Sábado, 1 de Dezembro de 2007

88 FM: A Praga dos Virtuosi


E lá estava ele, no anúncio do jornal, olhando diretamente pra mim. Posando todo garboso para o show que fez em São Paulo, alardeado no texto como um dos três vértices da tríade sagrada da guitarra: Yngwie Malmsteen. O homem que, ao lado de Liam Gallagher, eu considero um dos maiores malas do mundo da [...]

Thiago "El Cid" Cardim
JUDAO.com.br


E lá estava ele, no anúncio do jornal, olhando diretamente pra mim. Posando todo garboso para o show que fez em São Paulo, alardeado no texto como um dos três vértices da tríade sagrada da guitarra: Yngwie Malmsteen. O homem que, ao lado de Liam Gallagher, eu considero um dos maiores malas do mundo da música. Assim como Liam, acho que Malmsteen é de tamanha soberba e arrogância que chega a dar nojo. Mas, diferente do Liam, que acho um enorme embusteiro tentando emular os Beatles de maneira vagabunda, Malmsteen tem mesmo talento. É mesmo um baita dum guitarrista, como o são Steve Vai e Joe Satriani, os outros dois do triângulo abençoado das seis cordas. No entanto, apesar da habilidade inegável no trato com a guitarra, Malmsteen pertence a uma raça que tira totalmente o meu tesão em ouvir determinados tipos de rock ‘n’ roll: os virtuosi.

88fm_malmsteen.jpgA palavra “virtuoso†e seu plural “virtuosi†vêm do latim, virtus, que quer dizer alguém com extrema excelência na utilização de um instrumento. É claro que seria um exagero dizer que todo virtuoso é uma mala sem alças e sem rodinhas, uma generalização pra lá de burra, entenda-se bem. Mas o ponto onde quero chegar é: nas últimas décadas, existe uma estranha tendência entre fãs de música e mesmo entre os próprios músicos em valorizar muito mais a velocidade, a quantidade de notas por minuto, o tempo crescente dos solos… Tecnicamente, músicos como Malmsteen e os integrantes do Dream Theater (em especial o seu baterista, Mike Portnoy, outro camarada que é nota 10 em nariz empinado) são perfeitos. Tecnicamente. Mas acho que lhes falta algo que acho essencial em um músico: alma.

Malmsteen e Portnoy são gélidos, robóticos, sem emoção, executando seus movimentos com precisão quase matemática. Mas, na singela opinião deste que vos escreve, música é mais do que números, do que arpejos simples e compostos, do que pirulitagens que vão e vem, para o delírio de uma platéia formada quase que exclusivamente por músicos que enxergam todos os detalhes daquela complicada partitura que se desdobra no palco. Eu, por outro lado, dou muito mais valor àquele elemento misterioso que alguns chamam de “feelingâ€, outros de “pegada†e há até quem goste de batizar como “atitudeâ€. Música, assim como todas as outras formas de arte, tem que ser tocada com tesão, com vontade, com emoção, com as entranhas, não importando a complexidade de seus acordes. No fim das contas, aquele “1-2-3-4†dos primórdios do punk, surgido justamente em resposta à pompa e circunstância do rock progressivo, acaba tendo mais vida, funcionando de maneira muito mais orgânica, arrebatando o seu coração sem que você espere (bonito, não?).

Sou muito mais The Clash do que Pink Floyd. Muito mais Sepultura do que Yes. Muito mais Keith Moon do que Mike Portnoy. Muito mais Zakk Wylde do que Yngwie Malmsteen. E, voltando nossas atenções para os nacionais, prefiro ver o Kiko Loureiro desfilando versatilidade e um variadíssimo leque de influências — indo da MPB ao baião — em seus álbuns-solo do que dedilhando a guitarra alucinadamente no Angra, desfiando uma verdadeira lição para uma multidão de sedentos aspirantes a guitarristas. Não dá pra aturar.

Só para vocês terem uma idéia: enquanto trabalhava na área de música da AOL, fui convocado para a cobertura do show do Rush, em São Paulo… E dormi durante todo o solo do batera Neil Peart, que durou exatos 10 minutos. Dormi mesmo, sem dó nem piedade, curtindo aquele tipo de sono profundo que provoca até roncos. E olha que o Rush ficou totalmente ultrapassado no conceito de “bandas que fazem canções que duram mais de 20 minutosâ€.

Para encerrar, segue uma reveladora declaração de Tobias Sammet, vocalista do Edguy e do projeto paralelo Avantasia, que vem bem a calhar a respeito do assunto:


“Se você pensar no resultado antes de terminar um trabalho, ele fica artificial. É isso que eu não gosto em muitas das chamadas bandas progressivas. É muito acadêmico. A razão e o rock ‘n’ roll não se dão muito bem. Você tem alguns clássicos como o Dream Theater que acham muito chato contar até quatro então eles temperam a música com álgebra e aritmética fracionada. E você tem os imitadores que simplesmente nem sabem contar até quatro. Mas isso é bom para eles. Quando os alquimistas falharam em conseguir ouro eles criaram a porcelana, quando músicos falham no rock eles criam música progressiva, hahaha”.


