é o MEU entendimento do assunto): você agora só escuta músicas baixadas pela internet? Parou total e completamente de comprar CDs? Então. Aí fica bizarro dizer que você está apoiando o seu artista favorito. Entenda: ninguém está dizendo que você precisa ser 100% “santo”, aquela pessoa que compra todos os lançamentos do mercado que a interessam. Paciência, sabemos que isso é impossível para a maior parte das pessoas — algumas por motivos éticos, outras por motivos econômicos mesmo. Mas se eu sou fã de verdade de uma banda, posso ter quantos milhares de MP3 forem possíveis. Mesmo assim, vou continuar comprando os CDs.
Eu mesmo sou assim — e talvez este fosse o sonho da indústria fonográfica. Baixo músicas, escuto álbuns inteiros pela rede, como sei que boa parte de vocês leitores-ouvintes fazem. Só que no caso de grupos como Queen, Blind Guardian, Edguy, Kiss, Iron Maiden e outros dos meus favoritos, sempre dou um jeito de comprar os últimos lançamentos. No caso dos dois primeiros, por sinal, estou sempre guardando uma graninha para poder complementar minha coleção com as velharias que ainda não tenho em CD. E não são raras as vezes em que, mesmo depois de ter um CD-R gravado para posterior consumo, gosto tanto de um CD que, em algum momento, vou comprar o original. Aconteceu recentemente, por exemplo, com “Gods of War”, do Manowar. Achei tão legal que o MP3 não era o suficiente para mim. Queria ter o original. Mas também já aconteceu o contrário mais de uma vez: ouvi um CD inteirinho em MP3 que achei uma porcaria e tratei de deletar o arquivos na hora, para nunca mais ter qualquer sinal deles.
Ouço muito MP3 mas, para mim, nada substitui a sensação de ter o matéria, fisicamente falando, em mãos. Suas versões “virtuais” não têm o mesmo encanto. Isso vale para CDs, DVDs e até para gibis. Qual a graça de um arquivinho MP3 ali, no computador, sem sal e nem tempero? E daquele produto pirata vagabundo, mal-feito e mal-acabado? Gosto de ver a embalagem verdadeira, cores originais, encarte bem-feitinho, ali, brilhando na minha coleção. Se todo mundo que faz downloads nos Kazaa, eMule, Limewire e Torrents da vida tivesse o mesmo comportamento, talvez os engravatados homens fortes dos selos de gravação estivessem mais sossegados em seus escritórios de marfim.
Sei que talvez este seja um posicionamento que tenta encontrar justificativas, brechas dentro do que se contextualiza como certo ou errado. “Você não parou de comprar CDs, mas ainda assim faz pirataria”, diriam alguns. Discordo, mas entendo onde estes críticos estão querendo chegar – e sei que, de acordo com a lei, é tudo a mesma coisa. No fim das contas, para este que vos escreve, a pergunta cabal e ideal seria: “Você acha que VOCÊ faz pirataria?”. Responda sinceramente. E vamos que vamos.
» Esta entra para o rol de notícias musicais bizarras de 2007: uma professora estava fazendo hora-extra no colégio Booth Free, em Norfolk, no estado de Connecticut (EUA). Aí, ela ouviu uma frase aterrorizante falada ao microfone: “Você está na selva, baby, você vai morrer!”. Apavorada, ligou para a polícia e, minutos depois, o prédio estava apinhado de oficiais e cães farejadores – que encontraram dois alunos e o zelador cantando num videokê. A música? “Welcome To The Jungle”, dos Guns ‘n’ Roses.
» Com previsão de lançamento para o mês de abril do ano que vem, o novo disco de Alanis Morrissette já tem até nome: “Flavors of Entanglement”. O produtor é Guy Sigsworth, que já trabalhou com as divas pop Madonna e Britney Spears. O que isso quer dizer? Sei lá, me diga você.
» Aconteceu na sexta passada (14), durante uma apresentação dos brasileiros do Cansei de Ser Sexy na cidade inglesa de Brighton. A vocalista Lovefoxxx estava lá cantando (?), toda lépida e saltitante, quando de repente: POW! Levou um sapato no meio das idéias. Irritada, ela abandonou o palco — o grupo apenas finalizou a canção e também saiu de cena. Bom, caro leitor-ouvinte da 88FM, você me perdoe, de coração, mas como não tenho qualquer compromisso com o politicamente correto, só me resta um comentário a fazer: HAHAHAHAHAHAHAHAHA!
» A revista ianque Billboard fez o seu tradicional levantamento a respeito dos artistas que mais encheram os bolsos de bufunfa com turnês este ano. E quem ficou com a medalha de ouro foram os integrantes do The Police que, em sua turnê de retorno, faturaram a bagatela equivalente a R$ 380 milhões. E isso contando apenas as performances até o dia 13 de novembro, o que exclui imediatamente o show para 80 mil pessoas que o trio fez no Maracanã. O 2º lugar ficou com outro retorno, o do Gênesis, deixando o pseudogalã Justin Timberlake em terceiro.
» E a Rolling Stone gringa elegeu as 100 melhores canções de 2007 — deixando o rapper Jay-Z em primeiríssima posição com “Rob Boys”. Prometo que ainda vou falar um pouco sobre o que acho da atual cena do rap da Terra do Tio Sam… Mas, por agora, a listagem dos dez primeiros segue abaixo:
1) Jay-Z - “Roc Boys”
2) Randy Newman – “A Few Words in Defense of Our Country”
3) Rihanna - “Umbrella”
4) Justice - “D.A.N.C.E”
5) Bright Eyes - “Four Winds”
6) Lil Wayne - “Dough Is What I Got”
7) Amy Winehouse – “Rehab” Bruce Springsteen - “Long Walk Home”
9) M.I.A - “Boyz”
10) UGK - “Int’l Player’s Anthem”
Veja todos os 100 listados pela publicação clickando aqui.
