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Sábado, 15 de Dezembro de 2007 | Atualizado em 09.01.08 às 9h43 88 FM: Você sabe o que é Pagode?SkullCracker é um daqueles internautas que me acompanham há muitos anos. Leitor da finada PQP — também conhecida carinhosamente como Puta Que Pariu! — ele migrou rapidamente par’A ARCA, mas quase nunca postava comentários por lá. Parecia meio tímido. E-mails para mim, no entanto, mandava sempre, nem que fosse apenas para dizer que odiou esta [...]
Aí, ele provocou. Mexeu. A este e-mail, seguiu-se uma enxurrada de mensagens curtas trocadas em pouco menos de 1 hora por meio do Gtalk, que se transformaram de discussão em uma espécie de entrevista. No fim das contas, SkullCracker pode não ter concordado comigo, mas entendeu o meu ponto de vista e até ficou bem curioso sobre o assunto. Dias depois, revendo o nosso papo, percebi que reunindo e sintetizando tudo que conversamos, isso daria uma boa coluna para a 88FM. Assim sendo, com o devido consentimento do nosso leitor-ouvinte, segue o nosso papo — em alguns momentos editado, é claro, para não se tornar cansativo.
SkullCracker: Só não consigo entender, sei lá. Você é um cara do rock, deveria curtir muito mais o Malmsteen ou o Satriani do que um pagodeiro qualquer. El Cid: Cara, tem duas coisas que considero bizarras no seu pensamento. Primeiro: eu posso gostar de rock e também de outras coisas diferentes. Uma coisa jamais limita a outra. Baita pensamento de cabeça pequena, hein? Lembra da minha coluna cujo título era “Qual é o seu gênero musical favorito?”. Bem por aí. SkullCracker: Eu juro que entendo. Ou tento entender, vai. Mas acho que são extremos demais, velho. Pagode e rock? Não combina. Minha cabeça até dói. El Cid: Não acho, não acho mesmo. Minha coleção de CDs tem um monte de coisas de rock, a maioria, mas tem diversas outras coisas de outros gêneros radicalmente diferentes. Não acho isso um pecado. Acho maior legal, isso sim. Cada dia, ouço uma coisa diferente que estou afim. SkullCracker: Continuo achando estranhão. Mas talvez seja porque não suporto este negócio de pagode, de jeito nenhum. Acabei ficando meio radical, admito sem problemas. El Cid: Então, esta era a segunda coisa que eu ia levantar. Já é a terceira vez que você usa o termo “pagode”. Você sabe realmente o que é isso?
El Cid: Velho, você tá misturando tudo. Não confunde. O Jair Rodrigues nunca fez nada sequer similar ao Só Pra Contrariar. São duas linhas completamente distintas. É a mesma coisa que dizer que, sei lá, Blind Guardian e Sepultura são iguais só porque ambos fazem metal. SkullCracker: Lá vem você falar do Blind… El Cid: Hahahahahahaha! Saiu sem querer, eu juro. Mas é preciso que você entenda que “pagode” é uma palavra cujo significado mudou muito ao longo dos anos. O nome era utilizado para batizar as festas regadas a muito samba desde o começo do século XIX. Primeiro, eram as festas de escravos nas senzalas, depois se tornou o nome daquelas festas dos subúrbios, dos calçadões de bares, das favelas. Todo mundo fazendo um som em volta da mesa, violão e percussão, aquela história toda. SkullCracker: Ei, isso era novidade pra mim. El Cid: Pois é, brother of metal. Acabou virando sinônimo de um tipo de samba mais acelerado, mais festeiro. Eram os sons do Fundo de