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Quinta-feira, 4 de Outubro de 2007 | Atualizado em 24.08.08 às 1h04
Por que será que o filme causou tanto furor se ele só mostra um pouco de vida real?!
Juro que, até agora, horas depois de ter visto o filme, estou aqui pensando: por que será que o filme causou tanto furor? Tudo que eu li a respeito, não deixa de ser blá-blá-blá tÃpico de povinho pseudo-indignado, que protesta apenas quando algo abala a sua bolhinha de vidro. Tropa de Elite pra mim, nada mais é que o Cidade de Deus ambientado nos anos 90, ao invés de se passar no fim da década de 70/começo da de 80.
O auê que se fez em torno do filme é similar ao que fizeram quando o MV Bill lançou Falcão - Meninos do Tráfico. Todos se comportam como se aquilo tudo fosse um absurso, se chocam, como se ninguém soubesse que tudo aquilo acontece todos os dias. Que toda hora tem policial recebendo propina Brasil afora; que tem boyzinho pra cacete que busca droga no morro pra repassar pro povo da faculdade; que nesse momento tem policial matando uma renca de favelados que morrem só por serem pobres, apesar de não terem nenhum tipo de envolvimento com o tráfico; que tem um monte de policial que tortura gente pra obter informações. Qual é a novidade de tudo isso? Ainda não consegui descobrir. Ou o povo é alienado ou realmente vive numa redoma — da qual eu não faço parte.
Apesar de considerar desnecessário, uma vez que todo mundo já tá cansado de saber a história do filme, Tropa de Elite se concentra no Capitão Nascimento (Wagner Moura), que está querendo deixar seu posto de comando no Bope (Batalhão de Operações Especiais da PolÃcia Militar — mais conhecido como Tropa de Elite), porque sua esposa (Maria Ribeiro) está prestes a ter seu primeiro filho e quer que ele passe mais tempo a seu lado e ao lado do bebê. Para isso, ele precisaria encontrar um substituto. E, como diria a minha cunhada Porps, “é aà que a roda pega no pára-lama”.
Paralelamente a isso ele vai contando a história de Neto (Caio Junqueira) e Matias (André Ramiro), dois aspirantes, amigos de infância, que entraram juntos para a corporação e logo de cara se espantam com a quantidade de corrupção existente ali dentro — e corrupção de todo tamanho, desde troca de motor de viaturas (vendendo um motor novo, pra trocar pelo o de um carro velho), arrecadação de propinas (incluindo-se aà grana, bebidas, refeições etc.), mudança de corpos da área de uma delegacia para a de outra, até mesmo a corrupção da máquina burocrática (mostra um policial que tenta tirar férias há quatro anos e que, segundo seu superior, só conseguirá as férias se o “ajudar”, e mostra uma gaveta cheia de dinheiro, alegando que há 40 outros policiais na frente dele na fila de férias). E os dois, embora tenham temperamento e postura diferentes, são honestos e não se conformam com o rumo que a polÃcia está tomando.
Até que num momento a vida de Nascimento se cruza com a dos dois aspirantes numa operação de resgate de policiais numa favela. Então, os dois amigos decidem fazer o curso pra entrar no Bope. Um curso severÃssimo, digno de qualquer treinamento de guerra, onde pouquÃssimos conseguem chegar até o final. O Bope é formando por policiais forjados na base da porrada, conseqüentemente, são violentos, retrógrados, conservadores, não toleram o mÃnimo desvio da lei e da ordem, porém, e acima de tudo, são honestÃssimos e se tem algo que detestam tanto quanto bandido, é policial corrupto e boyzinho drogado (que segundo eles — e não deixa de ser — são cúmplices de traficantes). Depois do curso, Nascimento sabe que ou Neto ou Matias será seu substituto, resta saber se ele deve optar pela bravura de um ou pela inteligência do outro. E o filme vai correndo enquanto Nascimento, que é o narrador, tenta resolver esse impasse, e vai nos apresentando as caracterÃsticas dos dois.
Tropa de Elite é um filme forte e latente, não há como achar que aquilo é uma bela obra de ficção, muito bem dirigida e atuada e deixar de pensar que tudo aquilo é real, que está acontecendo todos os dias em muitos lugares do Brasil (não só no Rio de Janeiro, como muitos insistem em pensar e continuam se mantendo dentro de sua bolha). A violência e a corrupção fazem parte da nossa vida e não há como negar isso. Acho muito engraçado a polÃcia ficar indignada com um filme que “mancha” a reputação da corporação, quando eles próprios se encarregam de fazer isso (e aqui defendo pois sei que há muito policial honesto e sei também que os desonestos são minoria — que seja 30% fazendo merda, já mancha a imagem dos outros 70% que agem direito).