» Em janeiro de 2008, o Slipknot começa a trabalhar nas canções de seu quarto disco de estúdio, ainda sem título definido.
» Janeiro também deve ser o mês, segundo mensagem postada pelo baterista Jimmy Chamberlain no site oficial do grupo, no qual os Smashing Pumpkins lançam material novo para os fãs.
» E a Madonna será um dos nomes a ser indicado ao Hall da Fama do Rock and Roll durante a tradicional cerimônia que acontece em março do ano que vem. Além dela, receberão a homenagem Leonard Cohen, John Mellencamp & The Dave Clark Five e The Ventures, banda de surf music formada por Don Wilson e Bob Boglena década de 50.
» Vocalista do Nevermore, Warrel Dane definiu o titulo de seu primeiro disco-solo: “Praise to the War Machine”. A produção foi toda feita ao lado do ex-guitarrista do Soilwork, Peter Wichers, que co-escreveu a maior parte das canções ao lado de Dane. “Não soa como o Nevermore e, eu penso, vocês sabem, se soasse, não haveria muito sentido em fazer um projeto paralelo”, explicou o músico. “É claro que é metal. Acho que é uma espécie de hard rock com pitadas de metal”.
» “Robbie Williams não vai a voltar à banda. Não acho que haja espaço para ele nela”. Esta é a frase incisiva de Gary Barlow, do Take That, em entrevista à revista “Big Issue”.
» Outra frase interessante veio da boca de Paul McCartney: “Todos na EMI terminam fazendo parte da mobília. Eu era um sofá e o Coldplay, uma poltrona”, disse o ex-beatle a respeito de sua antiga gravadora para o jornal “The Times”.
» Em entrevista a uma revista russa, Dmitry Medvedev, vice-premiê da Rússia e provável sucessor do atual presidente Vladimir Putin, admitiu sua predileção pelo rock pesado. Na verdade, ele se diz um fanático pela santíssima trindade formada por Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple. Apreciador dos discos de vinil, Medvedev teria passado a maior parte de sua adolescência reunindo canções das bandas do Ocidente em fitas cassete para que pudesse ouvir longe dos censores — já que, na época, em pleno começo da Guerra Fria, era proibido consumir este tipo de produto.
» Em 2008, a prefeitura do Rio de Janeiro realizará, na praia de Copacabana, uma edição do “46664 World Aids Concert”, evento mundial de conscientização a respeito da doença criado por Nelson Mandela em 2003. Já começaram, inclusive, as especulações a respeito dos artistas internacionais que passariam pelo palco da apresentação: Bono Vox (U2), Elton John e a sempre tresloucada Annie Lennox.
» Por sinal, o site oficial do Queen noticiou esta história do evento e, dizem, a banda que hoje em dia tem como frontman Paul Rodgers (Free, Bad Company) poderia ser também uma das atrações cogitadas.
» Diz Lúcio Ribeiro, em seu blog oficial: entre os meses de março e abril do ano que vem, o Rage Against The Machine poderia fazer uma turnê brasileira em conjunto com o Deftones e o Cypress Hill. Informações de corredor dizem que eles teriam uma apresentação já marcada em Santiago (Chile) e a posição de headliner garantida no Quilmes Festival, em Buenos Aires (Argentina).
» Lembra daquele papo do Ozzy também desembarcar por aqui em 2008, já alardeado por aqui anteriormente graças à exclusiva da revista “Valhalla”? Então: parece que o Príncipe das Trevas vem mesmo, com abertura de Jonathan Davis e seus comandados do Korn. Será?
» Numa entrevista ao jornal “Folha de S. Paulo”, Phil Selway, baterista do Radiohead, confirmou o desejo que a banda teria em passar por aqui em 2008, para a turnê do disco “In Rainbows”.
» Diz o blog da Ilustrada, primeiro sobre Bob Dylan: parece que teremos mesmo shows em São Paulo (Via Funchal) e no Rio (Vivo Rio), na primeira quinzena de março.
» E completa, desta vez sobre o My Chemical Romance: a banda do emonerd (ou seria nerdemo?) Gerard Way se apresenta em São Paulo (Via Funchal), Rio e Curitiba. As datas devem ser entre 15 e 20 de fevereiro.
» E o blog esquizoativo sentencia: em 2008, quem passa por estas bandas também são os rapazes do Shellac, banda liderada por Steve Albini — que é ninguém menos do que o produtor de “In Utero”, último disco de estúdio do Nirvana.
Anneke Van Giersbergen já mudou muitas vezes de cabelo e agora está até mudando de banda, saindo do The Gathering e montando o projeto Agua de Annique. Mas as únicas coisas que não mudam são a sua voz doce e suave e a beleza que está longe do lado sexualizado da coisa, indo muito mais para o estilo “natural plus sensual”. Fui claro?
» No site oficial do quarteto britânico Coldplay, é possível ouvir a interpretação de Chris Martin e sua tchurma para a canção natalina “2000 Miles” — originalmente gravada pelo grupo The Pretenders em 1984.
» Já que o assunto são canções natalinas, o site MP3.com permite baixar três faixas da coletânea “Monster Ballads Xmas”, na qual roqueiros dos anos 80 reinterpretam aquelas simpáticas musiquinhas de Natal que você já conhece por osmose. Faça o download de “Jingle Bells” (Skid Row), “Santa Claus is Coming to Town” (Dokken) e “White Christmas” (Queensrÿche).
» E por falar no Dokken, banda de hard rock dos anos 80 comandada por Don Dokken, eles mandam avisar que estão vivos — e, como prova, liberam a canção inédita “Oasis” dentro de seu endereço no MySpace. A faixa estará no vindouro disco “Lightning Strikes Again”.