» “Deixe apenas rolar O2 (local onde acontece o esperado show de dezembro) e veremos o que acontece depois. Nem eu nem você temos uma bola de cristalâ€. Este foi o texto de Jimmy Page para a Reuters quando perguntado se o Led Zeppelin iria dar continuidade ao seu retorno com uma turnê mundial. No entanto… Durante uma apresentação na cidade estadunidense de Cincinnati, o vocalista do The Cult, Ian Astbury, soltou a pérola: “Estaremos abrindo para uma banda sobre a qual vocês devem ter ouvido falar… o nome começa com um ‘L’ e tem um ‘Z’â€. Claro que alguém na platéia gritou “Led Zeppelinâ€, e o mano fez um maroto gestinho afirmativo.

» Paul DeGooyer, vice-presidente sênior de home entertainment da MTV, teria revelado que a empresa pode lançar o primeiro single do novo disco do Metallica com exclusividade para o game “Rock Bandâ€. Será? Acabou de vez a treta de Lars Ulrich com o universo multimídia? Se alguém for contar pra ele que é fácil piratear uma música assim, é capaz do queridão mudar de idéia na hora!

» “Todos os três acreditam que o show no Maracanã será o grande momento da turnê. Eles querem registrar isso e é possível que a platéia brasileira seja coadjuvante de um momento histórico do The Police”. A afirmação é de Horácio Brandão, assessor de comunicação do único show do trio por aqui, deixando no ar a suspeita de que a apresentação possa ser registrada em DVD.

» Em recente entrevista, a cantora Lily Allen, 22 anos, declarou estar seriamente pensando em uma aposentadoria precoce. Ela lançaria apenas mais um disco, levando sua carreira até no máximo os 25 anos de idade. “É um ótimo emprego, mas não deixa tempo pro que é mais importante –- como ter uma família”. Por algum motivo, tenho cá pra mim que ela é irmã bastarda da Amy Winehouse –- catzo, as duas são as duas maiores representações vivas dos excessos do universo musical.

» Slash (ex-Guns ‘n’ Roses, atual Velvet Revolver) revelou que, depois de sua autobiografia, o próximo passo é executar o tão sonhado álbum solo. “Eu realmente desejo fazer um álbum solo e tocar com muita gente diferente com as quais já trabalhei antes, talvez com algumas pessoas com quem nunca trabalhei e apenas fazer algo realmente interessante”, disse o cabeludo. “Já toquei com tanta gente, você sabe, e eu queria escrever material diversificado que pudesse ser cantado por indivíduos diferentesâ€.

» Em mensagem publicada no seu site oficial, o guitarrista Rafael Bittencourt alarmou os fãs ao esclarecer a atual situação da banda Angra -– e deixando claro que, pelo menos por enquanto e tecnicamente, já não faz mais parte do grupo. “O Angra está passando por um momento de muitas transformações estruturais e é difícil dizer com precisão quais serão os planos para o futuro breve. O empresário e detentor da marca Angra está transferindo os direitos de agenciamento do grupo para uma outra empresa, e isto leva um certo tempo para se concluir. Meu contrato com este empresário, ‘dono do Angra’, foi terminado há alguns meses, por isto tecnicamente já não faço parte do grupo. Obviamente, eu estou disposto a participar da agenda do Angra, fazer shows, discos etc. e, não tenho problemas em tocar com nenhum dos integrantes, pois sempre me orgulhei muito dos meus colegas. Mas, no momento, botar isto em prática está fora do meu alcance. Também, minha aceitação dependerá dos futuros acordos com futuros empresários, novos contratos, condições, do interesse deles em me contratar etc. Mas, precisarei avaliar com calma os rumos que a banda deve tomar antes de mergulhar de cabeçaâ€. Mas… NOVAMENTE temos problemas envolvendo o empresário do grupo, considerado a causa da cisão que geraria o Shaman com as saídas de Luis Mariutti, Ricardo Confessori e Andre Matos?

» ESTAMOS VOLTANDO – Parte 1: O guitarrista Nuno Bettencourt confirmou o retorno do Extreme às atividades roqueiras. A idéia é lançar um novo disco de inéditas, produzido em parceria com o vocalista Gary Cherone, e já dar início a uma turnê promocional. “Estávamos com fome de rock ‘n’ rollâ€. O último álbum de estúdio do grupo foi “Waiting for the Punchlineâ€, de 1994.

» ESTAMOS VOLTANDO – Parte 2: A boataria tem crescido fortíssima sobre um retorno do Jackson 5 para o combo “turnê+novo discoâ€. Pois e não é que Jermaine Jackson fez questão de confirmar a intenção dos irmãos? E mais: com a participação do próprio Michael Jackson… Embora ainda não tenha sido especificado exatamente qual ela seria. Todavia, não existe qualquer comentário acerca da inclusão de Janet Jackson no projeto.

» Muito triste: Kevin DuBrow, frontman do Quiet Riot (banda de had rock/metal conhecida especialmente pelo cover de “Cum On Feel The Noizeâ€), foi encontrado morto em sua residência na cidade de Las Vegas no último domingo, dia 25/11. Ainda não há informações oficiais quanto às causas da morte do músico de 52 anos. “Estou sem palavras, perdi meu melhor amigoâ€, lamentou o baterista Frankie Banali em entrevista à CNN. Outros amigos próximos, como Glenn Hughes e os integrantes do Twisted Sister, também manifestaram publicamente o seu pesar.