Mais engraçado ainda é a burguesia achar um absurdo numa passagem do filme que diz que “playboyzinho viciado é que sustenta o tráfico de drogas”. Isso é alguma mentira? Se o tráfico dependesse apenas das favelas não iria pra frente, porque o povo do morro, sozinho, não tem dinheiro pra bancar aquela estrutura. E sei disso muito bem, afinal, me formei numa das faculdades mais caras de São Paulo (e levando-se em conta que eu estudava de tarde, vai imaginando o nÃvel da conta bancária dos meus colegas de faculdade, afinal, menos de 5% trabalhava pra conseguir pagar a mensalidade). Todo dia eu via gente oferecendo tubo de lança e “bala” (ecstasy) a X reais, como se fosse tão natural quanto vender Avon, Natura, Pão-de-Mel. O comércio era forte — se 15% da minha turma era careta eu tô chutando bem alto, porque quase todo mundo baforava ou fumava um beck. Sei que essa é a realidade da maioria das faculdades do paÃs. Portanto, não compreendo o porquê de tanta indignação.
A não ser que os papais achem que seus filhinhos saem de balada por aÃ, tirando racha etc. regados a suco de laranja. Eu duvido que aquele grupo de amigos que espancou a doméstica no começo do ano estivesse “limpo”. A verdade é essa. É muito fácil comprar sua cota de emissão de carbono, blindar o carro, andar com segurança pra cima e pra baixo e achar que o mundo é lindo. Não é. A realidade é dura, é triste.
Quem quiser achar que é um filme fascista, que delega culpa aos outros que não tem nada a ver com isso, muito bem. Mas uma hora a realidade vai se esfregar na sua cara, e aà vai ser bem mais dolorido do que você imagina. Antes que eu me esqueça, se é que você ainda não viu, Judão RECOMENDA! e muito o filme e não é porque a edição é isso, o enredo é aquilo, a direção é aquilo outro, e sim porque uma dosezinha de vida real não faz mal a ninguém.
Comentários
Já são 30 sobre esse post -- até agora
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Bruce
O filme é PHODA!!!!!!!!!!!
4 de Outubro de 2007 às 14h00
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Ricardo
CrÃtica da Tayra >>>>>>>>>>>> CrÃtica do Borbs.
O filme é bom porque mostra várias verdades e como cada uma delas meio que impede que as outras sejam resolvidas. A corrupção na polÃcia impede o trabalho dos honestos, que se vêem vingados pelo BOPE, que usa métodos cruéis e desumanos porque são jogados na guerra, sem as condições devidas, o que leva gente inocente da favela a ser torturada com a desculpa de se prender os fodões.
E o playboyzinho que consome a droga vinda do Comando da vez, que acha que basta ajudar em uma ONG no morro, acaba legitimando o poder dos traficantes. Tem a ilusão de que ajuda as crianças carentes… e a curto prazo talvez até o faça, mas finge não ver que a longo prazo está aumentando o poder do Comando e piorando a situação. Não só do inocente que vive no morro, mas também de todos que vivem no asfalto, inocentes ou não, e são vÃtimas da violência urbana dia após dia.
Capitão Nascimento não é um herói. Mas também não é um vilão. Ele é apenas o fruto de uma sociedade cÃnica e uma polÃcia desestruturada.
4 de Outubro de 2007 às 14h35
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Zémilho
Tayra, parabéns!
achei sua análise muito mais foda do que o Borbs.
vc entrou mesmo no clima do filme, enquanto o Borbs fez o review de um ponto de vista mais “sou apenas um cara vendo um filme que conta uma história e ponto final”.
parabéns moça, esse seu review ficou animal!
4 de Outubro de 2007 às 16h46
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Omykron
Tayra, a “novidade”, de certo modo, foi o culhão que alguém teve para fazer um filme que fala (em algum ponto), sobre isso.
É que nem a parte que o CAP. NASCIMENTO fala do Matias e seus amigos.