» Encerrando a sessão “Merry Christmas”, os punks veteranos do The Vandals soltaram no seu MySpace uma porrada de canções sobre o tema que gravaram ao longo de sua carreira. O resultado é bem divertido.
» A gravadora de Stephen Malkmus (ex-Pavement) liberou o download gratuito de “Baltimore”, canção integrante do álbum “Real Emotional Trash”. Você pode baixar acessando o endereço sem frescuras.
» Vejam que bonitinho: Ronny Munroe, vocalista do Metal Church, mostra que os headbangers também têm o seu lado sensível. Revirando suas coisas antigas, o moço encontrou algumas demos “bem simples” escritas anos antes, quando começou a sair em turnê com a banda. A diferença é que ele nunca as escreveu para o seu próprio grupo, mas sim para os seus filhos. “Sabia que não veria meus filhos por algum tempo e queria que eles tivessem uma parte de mim enquanto eu estivesse fora. Eles poderiam simplesmente pôr o CD para tocar e ouvir o que eu sinto por eles”. Não é muito fofo? “Come Along” e “In A Child’s Eyes” podem ser apreciadas no www.myspace.com/ronnymunroe.
» Depois de “Gimme More”, Britney Spears optou por transformar em videoclipe a sintomática canção “Piece of Me”, que fala sobre a perseguição que a moçoila sofre dos paparazzi. É claro que o vídeo cairia imediatamente na internet… E você confere o dito cujo bem aqui:
» Também está disponível na web um clipe sinistro para a canção “Saw Something”, do segundo álbum solo de Dave Gahan, vocalista do Depeche Mode. Se você não sabe quem diabos é o Depeche Mode, deveria fazer o favor de levantar a bunda da cadeira para ouvir um pouco de música que presta. Humpf!]
» Se você estava curioso para saber como Jack White, dos White Stripes, tinha ficado na pele de Elvis “The Pelvis” Presley, basta dar o play no vídeo abaixo para checar o que rolou. Trata-se de um trecho do filme Walk Hard, paródia das cinebiografias musicais na qual somos apresentados à história de Dewey Cox, interpretado por John C Reilly.
Na verdade, volto a usar este espaço para recomendar um DVD. Trata-se do impressionante “One Cold Winter’s Night”, dos estadunidenses do Kamelot. Gravado em pleno Rockfeller Center na cidade norueguesa de Oslo, durante um dos invernos mais longos dos últimos anos, o show consegue ser dos mais quentes, incendiário até, abarcando uma produção belíssima e digna de aplausos — e com uma platéia nórdica que, se não chega aos pés da agitação e loucura dos sul-americanos, entrou suficientemente no clima para tornar a festa completa.
Usando e abusando de efeitos de luzes, pirotecnias, alternância de cenas coloridas e em P&B envelhecido e ângulos de câmera pra lá de inusitados graças a um inteligente comando da câmera-grua, a equipe de produção de “One Cold Winter’s Night” foi além — no dueto do vocalista Roy Khan com Mari Youngblood (esposa do guitarrista Thomas e participante dos discos “Epica” e “The Black Halo”) na pungente e triste balada “Abandoned”, chega até a nevar em pleno palco.
• “I Believe In You” (Stryper)
• ”Live And Let Die” (Guns ‘n’ Roses)
• ”Vai Trabalhar, Vagabundo” (Chico Buarque)
• ”Seasons In The Abyss” (Slayer)
• ”Metal Milk Shake” (Massacration)
• ”O Destino Assim O Quis – Lencinho” (Premeditando o Breque)
• ”Lavatory Love Machine” (Edguy)
• ”Pagode Na Casa do Gago” (Bezerra da Silva)
• ”Morte aos Falsos” (Dorsal Atlântica)
• ”Zé Ramalho Song” (Daniel Belleza e os Corações em Fúria)
Comentários Já são 45 sobre esse post -- até agora
Edu Rodrigues
Gostei da coluna.
Concordo com a sua opinião sobre pirataria, pois nos faz pensar na maneira como consumimos os produtos e discos de nossos artistas favoritos.
Na minha humilde opinião, acho que não faço pirataria, pois também compro os Cds e DVDs das minhas bandas favoritas, mas antes baixo em MP3 pra ver se valem a pena.
Comprar Cds e DVDs sim, mas dinheiro não cresce em árvore, por isso não compro material ruim.
PS: Concordo com o seu comentário sobre a sapatada na Lovefoxxx. Odeio o CSS. Bandinha medíocre e sem criatividade metida a “cult”. Se acabassem hoje, já teriam ido tarde.
24 de Dezembro de 2007 às 18h11
Eruntalon
acho q depende do sentimento de cada um qdo esta baixando um CD. Se está baixando pq nao quer comprar o CD, é pirataria, mas se está baixando pra ver como é acho q não.
O que precisa ser feito é se adequar a internet.
24 de Dezembro de 2007 às 18h17
Cristiano
Quando todo mundo gravava música direto do rádio não havia discussão, nem quando passava CD ou LP pra K7 para poder ouvir no carro, ou filme da TV para assistir depois.
Eu não compro CD pirata, muito menos DVD, mas tenho minhas MP3. Dos artistas que sou fã, sempre compro, mesmo sem ouvir antes.
Acredito que só deveria ser crime quando alguém ganha dinheiro com qualquer produto não autorizado.
Por outro lado, grandes bandas quando eram pequenas sempre usaram e abusaram dos expedientes de gravações ilegais para sua divulgação. Quer dizer, depende do lado em que a pessoa está, onde está seu interesse. Hipocrisia…
24 de Dezembro de 2007 às 18h48
[Paranoid]
A coluna está excelente, com exceção desse negócio de ficar chamando norte-americano de “estadunidense”.