» Markus Grosskopf, baixista do Helloween, está preparando um projeto bem interessante. Batizado de Bassinvaders, o grupo lança em janeiro o disco “Hellbassbeatersâ€. E, conforme os dois nomes já indicam, o foco será inteiramente nos baixos. Será um disco pesado, mas não será um disco instrumental –- pois a formação contém também vocalistas e bateristas. Mas… exatamente. Sem nenhum guitarrista. “O que você ouvirá é realmente o que espera: um álbum genuinamente 100% pesado sem absolutamente uma nota de guitarraâ€, confidenciou Grosskopf. Veja só a quantidade de bons baixistas envolvidos na bagaça: Billy Sheehan (Steve Vai, Mr.Big), Rudy Sarzo (Dio, Ozzy Osbourne) Lee Rocker (Stray Cats), Marco Mendoza (Whitesnake), DD Verni (Overkill), Dirk Schlächter (Gamma Ray), Joey Vera (Fates Warning, Anthrax), Nibbs (Saxon), Tobias Exxel (Edguy), Jens Becker (Grave Digger, Running Wild), Dennis Ward (Pink Cream 69), Peter Baltes (Accept) e Jan S. Eckert (Masterplan). Uau, hein? Os vocalistas serão Apollo Papathanasio (Firewind, Time Requiem) e Jesper Binzer (D-A-D), enquanto os bateristas são André Hilgers (Rage, Axxis) e Stefan Arnold (Grave Digger).

» O jornal australiano The Herald Sun promoveu uma enquete para eleger, entre seus leitores, quem seria a maior lenda do rock de todos os tempos. O vencedor foi o falecido líder do Queen, Freddie Mercury, deixando Elvis Presley e Jimi Hendrix, respectivamente segundo e terceiro colocados, comendo poeira. A surpresa da lista dos 10 mais, no entanto, é a inclusão de Jon Bon Jovi na quinta posição, à frente de Eric Clapton, Mick Jagger e David Bowie.


» E parece que o trio Gotan Project curtiu mesmo o nosso país –- já que eles retornam ao Brasil na terça-feira, dia 4 de dezembro, no mesmo Via Funchal (São Paulo/SP) que recebeu sua mistura de tango e música em junho deste ano.

» As bandas de metalcore Throwdown e It Dies Today, do selo Trustkill Records, farão uma apresentação especial em terras paulistanas no dia 9 de dezembro, lá no Hangar 110 (Rua Rodolfo Miranda, 110). Embora os californianos do Throwdown já tenham passado por aqui no ano passado, é a primeira vez dos nova-iorquinos do It Dies Today no Brasil e eles querem arrebentar tudo. No mesmo evento, teremos a apresentação dos argentinos do Jesusmartyr (conforme divulgado anteriormente pela 88FM) e também dos brasileiros do Fim do Silêncio e do Paura.

» A tentativa de cantora e atriz teenager Hilary Duff (Doze é Demais) se apresentará por aqui no dia 21 de Janeiro de 2008. A performance está marcada para o dia 21 de janeiro, na casa de shows paulistana Via Funchal.

» Nos dias 25 e 26 de janeiro, os ingleses do Cockney Rejects, veteranos da cena punk, serão os headliners do Punk Rock Invasion, festival produzido pela Ataque Frontal. Eles tocam no Hangar 110 (onde mais?), ao lado dos brasileiros do Lambrusco Kids e Ketamina.

» Camarada The Chosen, é hora de comemorar. Os finlandeses do Sonata Arctica, cuja última passagem pelos palcos brasileiros foi em 2002, anunciaram o seu retorno ao nosso país em fevereiro do ano que vem. As duas primeiras datas confirmadas são 26 (São Paulo/Citibank Hall) e 28 (Curitiba/Hellooch).

» Em maio de 2008, quem retorna ao nosso país terceiro-mundista são os canadenses do Rush, que farão um périplo sul-americano de duas semanas. As datas ainda serão oficialmente confirmadas.

» Ed O’Brien, guitarrista do Radiohead, declarou que o grupo tem planos de passar por Brasil e Argentina em 2008 -– realizando um sonho antigo dos fãs, que sonham em ver os caras por aqui pela primeira vez há muito tempo. De acordo com a coluna do camarada Lúcio Ribeiro, empresários tupiniquins do ramo do entretenimento já estão fazendo importantes movimentações para que a turnê aconteça de fato.


Kat Von D. Tudo bem, ela não é cantora ou instrumentista de uma banda. Mas é uma das personalidades mais rock ‘n’ roll de Hollywood atualmente. Dá só uma olhada. Tatuadora-celebridade descoberta no reality show Miami Ink, atualmente ela tem seu próprio programa de TV, LA Ink. É fanática por Beethoven. A primeira tatuagem que fez na vida foi a caveira-símbolo do Misfits. Entre seus clientes, estão Scott Ian (Anthrax), Sebastian Bach (ex-Skid Row) e os músicos do HIM –- que, inclusive, já fizeram a garota participar de uns de seus clipes, “Killing Lonelinessâ€. Atualmente, namora com o vocalista da banda Whitestarr – que, vejam só, é filho do cantor Roy Orbinson.

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» O site oficial do projeto True Symphonic Rockestra disponibilizou três faixas completas para download: “Granada”, “Nessun Dorma” e “Libiamo”. Não sabe do que se trata? A sua 88FM explica: o conceito, surgido em 2000, seria fazer reinterpretações do melhor do repertório dos Três Tenores (Luciano Pavarotti, Placido Domingo e José Carreras) em versões roqueiras. O álbum, que sai em fevereiro de 2008, traz o vocalista James LaBrie (Dream Theater) ao lado dos tenores clássicos Thomas Dewald e Vladimir Grishko. Veja só que bicho deu.