4 de Outubro de 2007 às 17h05
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Fernando
assino embaixo… eu vi o Jack Sparrow, mas pretendo ver no cinema, não por questões de “abaixo a pirataria” pq nisso eu tenho outas opiniões, mas pela questão de q com certeza tem algumas falhas q eu vi na parte técnica q espero ver resolvidas na versão final… de toda forma, do ponto de vista do enrredo, a Tay falou tudo… foi uma ótima análise da história =]
5 de Outubro de 2007 às 0h59
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Tostines
Bela análise Tay. E fica a dúvida: Quantas crianças serão levadas ao tráfico para que alguns viciados fracassados possa usar drogas?
5 de Outubro de 2007 às 11h24
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Drop the gun !!
O Nascimento é meu pupilo !!
5 de Outubro de 2007 às 15h14
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Drop the gun !!
Prometo que na 7a temporada vou estar menos EMO.
5 de Outubro de 2007 às 15h16
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Leandro
É isso aÅ Se não existisse o boyzinho, a Paty, o Mano e a Mina que gostam dum baseadinho e dumas carreirinhas, não existiria o tráfico!E depois essa galerinha tá de branco na passeata pedindo paz!
Depois, os traficantes tem armas de guerra, querem que a policia suba morro debaixo de chuva de balas, carregando flores nas mãos? FACA NA CAVEIRA!!!!
5 de Outubro de 2007 às 17h13
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Birimbeto
Tayra, só um adendo:
O mundo era lindo. Maravilhoso.
Até que um abestado qualquer criou esse bicho chamado Homem.
Que Deus nos abençoe. =/
5 de Outubro de 2007 às 19h12
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-Evil Shady-
CrÃtica perfeita. Nada a acrescentar.
5 de Outubro de 2007 às 23h10
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Lula
Eu concordo com todas as atitudes do BOPE no filme. Tem ser firme. Tudo bem que a maioria dos moradores de favela são honestos, trabalhadores e vÃtimas de uma péssima polÃtica social, mas o BOPE não tem nada a ver com isso. O papel deles é reprimir, não dar o ombro pra marginal chorar. Quem tem que fazer isso tá enchendo a bunda de grana lá em BrasÃlia.
Quanto à reação das pessoas, é melhor que se choquem. É pra isso que serve o filme, pra botar lenha na fogueira. Tinha que ter um filme desse por ano, até que que todo mundo resolva se revoltar de uma vez…
6 de Outubro de 2007 às 0h03
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Julio
Só pra constar: esse deveria ser o filme a nos representar no Oscar, mas…
A cena do povo na faculdade me lembrou a minha (UFRJ) - sempre o mesmo discurso.
Parabéns pela resenha - acertou em cheio!
6 de Outubro de 2007 às 2h08
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Rê
Oi, Tay!
Parabéns pela resenha!
To doida p ver o filme!
O lance que vc falou das faculdades é bem real e comum mesmo. Faço PUC e cansei de ver isso…Infelizmente!
E Wagner Moura RLZ! =D
Rê
6 de Outubro de 2007 às 12h05
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Bruno
A Tayra é o pior membro do judão… putz
6 de Outubro de 2007 às 14h21
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Marcos
Perfeita analise, sem nada a acrescentar.
7 de Outubro de 2007 às 16h17
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leobh
Tay, eu ja discordei bastante de vc, principalmente quando vc escrevia “Complicada e perfeitinha”, acho q até por causa da próposta da coluna de ser casual e meio superficial, mas agora tenho q admitir q vc matou a pau na sua crÃtica. Eu q sou anti-cinema nacional fiquei com vontade de dar uma conferidinha no filme.
8 de Outubro de 2007 às 12h03
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leobh
próposta saiu meio sem querer, acho q eu estava pensando em próstata, rsrsrss!
8 de Outubro de 2007 às 12h08
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Lili
Tayra, pode parecer absurdo, mas as pessoas realmente não sabem (ou se perfazem de João-sem-braço). Aqui no Rio e mais especificamente em uma faculdade pública e elitista como a minha é exatamente assim que as pessoas pensam.
Depois de um acalorado debate em sala de aula a respeito do filme, chegou-se ao extremo de dizer que se os traficantes ficarem sem o dinheiro das drogas vão descer dos morros e só Deus sabe o que farão conosco (eles, os playboyzinhos), os cidadão de “bem”.
O Brasil é uma vala, basta ver a quantidade de pessoas que comprou o filme em sua versão pirata, mesmo sabendo que a pirataria é uma das Ãnúmeras formas de o crime organizado arrecadar para comprar armas de guerra.