24 de Dezembro de 2007 às 19h21
ighorAD
Mais massa é a carinha de óculos no Bruce Springsteen
hauehauehauehauea
24 de Dezembro de 2007 às 19h23
PC
Eu tambem faço assim, quando o disco e´ de uma banda que eu gosto eu dou um jeito de comprar. Foi por isso que eu esperei dois anos ate´ comprar o meu maravilhoso e necessario Album Branco dos Beatles, que ainda assim eu so´ achei por uns 100 reais (devidamente economizados nos anos anteriores). Eu baixo discos de bandas que eu nao conheço muito, isso quando eu nao compro antes as coletaneas que sao mais baratas, geralmente. Atualmente estou baixando toda a discografia do The Who, pra ouvir enquanto eu nao achar os discos originais por um preço camarada, por mais que isso possa demorar. Baixei o “Layla” do Clapton e so´ fui achar o disco no sebo semana passada. Sem contar que os famosos bootlegs, so´ pela internet mesmo…
24 de Dezembro de 2007 às 19h43
Zephir
Bem, eu nunca compro os CDs, mesmo dos artistas que gosto. Não só de música, como também de jogos. É quase como se pedissem para que pirateassemos os CDs por causa do preço extremamente abusivo que são colocados. Comprar um CD que custa 30 reais, as vezes até mais dependendo da banda sendo que podemos adquirir de graça?
Se fosse mais barato, algo como 15 reais como você colocou, seria algo muito mais em conta e a se pensar, porque com 30 reais dá pra fazer muita coisa.
No caso dos jogos o negócio fica pior ainda. Os jogos são vendidos nos EUA em algo em torno de 20-60 dolares, dependendo se é lançamento ou não. Aí o jogo vem pra cá e fica valendo quanto? Quase 300 reais! Quem em sã consciência vai gastar 300 reais em UM jogo quando pode comprar 30 ou até mesmo 60 com esses 300?
24 de Dezembro de 2007 às 19h49
opivm
Depeche Mode é bom demais da conta. Ganhaste mais créditos comigo, sr. Cardim.
24 de Dezembro de 2007 às 20h08
JC
Caralho!!!!
The Ventures finalmente no hall da fama!!!!
ALELUIA!!!!!!!!
24 de Dezembro de 2007 às 20h11
opivm
Só para adicionar mais alguma coisinha: nessa música do Dave Gahan, o solo de guitarra é feito pelo John Frusciante, do RHCP. E a direção NÃO é do Anton Corbjin - por incrível que pareça - e sim do sr. Barney Clay (em rápida pesquisa descobri que o cara dirigiu clipe até de um tal “Bonde do Rolê”… juro que tentei escutar, mas não aguentei 15 segundos desse lixo…).
24 de Dezembro de 2007 às 20h31
Carlão
Pelo visto todo mundo aqui tem o mesmo modos operandi =P
Também baixo as músicas e dvd’s, e quando tenho dinheiro vou atrás do original pra ter na coleção(faço isso com hq’s tb), mas nunca compro cd ou dvd pirata (a não ser jogo que é uma facada violenta…).
PS: Concordo com o seu comentário sobre a sapatada na Lovefoxxx. Odeio o CSS. Bandinha medíocre e sem criatividade metida a “cult”. Se acabassem hoje, já teriam ido tarde.[2]
24 de Dezembro de 2007 às 20h33
Schetine
Quanto a questão da pirataria, vejo isso ser mais falta de competência da industria fonografica, o povo que só baixa musicas da internet e não compra CDs originais são aqueles “ouvintes casuais”, que não são fãs do artista, apenas de sua musica de trabalho. Uma solução para isso seria popularizar os singles, com preços mais acessíveis, e com outros atrativos que façam esse tipo de ouvinte consumir mais. Teve uma promoção da coca-cola que por uns trocados e umas tampinhas de coca-cola, a pessoa levava um mini-cd com umas pouas musicas, mas q na época eram hits. Outro exemplo foi o do Supla, que bateu recordes de vendas, com cd a $9,90 vendido em bancas. Portanto, em vez de se preocupar em pegar piratas, deviam ser mais criativos pra divulgar melhor os artistas, em vez de ficarem reclamando.
Eu baixo música mais estrangeira, maioria de rap, rap nacional é mais dificil baixar por principios, a grande maioria corre de maneira independente (eu faço parte dessa maioria), então você ir lá comprar da barraquinha por 10 ou cinco um cd que custa 15 ou 13 é sacanagem, ou baixar um cd inteiro, de cd gringo ou só compro se eu baixar e eu ficar doido com o cd inteiro, o que hoje em dia tá raro de acontecer infelizmente.
Caro El Cid, caso for fazer mesmo uma coluna sobre a cena do rap lá da gringolandia (E.U.A.) não se limite apenas ao mainstream por favor, tem muita coisa boa por lá apesar do nivel intelectual ter caído bastante principalmente no mainstream, recomendo 4 grupos pra você ouvir:
Bone Thugs-N-Harmony (principalmente os albums “E.1999 Eternal” e “The Art Of War”)
Tech N9ne (principalmente “Absolute Power”).
E não esqueça de falar do rap nacional por favor sem citar só Racionais.
E quanto a vocalista do Canser de ser sexy levar uma sapatada na testa, fizeram o que tinha vontade de fazer a tempos, não que graça acham nessa banda sinceramente, sem querer ofender ninguem que gosta, mas eu acho uma bosta (rimei).
24 de Dezembro de 2007 às 21h40
crivellBRA
A indústria fonográfica foi burra mesmo. Eu parei de comprar CDs definitivamente, primeiro era por causa do preço, depois por hábito. O último que adquiri já faz quase dois anos e foi num sebo. Mas é engraçado: prefiro ter DVD’s dos filmes que gosto do que baixá-los na internet.
24 de Dezembro de 2007 às 22h49
Daniel F.
