Quinta-feira, 12 de Junho de 2008 | Atualizado em 12.06.08 às 22h26

Judão ENTREVISTA: Louis Leterrier, diretor de O Incrível Hulk


Experiente diretor de filmes de ação e fã assumido de quadrinhos, esse francês de 34 anos de idade revelou detalhes do filme, falou das continuações, do filme dos Vingadores e, claro, da tão falada “briga” que teve com Edward Norton sobre os rumos que o filme tomava.

Fábio M. Barreto
, DE LOS ANGELES


Louis Leterrier tem uma das missões mais difíceis para a temporada cinematográfica de 2008. Ele dirigiu O Incrível Hulk, segundo longa-metragem estrelado pelo Gigante Esmeralda, e enfrenta o fantasma do fiasco de bilheteria e crítica provocado pelo primeiro filme, dirigido por ninguém menos que Ang Lee. Fã assumido de quadrinhos, esse francês de 34 anos de idade, assumiu o comando, convenceu Edward Norton a ser o astro principal e, ao que tudo indica, cumpriu sua tarefa com louvor.

Experiente diretor de filmes de ação, como os dois da série Carga Explosiva, ele conversou comigo, na última segunda-feira, um dia depois do Tapete Verde estendido para o personagem dentro do parque da Universal, em Los Angeles. Ele revelou detalhes do filme, falou das continuações, do filme dos Vingadores e, claro, da tão falada “briga” que teve com Edward Norton sobre os rumos que o filme tomava.

Ficou feliz, ontem, no Tapete Verde?

    Estava muito feliz! E, nossa, tão quente! Fiquei duas horas lá fora cozinhando e,quando entrei no cinema, foi delicioso, pois estava bem fresco com o ar-condicionado.

Os fãs e a expectativa deixaram você nervoso?

    Ao contrário, ontem foi uma das primeiras vezes na minha vida em que eu fiquei muito relaxado e feliz num lançamento de filme. E devo isso à Universal, pois, nesse calor, eles não me fizeram usar um terno na première, como de costume. Eu pude ser eu mesmo, o que foi ótimo. Isso me deu tranqüilidade, porque, como “corro por fora” dirigindo esse filme, pude interagir bem com as pessoas, e isso gerou uma resposta positiva de quem esteve no evento. Fiquei um pouco nervoso quando o filme começou, pois, depois das palmas, as pessoas ficaram em silêncio. E pensei: ”xi, odiaram”, mas foi o contrário.

    Aliás, nunca participei de uma première com tanta salva de palmas. Foi impressionante. Kevin Feige, Presidente da Marvel, contou e foram oito vezes. Em alguns momentos eles batiam palmas mesmo no meio das cenas de ação. Foi uma resposta muito positiva.

O Incrível Hulk é um filme de ação, um romance ou uma mistura dos dois gêneros?

    Não acho possível existir uma boa história e ação, sem o contraponto da história de amor como fundo, e vice-versa. Não para esse tipo de filme. Se for somente ação, sem muito em que pensar e se envolver, o resultado é algo pouco cerebral. Fica chato. Você pensa: “por que estamos lutando mesmo?”. Quando aceitei fazer o filme, pedi duas coisas no roteiro para a Marvel: quero muita coisa efetiva em jogo e quero um tempo limite para que tudo aconteça. Meu objetivo era deixar as pessoas roendo as unhas e com vontade de entrar na tela para ajudar os personagens. É assim que acontece nos filmes dos quais eu gosto, como A Supremacia Bourne, todos os Bonds…

    …Carga Explosiva. (risos) Grande filme, tem um diretor fabuloso! (mais risos).

Por que você diz que estava “correndo por fora”? Por causa da expectativa ou das possíveis críticas?

    Bom, até agora as críticas têm sido boas, mas todo mundo acha que nosso filme vai ser um fracasso, assim como o filme do Ang (Lee). E eu não sou o típico diretor “classe A”. O pessoal não leva muito em conta por causa do que eu já fiz.

Mas seus filmes são bacanas!

    (risos) Obrigado, muita bondade! (risos) Mas eu sei o que sou. Não sou um Ridley Scott e, definitivamente, não sou um Ang Lee. Muita gente pensou: “por que escolheram esse cara?!” Porque esse cara adora fazer filmes para o espectador, então, o público tende a gostar. O que é bom, e gostei de ser valorizado dessa maneira. Mas estamos “correndo por fora” por sermos o único filme deste ano que precisa provar que merece respeito, muito por causa da comparação direta com o filme do Ang Lee, que eu acho muito bom, embora muita gente discorde. Vão comparar O Incrível Hulk com o fabuloso resultado de Homem de Ferro, com o próximo Batman – que estou doido para ver…

Com Kung Fu Panda…

    (gargalhadas) … com aquele Panda estúpido! (risos) Ainda não assisti ao filme, só minha filha viu. Parece bom.