» Richie Edwards nos vocais, Dan Hawkins nas guitarras, Ed Graham na bateria e o estreante Toby MacFarlaine no baixo. Esta é a formação do grupo Stone Gods, constituído pelos ex-integrantes do grupo The Darkness, desfeito após a saída de Justin Hawkins -– que foi tratar de seus muitos problemas com as drogas. Richie era roadie dos caras, depois tornou-se seu baixista e, para completar, foi alçado ao cargo de mestre dos microfones. Eles já estão em turnê, abrindo para o Thin Lizzy –- e você pode ouvir um pouco do trabalho deles no recém-lançado site oficial.


» A agência de notícias Reuters bateu uma bola com Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, a respeito do filme Chemical Wedding, produzido e roteirizado por ele. O vídeo, que traz também as primeiras cenas inéditas da produção, pode ser visto aqui -– e, abaixo, você confere a primeira imagem do pôster oficial da película.

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» Em seu próprio canal dentro do YouTube, o cantor Chris Cornell (Audioslave, Soundgarden) colocou uma vídeo exclusivo no qual interpreta, ao vivo, a canção “Black Hole Sun” ao lado de um convidado muito especial: Peter Frampton. A parceria foi registrada na cidade de Nashville, no dia 14 de novembro.




88fm_disco3.jpgDepois de uma extensa turnê (que passou até pelo Brasil), Ben Harper e seus fiéis Innocent Criminals resolveram entrar em estúdio para gravar um novo disco. Mas esqueça todas as modernidades evoluídas da produção dos dias de hoje. Em apenas uma semana e contando somente com um daqueles antigos rolos analógicos de gravação de outrora (coisa do tempo do Alfosinho e também dos discos de vinil, mora?), o músico deu à luz em plena Paris ao delicioso “Lifelineâ€.

Gravada como os clássicos o foram em outras eras, era de se esperar que esta bolacha também soasse nitidamente retrô, muito menos rock ‘n’ roll e com nuances blues, soul e gospel bem mais ressaltadas. Ainda é rasgadamente Ben Harper, mas tem uma alma 100% anos 70, como se o artista tivesse feito uma bem-sucedida viagem no tempo. E o mais legal é que tudo soa natural, feito assim, numa boa, sem forçadas de barra para chegar a um resultado final. Delicie-se com o baixo funkeado e cheio de groove de “In The Colorsâ€. Dance sem parar ao som do compassado country-blues “Fool For a Lonesome Trainâ€. E tente não se envolver ao som dos corais tristes e irresistíveis de “Needed You Tonightâ€. Em Lifelineâ€, menos é mais. Muito mais.

    • â€Don’t Feel Like Dancing†(Scissor Sisters)
    • â€King of The Mountain†(Midnight Oil)

    • “Making Enemies is Good†(Backyard Babies)

    • “Master of Puppets†(Metallica)
    • â€Generator†(Foo Fighters)
    • â€Grace Kelly†(Mika)
    • â€Don’t Stop Till You Get Enough†(Michael Jackson)
    • â€Baby Jane†(Rod Stewart)
    • â€Let the Hammer Fall†(Hammerfall)

    • “Carpet Crawlers†(Genesis)

Comentários
Já são 44 sobre esse post -- até agora

  Tourinho

El Cid, meu velho! Parabéns pela coluna desta semana! Realmente, ainda tem gente que aguenta virtuosidade? Mas se prepare, que muito babaquinha fã das mocinhas do DT e Angra vai cair de pau em você…

E quem quer virtuosidade, mas com som de MACHO, procura ouvir Mastodon…

1 de Dezembro de 2007 às 11h39
  Marcus

Concordo que o Malmsteen se encaixa na condição q vc colocou.. mas o Portnoy? Na minha opnião, pelo menos, ele é um grande músico em todos sentidos e não só tecnicamente.. faz linhas de bateria maravilhosas!

Abraços!

1 de Dezembro de 2007 às 12h11
  O Martelo

“A tentativa de cantora e atriz teenager Hilary Duff”

>>>>Que maldade El Cid,ela é tão gostosinha e não canta tão mal assim,:-)

1 de Dezembro de 2007 às 12h31
  Moo

Virtousi são chatos de maneira geral, mesmo não tendo o nariz empinado, já que, mesmo sem querer, elitizam um tipo de música que na essência deveria divertir. Rock’nRoll é alegria e contestação. Que o digam Bill Halley, os velhinhos da década de 50 e os punks.

1 de Dezembro de 2007 às 12h52
  Giovanni

Olha, admito que essa questão do amor que alguns nutrem pela virtuosidade é imbecilidade. Porém eu vejo que tem existe a “virtuose em prol música” e algums exemplos disso são exatamente os que você critica na coluna: Yes, Rush e Dream Theater. No final das contas é mais uma questão de gosto: tem gente que gosta de música mais direta e outros gostam de compassos quebrados, poliritmia ou arranjos complexos. E qual o mal em gostar dos dois tipos ?

Abraços

1 de Dezembro de 2007 às 13h03
  Felix

Deus existe!… Rush foi CONFIRMADO!

1 de Dezembro de 2007 às 14h13
  Leobassist

Assim, eu ate estava gostando da coluninha, mas dessa vez ultrapassou um pouco do ponto.