Vivemos na lógica do imediatismo que mantém nossa sensação falsa de segurança e sustenta nossa hipocrisia. Imediatismo idiota: macarrão instantâneo, bônus instantâneo, punilção instantânea…
13 de Outubro de 2007 às 23h02
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Deivil Forest
FACA NA CAVEIRA!!!
“caverão em cima deles!”
15 de Outubro de 2007 às 11h03
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Malako Pako Ako
Ai ai, essa modinha de Tropa de Elite pego.
Nego aprende palavra nova e agora so ouco nego falando ” Playboyzinho Maconheiro “.
Ate o Judao ta influenciado.
Meu cunhado é Ex-Comandante da Bope e ele falo que se aquilo fosse durante a época dele, o Capitao Nascimento já estaria na Cadeia a muito tempo.
15 de Outubro de 2007 às 14h45
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Vin Not Diesel
É Borbolla, lamento dizer, mas a patroa te venceu. Fez uma puta crÃtica.
16 de Outubro de 2007 às 12h28
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Mr Joker
A sua crÃtica foi deveras, parece que vc pegou um pouco mais o espÃrito do filme do que o Borbs. Congrats.
Realmente, tem gente que faz questão de continuar no erro. No forum do Uol jogos tem um cara descendo o malho no filme dizendo que ele põe a culpa da violência na juventude. Mais tarde ele se revela “eu sou o único universitário maconheiro ofendido por aqui?”
E o pior é que agora o pessoal acha que se legalizar a maconha (somente a maconha) vai quebrar os traficantes. Putz!
17 de Outubro de 2007 às 10h43
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Momo
José Padilha e sua patota devem estar dando tiros de 38 pra cima.
Os camêlos deram inÃcio a maior campanha de marketing já vista no cinema brasileiro.
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Tropa de Elite > O Ano em que meus pais saÃram de férias
17 de Outubro de 2007 às 23h35
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Seu Judas
Eu achei a hype muito maior que o filme em si, não vi nada demais, parece um The Shield do 3º mundo, como um outro truta disse em algum post por aqui….
18 de Outubro de 2007 às 23h20
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Jackson
Podem falar tudo do filme, menos que “não é nada demais”. Só a discussão criada já mostra força da produção.
Pra mim, tem 2 coisas maravilhosas no filme: não mostrar o bandido como coitadinho injustiçado - já tô de saco cheio disso, de ouvir que “a solução é educação”. A outra é o esculacho pra cima dos playboyzinhos maconheiros: quem se ofendeu, é porque a verdade dói.
E Tayra, parabéns mesmo, sua crÃtica foi a melhor de todos os veÃculos.
19 de Outubro de 2007 às 10h25
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João Bastos
Caraca… muito boa a análise… e posto mais:
A melhor cena do filme pra mim é a da passeata… que o matias fala umas verdades pros kras…
Eh a melhor…
Playboy eh a ferida do Brasil… acho que 1% aproveita as oportunidades, o resto se larga tudo e soh oq faz eh ferrar mais com a situação =/
19 de Outubro de 2007 às 15h06
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MinC divulga a lista dos concorrentes à pré-vaga do Oscar | Cena Brasilis
[...] “tropeiros” antes de mais nada. Vou falar pela última vez, eu acho Tropa de Elite um filme muito legal, tanto que dei nota máxima pra ele quando resenhei. Porém, apesar de ser um [...]
9 de Setembro de 2008 às 16h42
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[...] por Mutum, nem a do Borbs por Estômago, resultaram em muita coisa, um vez que ainda há uma vibe Tropa de Elite no [...]
16 de Setembro de 2008 às 16h58
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Marcel
Bom, sei que este comentário tá antigo, pois só vi a resenha agora, qdo vi o link dizendo os representantes do próximo oscar, mas gostaria de fazer um adendo…
Sobre redoma e tudo mais… tem o interior sabe, onde toda esta situação era novidade e talz… não que eu nunca vi gente fumando e usando drogas na facul pq tem muito mesmo, mas no interior a coisa foi bem diferente… a reação de choque no meu ponto de vista, para nós fora do eixo Rio-São Paulo foi outra. Apesar de Vitória ser muito violenta, a realidade é bem diferente ainda (pois piora a cada dia). Só isto mesmo… vamos lembrar que o Brasil tem muitos cantões, e o ES nem é o mais longe deles…
17 de Setembro de 2008 às 14h31
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