O que você aprendeu com o primeiro filme?

    Embora muita coisa ali fosse óbvia, para não repetir, pois o público não gostou, foquei o trabalho no lado positivo. Vários elementos da personalidade de Bruce Banner saíram de lá, mas não ficamos preocupados em calcar o filme todo no anterior. Nunca foi intenção corrigir ou alterar o que havia sido feito. Há uma questão de respeito aqui, embora eu sempre ache que poderia ter sido muito melhor, especialmente por ser um filme do Ang Lee. O novo filme não é uma seqüência direta nem começa do zero. Começamos num meio termo nesse sentido, mas a maior lição que tirei do primeiro Hulk e de outros filmes de super-herói é que, em muitos casos, as histórias são contadas em “soquinhos”. Vem uma cena de ação, aí pára tudo para explicar. Mais uma, e mais explicação. Falta fluidez nesse aspecto. E o público responde de modo negativo. É como um trem com muitas paradas, você fica irritado depois da terceira delas. Tentei criar um filme que acontecesse num tiro só, sem parar muito para explicações.

No fim das contas, você acha que conseguiu?

    Bom, acho que sim, mas o crédito não é meu. É dos editores! Para começo de conversa, a versão final desse filme seria impossível de ser “lida” num roteiro. É um roteiro impossível. Ele foi montado depois de todas as idéias filmadas, aliás, muito bem montado.

Qual foi o envolvimento de Edward Norton?

    Ele chegou um pouco tarde no processo todo. Sempre soube que o melhor ator para viver Bruce Banner era ele, mas nunca imaginei que pudesse contratar alguém como ele, então, passei um tempo procurando por outras alternativas. Tentei achar alguém parecido com o Bill Bixby ou que se encaixasse no personagem. Fui de desconhecidos até outras estrelas, mas não rolou.

E claro que você não vai falar quem foram esses caras.

    É, melhor não.

Seria indelicado.

    Muito, mas só posso mencionar um: Joaquin Phoenix. Dele eu falo, pois foi o único que eu sondei e ele disse não. (risos). Então, houve uma relação aqui. Os demais foram só idéias. O legal da América é que a gente pode conhecer todo mundo aqui.

E como Edward aconteceu nessa história toda?

    Ah, resolvi arriscar e consegui uma reunião com ele. Fomos jantar e lá estava eu todo alegre (gesticulando) e dizendo “Ei, eu tenho essa idéia, vai ser animal, superbacana, blablablá”. E ele ficava ali olhando, segurando o queixo e dizendo ”hum…hum… hum…”. Foi o pior jantar da minha vida! (risos). Aí voltei para Paris, achando que tinha estragado tudo e bastante frustrado. Quando pousei, liguei o telefone e havia 25 mensagens de texto desesperadas dizendo que Edward tinha me adorado, que concordou em fazer o papel e todo mundo estava soltando fogos! Ele topou, mas tinha algumas condições e pedidos, especialmente sobre o roteiro, mas todo mundo concordou.

E como funcionou essa interação? E ainda gerou toda aquela história da briga entre vocês dois.

    A melhor coisa disso tudo foi a oportunidade que eu tive de poder debater as idéias, assim como ele também fez. Acabamos ficando muito ligados, quase um projeto de irmãos. E, como sempre, irmãos tendem a discutir às vezes, mas nada exagerado. Ficamos muito próximos nesse aspecto.

E a briga… sobre o primeiro corte?

    Foi realmente sobre o primeiro corte, mas foi mais simples do que a mídia transformou. Foram seis meses de filmagens, tinha material que não acabava mais. Coisa boa e muita porcaria. Mas aí você monta tudo para ver como ficou, pois o estúdio também quer ver tudo que foi feito. Inserimos trilha aqui, um efeito ou outro ali, e temos o material completo. Fizemos uma exibição e ficou horrível! H-O-R-R-Í-V-E-L! Ficou exatamente o oposto do que eu queria, cheio de solavancos e interrupções. Aí fomos conversar a respeito e tomar decisões “matar nossos bebês”. Estávamos falando e ele levantou e começou a argumentar, pois estava realmente envolvido. [levantou-se e reproduziu o tom e os movimentos de Norton]. Algum dos assistentes deve ter ouvido esse momento, correu para a internet e espalhou o rumor. O mais legal é que ninguém dá a mínima para mim, mas o fato de ele ter “ficado nervoso” virou notícia. Logo que as matérias começaram a sair, ele trouxe uma e, rindo, disse na minha cara: Olha, você virou a nova Britney! (gargalhadas). O pessoal sempre fica de olho procurando essas fofocas.