É um lance complicado mesmo…
Eu comprava muito CD.mas o ultimo que comprei foi uns 3 anos atras.
Filme entao, nem se fala…Tenha uns 10 dvds originais no maximo.E tenho 816 filmes baixados na minha coleção.
A unica coisa que nao abro mao sao meus livros.
Livro no PC nao dá.Livro tem que ser de tinta no papel, como a mais de 5 mil anos é feito.
25 de Dezembro de 2007 às 2h03
Felix
Esse top 10 musicas de 2007 da Rolling Stones ta uma piada.
25 de Dezembro de 2007 às 2h35
V
Eu não compro cds e dvds piratas, pois estarei contribuindo para a máfia da pirataria. Mas não vejo mal algum baixar essas coisas pela internet. Pouca gente tem dinheiro pra torrar em cd/dvd original, se você pode baixa-las, por que não fazer? Alguém já ouviu algum casa de alguém que foi punido (preso, multado, etc.) de alguma maneira por baixar músicas? Essa é a questão, se não acontece nada, então foda-se. Se todo mundo baixa suas músicas preferidas, por que pagarei pelas minhas? Não tem argumento. A única coisa que podem dizer é que isso é errado, pois nem o artista e ninguém leva nada com isso. Tá, mas em um país com os governantes como o nosso ninguém pode apontar o dedo e falar nada.
Se tivessem criado esses sites de pagar e baixar antes, a história poderia ser diferente.
25 de Dezembro de 2007 às 2h42
miRo
tô esperando a coluna sobre rap…
tem certeza que aquela música da playlist é do Bezerra? uma vez baixei como se fosse dele, mas quem cantava não era ele, aí descobri que é do Gracia do Salgueiro…
25 de Dezembro de 2007 às 19h01
Luiz Gilberto
Baixar músicas pela internet é crime?
Resposta: DEPENDE, isto porque pela lei brasileira se você comprou um produto tem direito a ter uma cópia de proteção deste produto. Isto vale para jogos e para a música.
Por exemplo: se você tem aquele bolchão do RUSH, e não tem mais onde tocar ele e baixar toda a trilha sonora DAQUELE DISCO, NÃO É PIRATARIA. Contudo se você baixar uma música do Eagles e você não tem nada deles é pirataria.
25 de Dezembro de 2007 às 19h26
Lili
Esperando ansiosamente sua coluna sobre Rap, mr. Cardim!
Eu faço como você. Baixo música da internet para conhecer álbuns que eu me interesso… Se o material valer a pena eu compro, funciona como um test drive! Foi assim - e graças a sua coluna - que descobri o maravilhoso “Disco Paralelo”, do Ludov!
25 de Dezembro de 2007 às 23h24
Jik
“Pirataria” quebra gravadoras que soh ferram com a gente e com os artistas e divulga o trabalho dos caras que tem o que mostrar. E graças a quebra das gravadoras novos talentos podem surgir, sem precisar pagar o jabah que tantos bons musicos sufoca.
“PIRATEIE”! Quebre as gravadores, divlugue cultura de qualidade e o trabalho dos artitas que valem a pena.
26 de Dezembro de 2007 às 6h48
Cazz
(Esse top 10 musicas de 2007 da Rolling Stones ta uma piada.)ªº CUBO
26 de Dezembro de 2007 às 9h50
netto
pirataria sim…
engraçado que tem gente que baixa filmes, ou quadrinhos os series…
e na propria legenda as vezes ta escrito “nao apoiamos pirataria”..
hipocrisia?
sim…
pois te gente com imagem deturpada..
pensando q pirataria só é se vc compra num camelô..
ou se ganha dinheiro com a distribuiçao nao autorizada desses meios e midias…
….
ae q tá…. só o fato de baixar, ou ter, ou emprestar prum camarada algo que baixou e etc…. tudo isso é pirataria…
mesmo vc nao ganhando nada co isso ou nao pagando pra baixar uma MP3, filme serie HQ e etc…
isso é pirataria….
e se falarem sobre algum conteudo q nao tem no brasil..
algum filme q nao veio, alguma serie q nao tem por aqui, alguma HQ que nunca vai dar as caras por aqui… e falar que pode distribuir, só pq nao tem direitos sobre isso POR AQUI
também esta errrado…
pirataria
pirataria
pirataria
tudo isso….
..
agora.. nao pensem que to a favor ou contra de algo…
tb acho absurdo e abusivo os preços…
se um DVD q no lançament custou 45 reais… e hoje vc compra por 9 reais em qq loja (dvd original)…
isso quer dizer que no minimo os 45, poderiam ser 20 reais FACINHO no lançamento…
ou uma serie q hoje custa 150 reais, mas daqui uns 4 meses vai custar 60….
mas o q ferra é q .. isso ainda é pirataria…
até usar programas piratas no pc… (widows comprando em standcenters da vida por 10 reais)….
nao adianda… tudo isso é pirataria…
26 de Dezembro de 2007 às 12h42
netto
@V,,,,
V… a historia de que “eu nunca vi alguem ser punido”…
bem.. claro que nao da pra punir todo mundo…
mas há sim, como um dia vc se ferrar com isso…
qq um pode se ferrar, se a Policia resolver bater na sua porta….
digo isso … porque… ja vi sim.. isso acontecer.. e nao digo sobre empresas… mas sim PESSOA FISICA mesmo
26 de Dezembro de 2007 às 12h47
Garota Judônica
Boa discussão, rapá!
Eu faço parte do grupo que só ouve pela net, naaaada de comprar os cds, porque os preços são muuuuito abusivos…Se as gravadoras tomassem vergonha na face, achariam alguma solução que agradasse a ambas as partes! =/
E só não compro cds e dvds piratas porque há um tempo atrás um bastardo desses aí fudeu meu aparelho…Aí, eu peguei trauma!