Quintal, do Almir Guineto, do Zeca Pagodinho, do Jorge Aragão e até da Jovelina Pérola Negra. SkullCracker: Pelo pouco que eu sei, estes nomes que você listou aí são só una tiozinhos e tal. El Cid: Exato. SkullCracker: E como que “pagode” se tornou sinônimo daquele tipo de som mela-cueca, um romântico pentelho, raso que nem um pires? Tipo o do Alexandre Pires e do Belo, e outros destes b* mesmo. El Cid: Hehehehe. O que aconteceu é que esta nova geração de músicos mais, digamos, “românticos”, teve uma baita aceitação. Eles saíram dos guetos e, por serem vestidos com uma roupagem mais pop, caíram nas graças de todas as classes sociais, infestaram todos os programas de TV, tocaram nas rádios sem parar. E aí virou uma mistureba só. Falou em pagode, os mais afoitos já colocam tudo no mesmo balaio de gato. O que é uma injustiça sem tamanho. Comparar as letras e mesmo as instrumentações de um Só Pra Contrariar com um Jorge Aragão, por exemplo, é uma senhora sacanagem. Isso sem falar em grupos como o Gera Samba, o Molejo e até o É O Tchan, um novo tipo de pagode mais recente que se mistura com o axé e que tem ainda menos preocupação com as letras. SkullCracker: Hum. Saquei. El Cid: A diferença primordial é que sambistas das antigas como o Jair Rodrigues e o Paulinho da Viola, e mesmo pagodeiros como o Fundo de Quintal e o Almir Guineto (para não citar um Noel Rosa, Cartola ou Adoniran Barbosa da vida), são o que gosto de chamar de trovadores do povo. Eles cantam as coisas simples da vida, o dia-a-dia do morro, as coisas engraçadas, às vezes até as coisas tristes, mas com uma elegância e charme que estes “neopagodeiros” nunca aprenderam. Eles também falam de amor, podem até fazer uma ou outra letra de duplo sentido, mas é diferente. Tem um ar mais inocente, mais natural, menos sacana e forçado. Só para não ser injusto, tem até uns caras mais jovens como o Dudu Nobre que fazem um trabalho interessante dentro deste gênero. SkullCracker: Nossa, me senti tendo uma aula sobre samba agora, hein? Se empolgou, Mestre El Cid. El Cid: Sempre gostei do assunto. Apesar de gostar essencialmente de rock, meus pais sempre viveram o mundo do samba, me levavam para quadras de escolas de samba, eu ouvia os grandes nomes meio que por osmose. Peguei gosto. Jair e Demônios da Garoa, por exemplo, eu escuto bastante. SkullCracker: E aquele lance de samba de breque? O que é isso? Sempre ouvi meu avô dizendo esta expressão, mas nunca soube do que se tratava. El Cid: Eu explico. Samba de breque era um tipo de samba que tinha umas partes faladas no meio. O Moreira da Silva, finado, fazia muito isso. Mas este não é o único tipo diferente de samba, fora o pagode e o samba de breque. O samba-exaltação, que é aquele mais nacionalista, tipo “Aquarela do Brasil”. O partido alto, mais percussivo e até meio improvisado. O samba-canção, que é mais romântico, lento, meio bolero. O samba-enredo das escolas de samba. E misturas como samba-reggae surgido na Bahia e samba-rock que os paulistanos tanto gostam — que está mais para soul e funk, mas tudo bem. SkullCracker: Cara, melhor a gente parar por aqui. Você falou tanto sobre samba que daqui a pouco eu saio sambando por aí, requebrando o esqueleto. Isso vai acabar com a minha reputação de headbanger, meu! El Cid: Hahahahahahahahahaha!