Falando em rumores e fofocas. Pode dizer onde está o Capitão América? Se é que ele está no filme!

    Tenho um segredo. Amanhã (terça-feira passada) eu termino o que deveria ser a primeira cena do filme. Bruce Banner está andando em direção ao Ártico. É uma espécie de prólogo do nosso filme. Ele perde as estribeiras, chega ao fim da linha e tenta cometer suicídio. A cena ficou densa demais para Marvel, Universal, para mim e para os demais envolvidos. Então, sugeriram mudanças ou uma refilmagem. Eu disse não, vamos manter assim, mas podemos colocar o material na Internet. Embora seja público, pode ter o acesso controlado e evita que crianças vejam aquilo de modo tão fácil. Então, nessa cena, vocês, prestando muita atenção, podem ver o Capitão América.

Homem de Ferro teve o escudo e, agora, você vem com essa… tem mais coisa?

    Sim, vários outros detalhes sobre esse universo estão lá, é só olhar com cuidado. Pague seu ingresso desta vez! (risos).

O filme do Hulk funciona apenas como um filme individual ou é mesmo uma espécie de prelúdio para Os Vingadores? Houve alguma orientação da Marvel nesse sentido?

    Estou muito orgulhoso por ter dirigido um pedacinho do filme Os Vingadores! O filme do Hulk termina quando Edward abre os olhos e sorri. Em seguida, começa o filme de Os Vingadores quando Tony Stark entra no bar. Adorei isso! (risos).

Essa cena vai aparecer novamente em Os Vingadores?

    Não sei, talvez alguém diga “lembrem-se de dez anos atrás” e mostre a cena do bar. Mas não sei quando o filme vai sair, mas estão escrevendo, então, pode ser.

Você vai participar?

    Eu adoraria!

Já tem contrato para mais filmes do Hulk?

    Já defini um preço, mas não há nada assinado. Na Marvel as coisas são diferentes. Nem eu nem Edward assinou nada para um próximo filme, assim como Robert [Downey Jr.] e Jon Favreau também não assinaram para Homem de Ferro 2.

E o envolvimento de Edward Norton no roteiro? Como ficou a coisa do crédito?

    No total, escrevemos três tratamentos e Edward escreveu nove! Foi muita coisa. Edward trabalhou muito a questão dos diálogos e níveis de profundidade nos personagens. O personagem de Ty Burell [o namorado de Betty Ross], por exemplo, era um cretino de marca maior. Aí Edward mudou tudo nele e o transformou em alguém bem mais elaborado, cheio de sutilezas. Mas ele não ganhou crédito no filme em si, não por mim ou pela Marvel, mas por conta da Writers Guild of America (WGA), que analisa todo o material e compara os roteiros e o que acabou sendo filmado. Eles tendem a dar o crédito para o primeiro roteirista, [Zak Pen, no caso] se o argumento se manteve e foi o que aconteceu. Mas ele escreveu bastante, sim.

E o que acontece com o Mr. Blue (Tim Blake Nelson)?

    (risos) Tem que esperar para ver! Seguindo as histórias em quadrinhos, ele se transforma no Líder! Entre suas habilidades está a capacidade de ordenar pessoas e outros vilões à sua volta para atacar o Hulk! Existem muitos vilões prontos para as seqüências nesse primeiro filme.

De onde vem toda essa paixão pelo Hulk?

    É um personagem conhecido em todo o mundo. É difícil alguém não saber o nome daquele sujeito que fica verde e gigante quando está com raiva. (risos). O programa de TV era muito famoso na França e eu adorava assistir a ele. Foi por isso que entrei na jogada, para recriar algo que me emocionava na infância e transportar para a telona o que era a série.

Então, o filme é algo saído direto da série?

    É o começo de algo mais, mas começa onde a série parou, se mistura com diversas outras versões do Hulk e chega nesse ponto que vemos no cinema. Sempre foi meu objetivo. Daqui uns dez anos, as pessoas vão chamar o outro filme de Hulk do Ang Lee, por ser autoral, mas esse filme, ele deve gerar várias seqüências, por ser o Hulk definitivo para os fãs e para o que a Marvel planeja. É por isso que a internet tem ajudado muito, pois esse é o Hulk que os fãs querem ver. Tudo isso está construindo condições para que o filme de Os Vingadores surja, mas, além disso, são vários heróis interagindo, porém, com interesses diferentes e missões diferentes. É uma nova mídia para eles e, agora, começaram a “conversar”.