E, concordo com o rapaz lá de cima…
Eu acho, na minha humilde opinião, CSS um enorme, fedorento, mole e amarelo-esverdeado monte de cocô! Eles não fazem música…São um banod de molequinhos escrotos que acham que fazem alguma coisaaa! Aquela tal de Alalala, que ao meu entender ainda tem duas versões [!] é uma coisa escabrosa! E aquela Love-sei lá o que mereceu esse sapato na testa! =P
26 de Dezembro de 2007 às 12h57
Rê
Olha, eu não compro cds há MUITO tempo! O último cd q eu comprei foi o LIpservice do Gotthard. Isso pq eu estava no show e queria que ele fosse autografado. P mim, não tem o menor sentido comprar um cd, visto q meu aparelho pifou e eu só ouço música no mp3 ou no pc mesmo, sendo assim, não tem pq eu comprar um cd para ter que passa-lo p mp3 (o que, de acordo com a lei, já é pirataria, certo??).
Mesmo q eu ame muito a banda, ainda assim é dificil comprar um cd! Eu acredito q o cd está ás vésperas de ser velado e enterrado e que, num futuro muito próximo, a música não será mais vendida, será disponibilizada pelas bandas (ou mesmo pelas gravadoras, hein?) e a fonte de lucros das bandas ( e gravadoras, pq não?) vão ser os shows, as camisetas e outros produtos licenciados! O cd, já era! Vender música tb! E, graças a Deus, que ninguém pode deter a tecnologia!
Bom, essa é a minha opinião sobre o assunto!
Bjos,
Rê
26 de Dezembro de 2007 às 14h13
Julin
Sim, faço… pois tenho MUITAS músicas baixadas…
Mas eu sou exatamente como vc, eu baixo mp3, mas compro os cds dos meus artistas favoritos
A propósito… mais uma vez, ótimo texto, ótima coluna, parabéns!
26 de Dezembro de 2007 às 14h33
Monsieur Green
Olha El Cid, depois de ler sua coluna, fica difícil dizer se faço pirataria ou não. Conheci várias bandas como Blind Guardian e Stratovarius via MP3, e gostaria de comprar seus CDs, mas o preço do CD ainda está muito alto. Um CD com 12 músicas custar 30 reais é o absurdo do absurdo.
26 de Dezembro de 2007 às 16h17
MGS Dogma
amy winehouse fede a fedor
26 de Dezembro de 2007 às 17h58
Tanaka
É pirataria e é, até certo ponto, difundida e apoiada pela “indústria”, tal é crescente o número de tecnologias gravadoras e reprodutoras de formatos de áudio em casa, no carro, no ônibus, no telefone…
É tudo pirataria.
Assim como seus Windows, seus Photoshops e Flashes que geram novos “profissionais” do ramo e sites como esse. É pirataria. Mas isso é outra história…
E Stryper é bom demais. Por onde andam?
26 de Dezembro de 2007 às 21h13
51/50
legal, gasto meu tempo escrevendo e apagam meu post, lindo isso…
27 de Dezembro de 2007 às 11h47
Turismologo
saudades do Napster… aonde no inicio tudo era legal…. achava-se todas as musicas possiveis e impossiveis. Pessoas que realmente gostavam de musicas compartilhavam versoes raras de suas bandas favoritas.
27 de Dezembro de 2007 às 12h21
Rubao
Pra resumir, acho que se o CD ficasse em torno de 15 Reais e um DVD no máximo a 25,00 as piratarias seriam bem menos. Eu por exemplo prefiro pagar 15,00 num cd original do que 5,00 no pirata! Estava no show do velhas virgens e os caras estavam vendendo os cd’s por 10,00!!! Acho que todo mundo que estava no show acabou comprando o CD e no meu caso comprei o DVD tb! Em relação as gravadoras, tenho que dizer que elas não são as unicas culpadas. Se nosso maravilhoso governo diminuisse os impostos quem sabe teriamos algo mais em conta. Então, até as gravadoras e o governo tomar vergonha na cara… vou baixar meus mp3’s sim!!!
Rapá!
O custo final de um CD em uma tiragem média (nem é aquelas de milhares de cd´s dos grandes artistas) pagando os profissionais envolvidos, material e a porra toda é de CENTAVOS por UNIDADE!!
Eu falei CENTAVOS!!
Claro que não conta a criatividade do artista! Isso vale uma boa grana também!!
Mas o negócio é que as gravadoras botam pra “fud…r” no consumidor, ue está deixando de ser otário!!
Eu compraria cd e dvd original se fosse o preço justo!
Como não é! Não compro!!
27 de Dezembro de 2007 às 13h57
Jorge
Os Artistas cobram direitos autorais sobre as musicas deles, até ai tudo bem, mas de certa forma lutar contra a pirataria seria praticamente obrigar o povo a comprar seus albuns, é quem nem na epoca do apagão, dimunuiu o consumo da luz e a luz almentou, deixando a impresa distribuidora sem prejuizo! No Brasil so existe vez qndo doi no bolso! Se eu tivesse uma banda e visse um cd e minhas musicas na internt nem ligaria, é um direito que temos! as musicas tocam nos radios, isso tb poderia ser chamado de pirataria, pq vai saber o que o ouvinte faz com a musica, grava distribui enfim! De vez dos artistas em geral ajudarem mais as pessoas q compram seus cds, vão aos seus shows, pagam seus salarios, eles querem tirar um direito acho isso totalmente errado, qualquer dia tem direito autorais pra quaisquer coisas, e pode pegar ate mesmo a internet, fotos, textos simples, HTML, enfim tudo! seria um saco! Tanta coisa pra fazer nessa Bosta de País, e ficam querendo proibir os downloads das musicas! acabem logo com essa merda de internt e vamos voltar as nos comunicarmos por carta!! Vamos arrumar as estradas esburacadas, dar comida pra quem tem fome, baixar os salarios dos politicos que não fazem nada, prender bandidos, fazer um País justo!