ÁLBUM DO ANO Echoes, Silence, Patience & Grace (Foo Fighters) These Days (Vince Gill) River: The Joni Letters (Herbie Hancock) Graduation (Kanye West) Back To Black (Amy Winehouse) GRAVAÇÃO DO ANO MÚSICA DO ANO ARTISTA REVELAÇÃO PERFORMANCE VOCAL POP FEMININA PERFORMANCE VOCAL POP MASCULINA PERFORMANCE POP EM GRUPO GRAVAÇÃO DANCE ÁLBUM DANCE / ELETRÔNICO PERFORMANCE ROCK SOLO PERFORMANCE ROCK BANDA PERFORMANCE HARD ROCK PERFORMANCE METAL PERFORMANCE ROCK INSTRUMENTAL CANÇÃO ROCK ÁLBUM ROCK DISCO DE MÚSICA ALTERNATIVA PERFORMANCE VOCAL FEMININA R&B PERFORMANCE VOCAL MASCULINA R&B PERFORMANCE VOCAL EM GRUPO OU DUPLA R&B CANÇÃO R&B ÁLBUM R&B PERFORMANCE RAP SOLO MÚSICA RAP ÁLBUM RAP ÁLBUM DE MÚSICA CONTEMPORÂNEA MUSICAL TRILHA SONORA [FILME / TV] TRILHA SONORA INCIDENTAL [FILME / TV] CANÇÃO ORIGINAL PARA FILME OU TV VIDEOCLIPE » A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, mais conhecida como “aquele bando de tiozinhos que promovem o Oscar”, divulgou a lista completa das 59 canções que serão consideradas para as cinco vagas de indicados ao Oscar 2008 de “melhor canção original”. A lista completa você confere neste link, mas eu votaria facilmente nas canções de “Hairpray” e na deliciosa “PoP! Goes My Heart”, do filme Letra e Música. » Quem baixou, baixou. Quem não baixou, não baixa mais. A partir do dia 10 de dezembro, não são mais permitidos os downloads gratuitos de “In Rainbows”, o novo disco do Radiohead. Quer dizer… Pelo menos, não mais pelo seu site oficial. Mas nós sabemos muito bem, assim como o próprio Thom Yorke, que depois que você abre a caixa de Pandora na internet, fica impossível controlar o que vai acontecer. » Para quem entende inglês, o título é sintomático: “Ladies of the Night – A Historical and Personal Overview of the Oldest Profession”. Ou seja: Damas da Noite – Uma Análise Histórica e Pessoal da Mais Velha das Profissões. Quem está escrevendo este guia sobre as melhores prostitutas do planeta é o mestre linguarudo Gene Simmons, baixista e garoto-propaganda do Kiss. Você se surpreendeu? » Não durou muito a passagem de Tim “Ripper” Owens (aquele mesmo que passou pelo Judas Priest depois de Rob Halford, em uma história de fã que assume o lugar do ídolo que inspiraria o filme Rock Star, com o Mark Wahlberg) como vocalista da banda de metal estadunidense Iced Earth. Em comunicado oficial do guitarrista e chefão Jon Schaffer, quem assume os microfones é ninguém menos que Matt Barlow — que já foi vocalista do grupo em sua fase mais memorável. Cheers! » Neal Schon (guitarra), Jonathan Cain (teclados), Ross Valory (baixo) e Deen Castronovo (bateria), os músicos do Journey, anunciaram enfim o novo vocalista do grupo — que entra para substituir o lendário Steve Perry logo depois das passagens de Steve Augeri (que abandonou o cargo por problemas de saúde) e Jeff Scott Soto (afastado sob circunstâncias estranhíssimas). O cantor, semidesconhecido, chama-se Arnel Pineda e vinha cantando material do Journey há um tempão em sua própria banda, The Zoo. O mais engraçado foi descobrir que Neal Schon encontrou Pineda justamente por meio do YouTube. “Estava frustrado por não termos um novo cantor. Então, eu entrei no YouTube durante muitos dias e ficava lá, procurando por horas. Quando achei o The Zoo e vi alguns de seus vídeos muitas vezes, tive que me afastar um pouco do computador para digerir aquilo. Ele soava bom demais para ser verdade”, revela Schon. “Arnel não soa artificial e não está tentando imitar ninguém. Tentei entrar em contato pelo YouTube e ele respondeu, mas levou algum tempo para convencê-lo de que não se tratava de um impostor”. Veja um trechinho do camarada soltando a voz para ver se ele tem tarimba de fato: » Nem John Bush, nem Joey Belladonna. Para o posto de vocalista, o Anthrax resolveu convocar Dan Nelson, ex-cantor das bandas Devilsize e Me, My Enemy. Segundo consta, os problemas de relacionamento com Belladonna ressurgiram e impediram que ele continuasse na banda depois da turnê de reencontro, enquanto Bush teria preferido manter-se temporariamente afastado do mundo da música. » Depois da bombástica declaração pessoal do guitarrista Rafael Bittencourt, o Angra soltou o seu próprio esclarecimento acerca da situação que cerca