Existem sim os musicos “virtuosos”, solos interminaveis, milhões de notas por segundo, batidas, etc etc. Concordo que o malmsteen se encaixa perfeitamente nisso, concordo com a coluna até que vc começa a falar do Portnoy (e olha q nem fã de DT eu sou) Do Rush e colocar o nome do Pink Floyd no meio.

Concordo que as bandas de sua preferencia tem o “elemento misterioso.. feeling, pegada ou atitude” agora compara-las com o Pink Floyd por exemplo, é NÃO CONHECER nem 1/4 da obra dos caras (comparando no sentido de falta de feeling, pegada e atitude). Ou dizer que dormiu durante o solo de bateria de Neil Peart.

Se é isso mesmo, vc prefere então somente a ATITUDE musical, pq na coluna vc trata de forma diferente Feeling, Pegada e Atitude.

Só meus “2 centavos” sobre a coluna!

Abraços

1 de Dezembro de 2007 às 14h46
  Kai

Concordo com quando diz que Dream Theater não tem “feeling”, mas discordo em relação ao Malmsteen. Acho que esse “feeling” que todo mundo fala e que você citou, não pode ser medido, depende de quem está escutando, da situação, enfim… Eu acho que Malmsteen tem “feeling” e que Portnoy não. Já o Marcus que postou ali em cima, acha o contrário. El Cid, acho que não é seu caso, mas não entendo porque existe pessoas que acham que podem medir o “feeling” de um musico, e que essa é a verdade absoluta.

1 de Dezembro de 2007 às 14h56
  Rodrigo Martins

Malmsteen realmente é um virtuosi pra lá de arrogante…
Mas não concordo que o Portnoy não toque com emoção. Em cada show ele dá o sangue, se empolga pra caralho…
Claro que sou suspeito de dizer isso, pois sou fã do Dream Theater…
=P
Mas meu virtuoso favorito ainda é o Joe Satriani…

Abraccios!!

1 de Dezembro de 2007 às 15h03
  Marcus

Boa resposta Kai.. realmente conheço varias pessoas que adoram ouvir Malmsteen.. mas não pra ficar vendo o qto ele é rapido.. e sim pq realmente gostam da musica dele.

Obs: pra mim, axo q ao procurar por ‘feeling’ no dicionario, deveria aparecer uma foto do Jimmy Page =)

Abraços.

1 de Dezembro de 2007 às 15h09
  Vinnas

YJM sem feeling? Hahahahahaha que grande piada! Sem feeling são seus wannabe, como MICHAEL ANGELO, THIAGO DELLAVEGA, FRANCESCO FARERI, RUSTY COOLEY, etc etc etc.

1 de Dezembro de 2007 às 15h13
  Vinnas

YJM sem feeling? Hahahahahaha que grande piada! Sem feeling são seus wannabe, como MICHAEL ANGELO, THIAGO DELLAVEGA, FRANCESCO FARERI, RUSTY COOLEY, etc, que mal sabem tocar um vibrato e já querem partir pra tocar 87878768698 notas por segundo.

1 de Dezembro de 2007 às 15h13
  {Yusuke}

Cara, eu acho o seguinte dos ditos virtuosi, eles são (ou tentam ser) os eruditos do rock, só que o rock não é erudito, o rock é alma, atitude o tal do feeling, não é um estudo sobre guitarra avançada.
Jimmy Page, Eric Clapton e Joe Strummer são musicos totalmente diferentes, com formações diferentes, mas quando era hora de fazer a musica, o que sempre importou pros tres não foi a velocidade ou a simplismente a tecnica e sim a sensação que a musica passava, eles assim como Slash e eddi van halen se permitem a brincar com a musica e moldar ela como eles quiserem não o contrario.
Mas pra mim é bem logico que os virtuosi tem suas qualidades e atitudes, numa aula de guitarra avançada até pro estudo eu preferiria eles, e eles podem ter feeling só que é um feeling diferente do feeling do rock propriamente dito e mais parecido com o de um musico erudito como Rachmaninoff ou Stravinsky.

Esse empresario do angra é bem filha da puta viu.
o sinal dos tempos é o bon jovi esta na frende de clapton e bowie em qualquer lista de melhores.

a playlist da semana ta mais “ecletica” do que nunca =D

1 de Dezembro de 2007 às 16h13
  Vinicio

Sou mais George Benson do q todos esses dai

1 de Dezembro de 2007 às 16h37
  Grow

El Cid tenho que concordar com sua idéia geral, o como é difícil suportar determinados músicos, ou mesmo artistas de outras áreas, com suas virtuoses e narizes empinados.A música, acredito eu, tem como uma de suas mais importantes funções exprimir logicamente conceitos abstratos como os sentimentos, é aonde justamente a matemática tem emoção e característica singular.
Mas discordo de seu comentário sobre Mike Portnoy, ele é sim um virtuosi e sim ele tem um nariz empinado,mas dizer que falta a sua música, e por consequência ao Dream Theater, alma, bom isso me soa estranho albuns como, Lives Scenes from Ney York além de serem conceituais, trazem uma carga intelectual e sentimental muito forte, a diferença é que eles trabalham estes elementos de diversas formas, e nem sempre de maneira tão direta, dizer que músicas como Trial of Tears não tem sentimento acaba por desconsiderar um trabalho musical de altíssimo nível,mas que exige sim uma paciência maior para ser plenamente apreciado.

Um abraço.