28 de Dezembro de 2007 às 15h39
Pedro
bom, sobre a pirataria, eu acho que a tendência realmente é que as músicas se tornem cada vez mais digital, acredito que isso seja uma boa coisa, pois com a distribuição gratuita da mídia, totalmente sem fins lucrativos, poderemos saber realmente quem gosta de música ou não.
Sou muito desprendido das coisas materiais, então acredito que não haja nada demais em baixar musicas.
Tem muita coisa envolvida realmente, direitos autorais e bla bla bla.
Mas e daí? Meu, esses caras que tanto protestam contra a pirataria, já estão montados no dinheiro. Tô pouco me lixando pra o que eles ganham ou deixam de ganhar. O que dá dinheiro realmente, é fazer show, os caras fazem meia dúzia de show e ganham milhões. A banda Calypso, ganha R$50.000,00 (chutando baixo) por aparição na globo. Cada show, dá uma renda de mais ou menos R$100.000,00. Levando em consideração a qualidade da música, pergunto: Quem é o coitado?
Aí você me fala “Mas e as bandas novas?”, e eu te respondo, “Vão bem obrigado”, hoje em dia, é quase impossível ver alguma coisa que seja realmente inovadora no cenário musical, é tudo mais do mesmo. E há aquela ideologia (no sentido real da palavra) que “se não é underground, não é bom”, principalmente nos cenários que mais crescem. Que é o pop rock. Ou Hard Core, ou seja lá o que for.
De qualquer maneira, estas bandas podem contar com várias ferramentas para disponibilizar sua mídia, como myspace, tramavirtual e etc. Que acredito eu, seja uma forma de divulgar realmente o trabalho. Mais honesto pelo menos que cobrar 50 reais num cd por exemplo.
Opinião egoísta? Sim. Controversa? Sim! Vou ganhar alguma coisa com isso? NÃO. Mas é a minha opinião.
Larga de ser muleque e vai trabalhar se você quer ganhar dinheiro.
Uma única pergunta. Você, que gosta de ‘Música’, acha que a Orquestra Sinfônica de São Paulo, ganha alguma coisa com venda de cd?
Por isso que eu falo, se o cara é músico realmente, não importa o meio que ele vai utilizar pra divulgar a mídia dele. Vai ter público querendo assití-lo e vai ter gente suficiente pra ele fazer show.
Dou muito valor para os músicos que tocam na noite, aquele cara, que fica no fundo do bar com um violão, dedilhando alguns acordes. Ele pode até estar alí por precisar de grana, mas acima de tudo, se o cara for músico realmente, ele tá ali por que ele gosta!
Utópico? Sim! Mas o quê não é!?
28 de Dezembro de 2007 às 23h48
Chax
Poxa, nunca gostei de discutir música. Sempre achei que fosse uma coisa muito pessoal e questão de puro gosto. Sempre que via alguma discussão sobre música, saida de perto…
O 88FM é a única coluda de música que eu leio. Acho legal, berguê vai desde o Chico Buarque até o Manowar.
Parabéns, El Cid, está fazendo um ótimo trabalho =D
Porque metal sempre tem que ser um extremo? xD
Just joking, just joking…
Mas realmente. Eu cometo a pirataria e tô pouco me lixando. A música surgiu como uma expressão cultural do ser humano, e em tempos antigos, era simplesmete tocada ao vivo, sem precisar vender cds ou qualquer coisa. Orquestras fazem seus concertos e dependem deles pra ganhar dinheiro. E é realmente num show que o músico mostra o que sabe, além de passar a expressão e emoção ao vivo. E é ao vivo que você pega a essência da coisa toda. O LP, o CD, o K7, o MP3, o DVD e os clipes são apenas formas da divulgação do seu trabalho. Claro que com eles é possível fazer arte, música, expressão, que não é algo realmente de show, e simplesmente alguma coisa que você quer passar pra uma mídia pra ser ouvida, assim como um filme. Mas, para músicos que fazem shows e tudo mais, CDs são mais parecidos com meras reproduções de seu trabalho, que podem ser ouvidas várias vezes, e que servem de divulgação da obra (excetuando alguns como ‘The Wall’, que é um Opera Rock mostrando uma história cantada em forma de CD, ou outras exceções). E, com os shows, músicos ganham dinheiro realmente pelo que fizeram, pelo que acabaram de fazer, pelo esforço dos ensaios, pela feeling e presença, pelo esforço físico, pela arte que ele simplesmente mostrou. Com maestria ou não.
O CD é uma mídia que, provavelmente, vai acabar em desuso, como o K7. É muito legal o trabalho de encarte que fazem em um CD, principalmente quando colocam informações extras, letras, as vezes poesias e até histórias. Mas isso podia ser algo disponibilizado mesmo pela Internet, ou em separado. A tendência é da mídia ir parar em meios de distribuição digitais, como a Internet, e depois, sabe-se lá onde. Enquanto isso, shows sempre continuam shows, músicos sempre continuam músicos executando sua música e mostrando seu trabalho e esforço. E até seus sentimentos.
Ainda aprecio muito a atitude do Radiohead, por disponibilizar o álbum “In Rainbow” pela Internet há um tempo atrás por um preço ‘up to you’, cabendo do seu juízo o quanto pagar. Simplesmente, a pessoa pagava pelo que ela achava do trabalho dos caras, assim como se dá uma nota em um vídeo no Youtube. Se ela não achava bom, podia baixar de graça, mas não o faria por realmente não achar bom. E se achasse bom, ia sentir um pouco de peso na consciência por não pagar, tentando então pagar um preço justo (e qualquer um com uma banda larga em casa pra poder baixar o cd consegue pelo menos uns 2 dólares pra pagar pelo trabalho dos caras).