uma das maiores bandas brasileiras de hévi métal. “A nossa vontade, enquanto músicos, é nos preocuparmos com a música, a parte artística e criativa da banda. Infelizmente, porém, nenhuma banda sobreviveria sem a parte burocrática que, se não estiver muito organizada e clara, pode atrapalhar todo o resto. Por isso é que foi necessário para a banda dar um tempo em tudo o que estávamos fazendo, e começar a colocar a casa em ordem de novo. O primeiro passo, e talvez o mais crucial, é a mudança no empresariamento e em toda a estrutura administrativa do Angra. São mudanças fundamentais pra que nós possamos novamente focar nossos objetivos na arte, e não em papéis e documentos. Por ser uma transformação de grandes proporções, demanda tempo e muito trabalho pra ser concluída, e nós estamos colocando toda a nossa energia nisso para que possamos concluir o processo o mais rápido possível, e então voltar a fazer o que nós realmente gostamos: tocar”. É bom lembrar que, quando Andre Matos, Luis Mariutti e Ricardo Confessori saíram do grupo há alguns anos, a situação era mais ou menos a mesma. Enfim, eles ainda finalizam: “Quando se faz algo por amor, é impossível simplesmente deixar tudo de lado, como alguns boatos sugeriam e como algumas pessoas gostariam que fosse, portanto, nossa união agora é mais forte do que nunca, e agora sabemos muito bem com quem podemos contar. Por isso, tenham certeza que em 2008 o Angra estará de volta, com muitos projetos a realizar, e com mais vontade do que nunca”.
» Direto da redação de Lúcio Ribeiro, vem a informação de que as meninas francesas do Plastiscines devem se apresentar em solo tupiniquim no dia 17 de janeiro, durante uma balada-evento promovida pela Fiat, dentro do São Paulo Fashion Week. Maiores detalhes em breve. O que dá para dizer sobre o grupo, no entanto, é que elas se tornaram, assim como o nosso Cansei de Ser Sexy, atração para lá de hypada no circuito fashion. E, também como o CSS, elas suscitam reações exacerbadas do tipo “amor e ódio”. Vejamos o que acontece. » Será que agora finalmente vai? O Suicidal Tendencies estaria, também de acordo com o blog de Lúcio Ribeiro, negociando enfim uma passagem pelo Brasil, com show em São Paulo para o começo de janeiro. » Para complementar, março seria a vez dos punks veteranos do Social Distortion, cuja formação original se resume ao seu líder Mike Ness, aprontarem das suas nos nossos palcos. Quando a gente tiver mais informações, eu aviso por aqui. » O site latino de música HumoNegro confirma as negociações para que o My Chemical Romance faça uma visita à América do Sul entre o final de janeiro e o começo de março, com passagens pelas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, além de apresentações no Chile e também na Argentina. » Em uma conversa com o UOL Crianças, Christopher Uckerman, integrante do grupo mexicano RBD, disse que eles adoraram tocar no Brasil. “Me impressionou como as pessoas sabiam cantar todas as músicas em espanhol”. E em comentário curto e grosso, revelou quando pretendem voltar ao nosso país. “No próximo ano, talvez em março, para shows”. » Informações de bastidores dão como certa a passagem dos death metallers canadenses do Cryptosy pela América do Sul em 2008…Brasil incluído. Aguardem!
» A banda Babyshambles, do menino-problema Pete “Nariz de Maradona” Doherty, liberou no MySpace uma versão demo da canção inédita “Pretty Sue”. Eu sinceramente não entendo que graça os ingleses ainda vêem nele mas, em todo o caso… » Segue um desafio interessante procêis: aqui está o link do MySpace de uma banda chamada Foxboro Hot Tubs. Reza a lenda que eles seriam um projeto paralelo do Green Day. O que você acha? » A raivosa banda Danko Jones só solta material novo em 2008, o disco “Never Too Loud” — mas você pode conferir uma prévia do que vem por aí baixando a encorpada canção inédita “Code of The Road”, que faz parte da vindoura bolacha. » O novo CD do cantor e surfista Jack Johnson, “Sleep Through the Static”, sai apenas no dia 5 de fevereiro de 2008, lá nos States. Mas como o camarada trocou uma idéia com a AOL gringa a respeito da bolacha e ainda tocou a inédita “If I Had Eyes”, você pode ouvir a dita cuja em primeira mão simplesmente clickando aqui.