1 de Dezembro de 2007 às 17h21
  Hallowed Man

Esse papinho de “feelinbg” sempre rola em comunidades “xiitas” de música.

Neil Peart é um artista, mais do que um “bateirista” e se tem uma coisa que ele NÃO É, é mecânico.

Nem o Portnoy.
Não há como ser bom músico sem ter habilidade .

Existem Trocentos bateristas “mecânicos”
no estilo que eu curto (Metal).
Isso não os torna ruins mas talvez, pouco criativos…

Tobias é parceiro do André Matos, um “virtuosi” da Voz.

E não existe mala maior que o Kiko Loureiro
Que estragou o Angra e tem uma carreira solo chatíssima.

Mas é verdade, que quanto maior é
a habilidade do músico, maior é a vontade de mostrá-la.

1 de Dezembro de 2007 às 17h42
  Hallowed Man

*Feeling

1 de Dezembro de 2007 às 17h47
  Diego Leite

Também acho toda essa virtuosidade um saco. Eu gosto é de rock cru.

1 de Dezembro de 2007 às 18h25
  Pedro

Malmsteen é um enorme embusteiro tentando emular o Blackmore de maneira vagabunda

1 de Dezembro de 2007 às 19h48
  Fabio

Guitarrista bom era o Jimi Hendrix, o resto é bufa.

1 de Dezembro de 2007 às 19h50
  Lili

Cara, eu odeio essa história de que para o som ser “bom” (com aspas retumbantes) o bateirista tem que usar pedal duplo, o guitarrista tem que solar durante seis minutos seguidos com as mais variadas escalas e etc.

Como você disse, música é arte. E arte não é técnica, é expressão, comunicação. Quando a arte fica refém do tecnicismo há algo de errado. Gostos pessoais a parte, se tem uma coisa boa que certas bandas mostraram ao longo da história, por exemploRamones, Nirvana e Legião, é que dá para fazer música legal sem nenhum requinte técnico.

Toco e canto em uma banda e isso é uma coisa que a gente sempre tentar afastar. Uma coisa é ser tecnicamente fantástico como o Queen, que talvez seja a melhor banda de todos os tempos se formos olhar músico por músico. Eles são individualmente fodas, mas a música que fazem é algo viceral, extremamente sincero. Outra é ser escolástico como Dream Theater e outras bandinhas de metal por aí.

Particularmente acho patético privilegiar a forma e esquecer o conteúdo.

1 de Dezembro de 2007 às 20h34
  Ashes

Olha, só eu sei o q eu sofri quando era um pobre metaleiro do Ensino Médio e dizia q gostava de Kiss no auge da onda Melódica de meus amigos. pow, os caras não tocam tecnicamente bem , mas as músicas são demais!!!

1 de Dezembro de 2007 às 22h31
  Thiago Rariz

Bom, eu sou suspeito pra falar, sou fã de malmsteen, tenho a discografia e videografia inteiras e originais. Mas tenho de admitir, na ultima decada ele se tornou chatérrimo, PROGRESSIVAMENTE, depois do bom Facing de Animal (com um Live in Brasil mto bom), teve o reencontro com Mark boals (que é um vocalista destruidor) e dois albuns ruins, mto ruins (alchemy e war to the end of wars). Recrutando Doogie White (q cantava bem no Rainbow, mas que hj tá quase tão mal qto o Gillan) temos o médio Attack e o ultimo, Unleash the Fury, q é mto, mto esquisito…
Sabe, eu gosto dos albuns até meio esquecidos, como o Eclipse, mas nao consigo entender os ultimos 10 anos, repetição em cima de repetição, esculacho nas bases e toda aquela coisa de “to pouco me lixando se vc esta gostando ou não, sou o bom”

queria tanto que ele reencontrasse o caminho do que fazia nos anos 80, com o Soto, o ja citado Boals e o Turner…..

ah, sim, eu adoro virtuose…..ahahahaha

2 de Dezembro de 2007 às 0h33
  V

Sr. El Cid, dessa vez não gostei no seu texto. Eu não ligo muito pra Progressivo ou Metal, sou mais Kiss, The Clash, Queen, etc. E eu realmente quero que se foda se os músicos que eu escuto são nariz empinado, nojentos, viados, lésbicas, drogados, carecas, cabeludos ou castrados. Não faço questão nem ver a cara deles, o que importa é o som que eles fazem, não vou detestar uma banda ou um músico pela sua personalidade, dene-se isso.
E se uma banda quer deixar de fazer um som mais “básico” para fazer um mais complexo, é por esses motivos:
1) Eles podem.
2) Eles evoluem.
3) Eles gostam.

Como você pode falar que uma determinada banda tem alma e outra não? Você sabe o que sentimentos esses músicos têm?
Nós temos direito à nossa opinião, mas não temos direito de julgar ninguém.

Todo som tem sua beleza, seu valor. Das batucatas em latas velhas ao som da guitarra do Malsteen.

E recado aos críticos: Critiquem as músicas não os músicos.

2 de Dezembro de 2007 às 0h45
  Ricardo Barros

Me desculpe, mas dizer que Mike Portnoy é gélido, robótico, e sem emoção… é a mesma coisa que dizer: Eu nunca vi o Live at Budokan.