Essa é a Era (por mais bom ou ruim que seja) da Informação Rápida. Podem observar que, em menos de 10 anos, os conceitos na Internet foram renovados e reformulados, sendo que hoje praticamente uma grande banda de gente que usa a Internet usa a interação de coisas como Orkut, Google, iTunes, Youtube, Twitter, Wordpress, Windows Live Messenger, Skype, Wikipédia, serviços p2p, yadda, yadda, yadda. Por que a divulgação do trabalho dos caras não pode ser pela Internet também?
Minha opinião.
Falô aí.
29 de Dezembro de 2007 às 23h03
Goku
Isso de baixar música é um facão de dois gumes:
Não deixa de ser pirataria se vc baixa mp3 de uma banda que vc gosta, mesmo que seja apenas um… porém. Acho que a pergunta melhor a fazer é:”Até onde baixar músicas, entre outras coisas, é prejudicial?”
Não sei se todos são como eu, mas pra mim a música serve pra conhecer o trabalho do artista, ver como está e só.
Se alguém baixa um CD na íntegra, escuta, gosta, se empolga e vai comprar o CD do artista, beleza! Ótimo para ele, para quem compartilha, para as gravadoras e sobretudo para o artista - se o cara não gosta do CD e deleta, tudo bem, é direito dele. Mas se esta pessoa baixa um CD, gosta, mas daí começa a gravar em seu CD para Deus e o mundo.. aí é foda.
Como muitos disseram e confirmo, sim, um artista ganha muito mais pelos seus shows do que pela venda de CD’s, mas não esqueçam que o artista tb gastou dinheiro com a gravação do material e um retorno é justo. Diz Axl Rose que gastou mais de um milhão com a gravação do “fantasma” Chinese Democracy, e aí? Ele não merece ter um retorno na venda pelo dinheirão que gastou?
Por outro lado, acredito que a maior parte das pessoas que baixam CD’s ou vão comprar CD’s piratas o fazem por causa do custo do CD, logo, se o CD tivesse um preço mais justo, tenho certeza de que ninguém iria recorrer a um material pirata. Isso tb se aplica a DVD’s, sendo de música e principalmente de jogos. Eu admito que todos os jogos eu baixo na net, é prejudicial? É! Nisso estou sendo hipócrita, mas lembramos que um jogo no Brasil era pra ser mais barato do que a metade do que é vendido sem esses impostos desnecessários, logo, acredito que poucos no país têm coragem de dar 100 reais num jogo quando se pode adquirir o mesmo até de graça!
Além do mais, uma vez uma amiga me disse: “Pra quê comprar jogos? Os impostos são abusivos e boa parte do dinheiro vai servir pra pagar pensão de filho de senador!” Ela tem razão? Ao meu ver, tem, mais um motivo que faz as pessoas optarem pelo download.
Ainda falando de baixar arquivos, vejo tb que o download de livros está aumentado consideravelmente. Não é pra menos, livro é algo caro! Livro técnico então, nem se fala!
Parece até uma palhaçada: o governo diz que quer incentivar à cultura, no entanto os livros custam o olho da cara. Porém, a solução para isso é bem menos grave do que ocorre com CD’s, DVD’s: comprar no bom e velho sebo!
Dito isso, a minha resposta para a pergunta “Até onde Baixar é prejudicial?” eu pergunto:”Depende.. CD… DVD.. ou livro?”
Apesar de tudo isso, eu concordo com Cidão.. nada é mais gostoso do que sentir o cheirinho do encarte, ver o desenho do CD ou pôr aquele DVD novinho no aparelho ou mesmo segurar aquele livro com aquela capinha brilhando, o cheirinho de gráfica…
“nada é mais gostoso do que sentir o cheirinho do encarte, ver o desenho do CD ou pôr aquele DVD novinho no aparelho ou mesmo segurar aquele livro com aquela capinha brilhando, o cheirinho de gráfica…”
Mulher? xD
3 de Janeiro de 2008 às 16h00
Francisco
eu acho que na cituação atual a pirataria é até boa para as gravadoras, e elas que não percebem.
Se vc for analizar, quantas pessoas conseguem consumir cultura? ter uma graninha pra gastar em livros, jogos, filmes, música, todos os meses? Quem baixa da net é porque não compraria o cd de qualquer modo, simplesmente ouviria na rádio, em festas, ou qualquer outro meio de divulgação gratuita. A “pirataria” ainda dá a chance de analizar o material antes de comprar, caso realmente valha a pena. Te liberta de ter que levar o pacote todo pra ouvir as vezes 1 ou 2 músicas que prestam. O modelo de venda que as gravadoras criaram incentiva a falta de qualidade do conteúdo.
Se não fosse pela net, eu teria menos música legalmente em casa do que tenho hoje, não conheceria um décimo das bandas, simplesmente por não ter acesso.
As gravadoras sentaram no pudim, se acomodaram e agora não querem largar o osso.
Realmente. Com a pirataria, a gente não tá TIRANDO o dinheiro dos caras. Só ta consumindo sem pagar. E, com isso, eles podem até vender mais com mais gente conhecendo a cultura.
Ah, como seria bom se a televisão divulgasse cultura de verdade. =/
Falô aí.
7 de Janeiro de 2008 às 18h26
João
puuutz, o cara escreveu Situação com C
nem tive coragem de ler o resto do coment
15 de Janeiro de 2008 às 18h38
João
Esse Pitta eh um animal, so no Apocalipse que o CD vai acabar
15 de Janeiro de 2008 às 18h41
Maki
Sabe o que é bom?
Ouvir meu iPod no talo, sem encher o saco de ninguém.
O CD morreu, a pirataria é só um efeito colateral do seu descaso.
26 de Janeiro de 2008 às 3h07
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