“Kashmir” “Good Times, Bad Times” “Stairway to Heaven” “Since I’ve Been Loving You” » Acrassicauda (que em latim quer dizer “escorpião negro”) é o nome da única banda de heavy metal do Iraque. Inspirados por bandas como Metallica, Slayer e Slipknot, eles começaram a escrever músicas próprias e fazer shows em 2001. Mas não seria tarefa fácil manter um grupo deste gênero em particular em um país muçulmano fundamentalista como o Iraque. Eles são as estrelas do documentário “Heavy Metal in Baghdad”, que acompanha a sua jornada desde a queda do regime de Saddam Hussein até os dias atuais, sempre lutando para manter vivos os seus sonhos. Veja só o trailer aqui! » O título da nova faixa do Hot Chip não poderia ter sido mais acertado: “Ready for the Floor”. Dançante, a música promete ser o novo hit do verão inglês. O clipe pode ser visto, é claro, no YouTube. » A musa tatuada-bagaçeira Amy Winehouse lançou um novo single, “Love Is A Losing Game” e você pode assistir ao vídeo promocional no site da revista NME — que inclui ainda imagens do vindouro DVD “I Told You I Was Trouble”. » Michel Gondry, cineasta de filmes como Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças e o esperadíssimo Be Kind of Rewind, retomou a parceria com a esquisitona Björk e dirigiu o perturbado clipe de “Declare Independence”. Are you ready for this? » A pequenina aprendiz de bagaceira Lily Allen surgiu com um cover para “Mister Blue Sky”, do grupo Electric Light Orchestra, utilizado como trilha de uma empresa francesa de telefonia. Check this out: » Desta vez, lá foi a canção “Goliath”, outra parte integrante do próximo disco do Mars Volta, “The Bedlam In Goliath”, transformar-se em videoclipe. O som experimental da dupla sempre surpreende — e é claro que não seria diferente com seus vídeos… » Depois de muitos anos de hiato criativo, os veteranos do Uriah Heep finalmente apresentaram uma nova canção, possivelmente faixa integrante de “Wake The Sleeper”, novo disco de estúdio previsto para ser lançado em 2008. Será o primeiro trabalho inédito dos caras em nada menos do que 10 anos, desde “Sonic Origami”, de 1998. Assista à banda tocando a canção “Overload” durante um show na Suécia (abençoado seja o YouTube…e também os celulares com câmera!). » Caso você tenha ficado curioso para presenciar a tal apresentação que o Queens of The Stone Age fez numa mina subterrânea de sal, na Alemanha, com intenção de lançar um DVD, saiba que um teaser trailer já pode ser conferido na internet. As pessoas que assistiram à performance in loco devem ser do tipo que lida bem com situações claustrofóbicas…
”Our Love is a Lie” é puro hard rock dos anos 80, em sua essência mais límpida de sonoridade e letra. E o vocalista ainda conta com a participação especial de Axl Rose nas faixas “(Love is a) Bitchslap”, “Stuck Inside” e no inspiradíssimo cover de “Back In The Saddle”, do Aerosmith, no qual eles disputam para ver quem se esgoela com mais vontade. Se mesmo assim você sentir saudades do romantismo roqueiro inerente de Bach, fique com ”By Your Side” e “Falling Into You”. E já está mais do que bom.
• “Waldomiro Pena” (Jorge Ben Jor) • ”As Rosas Não Falam” (Cartola) • ”Tango do Covil” (MPB4) • ”Se a Vida É” (Pet Shop Boys) • ”Home Sweet Home” (Mötley Crüe) • ”D.A.N.C.E.” (Justice) • ”Super Trouper” (ABBA) • ”Abandoned” (Kamelot) • ”Os Metaleiros Também Amam” (Língua de Trapo)
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