E bom, depois dessa parei de ler essa coluna. Adeus! :D

2 de Dezembro de 2007 às 2h37
  Yuri 2

Sempre gostei de Malmsteen e vou continuar gostando. Não me importa se é arrogante ou o que for, pra quem nunca escutou os albuns da banda Rising Force dele, escute. Rising Force, Marching Out, Trilogy, Seventh Sign…

2 de Dezembro de 2007 às 9h20
  Yuri 2

Ah siim…esqueci de comentar: ótima coluna.

2 de Dezembro de 2007 às 9h22
  Raul Bernardelli

Sugestão de Musa: Alissa White-Gluz, da banda The Agonist.
http://www.myspace.com/theagonist (:

2 de Dezembro de 2007 às 11h13
  Gerald

Essa coluna tá tipo “minha opinião e foda-se vcs”

2 de Dezembro de 2007 às 19h52
  Guedes

AMO KAT VON D!

2 de Dezembro de 2007 às 20h26
  papajoe

Jakk Wyld é fan de carterinha do frank zappa e o zappa é virtuoso(escute black page e voçê vai entender),existem músicos e músicos,o Dave Gilmour é um virtuoso mas isso não fez com que BB King não o convidasse para fazer uma jam( e olha que o king é o rei do feeling)essa coisa de músico robô é papo furado,se a música for boa eu escuto,voçê não falou nada sobre o jazz(e olha que o jazz é um dos estilos mais virtuosos,eu sei disso porque toco piano em uma banda de hard-bop)enfim,boa coluna mas não descrimine algo apenas por ser virtuoso

2 de Dezembro de 2007 às 22h52
  Thiago "El Cid" Cardim

Pois é, bem que o Tourinho avisou… :-))))

Achei que nunca mais ia precisar escrever isso na vida, mas…gente, isso aqui é uma coluna. E colunas são, por definição, um espaço opinativo. Como sou eu quem escreve a coluna, esta é a minha opinião. Isso não era meio óbvio?

Vejam, em nenhum momento, desde que comecei por aqui, tratei qualquer assunto como sendo “verdade absoluta”. Releiam o texto e vejam a quantidade de “eu acho” (e não necessariamente vocês acham) e “na minha opinião” (e não necessariamente na de vocês).

Só porque tenho uma opinião diferente da de vocês, não significa que eu esteja certo e vocês errados. Lembrem-se do que sempre escrevi por aqui: os comentários são uma extensão do meu texto, são um complemento da coluna. Este é o espaço de vocês dizerem o que pensam, de corrigirem, de discordarem. Nunca fui do tipo cabeça-fechada que não aceita o que os outros têm a dizer, assim como este jamais foi o perfil do Judão.

Não precisam se estressar - em especial, os fãs do Dream Theater. Como eu já disse em edições passadas da 88FM, por motivos profissionais eu já ouvi muito, mas muito mesmo, diversas coisas das quais não gosto. Incluindo o DT. Incluindo a maior parte da discografia, discos ao vivo, bootlegs e afins. Sempre com a mente aberta. E minha opinião nunca mudou. É minha, ninguém tasca e eu vi primeiro.

Lembram-se da coluna sobre as salvações do rock, quando eu disse que vocês podem formar as suas respectivas opiniões sem precisar de ninguém para influenciá-las? Isso vale por aqui também. Não é só porque eu critiquei os virtuosi que vocês vão parar de gostar deles, ou ficar magoados com o que eu falei. Liberdade de expressão. Eu dei minha opinião, vocês dão as de vocês e fica tudo certo.

O que é uma pena é que alguns digam que não voltam mais a este espaço apenas porque eu escrevi algo que é diferente do que eles pensam. Isso sim é um pensamento pequeno. Mas, como sempre, esta é a minha opinião.

Um abração em volume máximo!

Cidão

3 de Dezembro de 2007 às 7h57
  batuta

Não acho o Portnoy mala..ele manda to mas não deixa de ser humilde por isso. É só ver os extras de DVDs, por ex quando ele brinca com a platéia faz palhaçadas e no live at budokan do DT vc ve ele tocando com um cara da platéia um bumbo……

Se fosse o malmsteeen, acho q isso não aconteceria…..

3 de Dezembro de 2007 às 9h01
  Kenzou

Acho ducaralho nego falando suas opiniões aqui, como se fossem donos da verdade. ‘Rock não é técnica, é feeling! Não é algo mecanico, é isso, é aquilo. É alho, é bugalho.’

Perdão, isso não é exprimir uma opinião. É afirmar algo como se fosse certo, correto e invariável.

Para mim, cada banda tem seu estilo, seu meio de fazer música e deve ser respeitada por isso. Se o cara faz música progressiva, toda quebrada, cheia de firulas, otimo, do caralho, ele gosta. A banda gosta. Os fãs gostam. E viva! (Nota: eu me amarro em DT, Pink Floyd nem tanto, Rush marromeno, Yngwie Malmsteen é muito bom)

Assim como tem gente que diz que não sente nada ouvindo musicas progressivas, maravilha. Acontece. Já eu não sinto nada ouvindo The Clash, Misfits, Edguy, Angra entre outras bandas que, geralmente, pessoas que não curtem progressivo, curtem.

Vai de cada um, gosto é que nem cu, minha brava gente.

É pra exprimir opinão, otimo, mas façam isso direito.

Ah, e Mike Portnoy é fresquinho mermo. Ao menos ele demonstrou isso quando veio aqui no Brasil.

3 de Dezembro de 2007 às 9h51
  Alexandre Animal

Eu odeio esses virtuoso e concordo que a técnica fala muito mais alto do que o feeling no caso deles. Não esquecendo que, muitos são metidos mesmo.

3 de Dezembro de 2007 às 13h43
  Guilherme

Bom eu sou musico, baterista para ser exato, um dia eu estava discutindo com meu professor de bateria sobre bandas com um som progressivo como rush e dream theater, e de fato chegamos a conclusão q são bandas apreciadas,normalmente, por musicos q realmente compreendem a complexidade de tocar e criar oq eles tocam, não tem um ritmo de fácil assimilação, não é o famoso 1 2 3 4 q é agradavel e simples de ser ouvido e dançado. Porém dizer q musicos como Portnoy e Malmeestem não tem alma, feeling?!!! Eles possuem um senso impar de criar e adaptar melodias, reduzi-los a simples matematicos é mta ignorancia. Tive o privilegio de ouvir esses musicos ao vivo, portanto sei do q estou falando. Criticos de música criticam mtas vezes sem saber a magnitude da obra por trás da música.

3 de Dezembro de 2007 às 14h22
  Lili

Pronto, agora vocês vão falar que o Cid blasfemou porque falou mal de algo que vocês gostam? É o fim da picada… Conviver em sociedade passa por tolerar o diferente, como é o caso da opinião dele!

Como eu já disse, endoço a coluna sem pensar duas vezes…

3 de Dezembro de 2007 às 18h33
  hebert

feeling = david gilmour

4 de Dezembro de 2007 às 1h07
  Blaze

Eu vou ser curto e grosso:

“Eu ouço o que me agrada.”

E acabou por aqui. =3

4 de Dezembro de 2007 às 7h56
  alecfcms

Ringo Starr > Keith Moon >>>> … >>> Mike Portnoy

Nem vou citar todos os guitarristas melhores e mais criativos que o chatíssimo Malmsteem, mas incluem George Harrison, Eric Clapton, Jimmy Page, Jimi Hendrix, Pete Townshend e outros tantos.

Essa masturbação musical é muito chata e sem a mínima criatividade.

7 de Dezembro de 2007 às 18h43
  V

@ Lili
Como o próprio El Cid disse, aquilo é opinião dele e ninguém tasca. Mas não concordo em ficar discutindo sobre os músicos, falando que fulano parece um robô e siclano não tem feeling. Pelo amor de Deus, quem é ele pra falar que alguém não tem feeling? Ninguém pode falar isso.
Julguem a obra, não o artista.

8 de Dezembro de 2007 às 1h32
  Jaiminho

Espaço opinativo, sim. Agora, criticar positiva ou negativamente sem saber do que está falando é falta do que fazer. Não diga que é ruim só porque você não gosta. Afirmativas assim ultrapassam um pouco do senso opinativo de uma pessoa pra sugerir uma questão mais geral do que individual.

Falar que os pessoas tipo os músicos do Dream Theater e Steve Vai são “sem alma” é algo totalmente sem sentido. Pra justificar, classifico rudimentarmente as músicas em dois tipos: interpretativa e expressiva. Esses dois tipos são uma divsória nesse seu conceito de alma musical.

Chamo de interpretativa aquela em que você tem uma partitura/cifra para ser seguida e apenas há espaço para apenas interpretações daqueles modelos.
Chamo de expressiva aquela em que há uma base harmônica sobre a qual o músico tem a oportunidade de desenvolver, a cada vez que toca, uma levada diferente.
Aliás, bandas tipo Sepultura e The Who são totalmente fechadas em cima da música gravada (salvo exceções, logicamente). Mesmo assim, você afirma que eles têm aquela “alma”. Dá pra sacar que você gosta desses mas não gosta dos outros. Basta ver a frase no final do parágrafo anterior àquele em que você glorifica essas duas bandas.

Músicas como as do Steve Vai e do Dream Theater são claramente interpretativas. MPB é um estilo completamente expressivo. Retirar os créditos de um músico porque ele demostra absurda técnica numa música fantástica que ele próprio compôs, mas que não abre alas para a expressão do momento da execução é charlatanismo.

É bem mais difícil tentar reconhecer algo do qual gosta como ruim do que fazê-lo com o que desgosta.

Dica pra quem acha John Petrucci, Mike Portnoy, Jordan Rudess e Tony Levin “sem alma”: ouça-o em Liquid Tension Experiment. Esse experimento foi feito direto no estúdio. Foi pegar, tocar, refinar e gravar.

No final das contas, o que vale é o que Blaze escreveu:

“Eu ouço o que me agrada.”

9 de Dezembro de 2007 às 3h30
  V

Apesar de ninguém mais estar lendo isso

@Jaiminho
Você disse tudo meu caro. Eu estava tentando falar isso mas você o fez melhor.

@El Cid
Leia esse comentário do Jaiminho e reconheça a tremenda besteira que você fez nessa coluna.

Como o Jaiminho disse:
“É bem mais difícil tentar reconhecer algo do qual gosta como ruim do que fazê-lo com o que desgosta.” Aposto que você munca viu alguém dizer “Pô, Dream Theater é uma merda, mas eu adoro o som dos caras”. Ninguém vai dizer que o que gosta é ruim, mas o contrário ocorre.

16 de Dezembro de 2007 às 4h14
  Marcus Vinicius

Devia estar bêbado para dormir no shhow do Rush.
Ou não tem sensibilidade musical.

12 de Agosto de 2008 às 0h11
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