Você não vai dirigir Carga Explosiva 3, não é? Que pena! Sabe algo da história?

    (risos) Aqueles malditos! (risos) Não me chamaram, mas o diretor é meu amigo e pelo que já vi está ficando muito bom. A história envolve uma garota, dã!, e um carro. Eles são presos por braceletes que podem ficar a certa distância do carro. Se eles se afastarem, booom! Então, o carro surge como personagem e eles tem que fazer TUDO, mesmo, com o carro por perto. Já imaginou ir ao banheiro? (gargalhadas).

Para finalizar, eu preciso perguntar: por que vocês não contrataram atores brasileiros para as cenas dentro da fábrica? O sotaque deles ficou horrível e eu não consegui entender uma só palavra!

    Ai, meu Deus! Desculpe! Desculpe! Desculpe! Desculpe! Desculpe! Desculpe! Eu estava com medo de encontrar algum brasileiro doido o suficiente para perguntar isso, pois fiquei indignado com o que aconteceu. Os atores disseram que falavam português e, quando começamos a filmar, soou muito estranho e descobrirmos que eles falavam só espanhol.

Mas não filmaram na Rocinha?

    Sim, mas a cena da fábrica foi feita num estúdio no Canadá. Aí tentamos encontrar um professor de português lá, mas ninguém achou. Meu Deus! Não há brasileiros morando no Canadá, vocês deveriam mandar mais imigrantes para aquele lado! (risos). Ficou tão ruim mesmo?

Péssimo…

    Eu juro que, se for possível fazer algo, faremos. Não imaginei que o estrago fosse tão grande. Então, peço desculpas ao povo brasileiro. Mas espero que eles gostem do filme!


[Nota: depois disso, a Universal entrou em contato comigo para avisar que, nas cópias brasileiras, os personagens foram dublados por atores genuinamente brasileiros e o problema foi sanado]

Comentários
Já são 27 sobre esse post -- até agora

  Douglas Deiró
“[Nota: depois disso, a Universal entrou em contato comigo para avisar que, nas cópias brasileiras, os personagens foram dublados por atores genuinamente brasileiros e o problema foi sanado]” ?

Caramba! Seria este o sinal de uma nova alvorada para a humanidade?
O estúdio mandou dublar os “brasilenõs” no filme?
GOSTEI!
Mais uma prova do descaso… isso porque o Brasil é um dos países que mais consomem filmes dos EUA (e já dão essa mancada), imagine se não fosse!

12 de Junho de 2008 às 22h55
  Carlos
Prêmios Eisner Awards!!! O que prova a qualidade das histórias em quadrinhos lançadas pela Dc!!
Marvel é pancadaria, explosões e histórias superficiais!! Por isso vende mais quadrinhos e faz filmes com maior facilidade!! O povo gosta de relaxar assistindo e lendo coisas mais superficiais!! Que ñ precisa pensar tanto!!! Normal!! Mas os prêmios Eisner Awards ganhados pela Dc mostram o que são histórias que nos fazem pensar de verdade!! Edward Norton deve ter dado um pouquinho mais de profundidade ao personagem Hulk. Talvez quem sabe o Hulk chegue ao nível do homem-aranha que é o único personagem dessa editora que já acompanhei histórias e filmes que juntam ação, fantasia e questões do mundo real (dramas vividos por um adolescente americano de classe média).

12 de Junho de 2008 às 22h57
  Borbs
@Carlos
O Superman é um dos VÁRIOS personagens da DC que tem histórias e filmes que juntam ação, fantasia e questões do mundo real, né?! =D

12 de Junho de 2008 às 23h02
  neandertal
@ Carlos

batman begins também tem pancadaria e é cheio de explosões e foi um sucesso, isso não impede de haver uma história elaborada, se o diretor for bom, e essas explosões e pancadarias tb não impediram que o personagem fosse realista ao extremo (achei assaz que explicaram até de onde vem as ORELHAS do capuz dele por ex, detalhe foda…)..sem contar que a marvel tem mudado seu universo, trazendo cada vez mais questões realistas ligadas à economia mundial, discriminação, polícia, é só ler civil war e a fase atual do capitão américa, por exemplo, pra comprovar isso…ainda há explosões e pancadarias, mas eles tão tentando fazer um “pano de fundo” mais plausível para isso, entende?…assim como a DC (52 e sinister corps, por exemplo, são fodas demais!!!), assim, nada impede que o filme do hulk seja foda tb (até mesmo pq é a própria marvel que tá na parada, danem-se os executivos gananciosos dos infernos!!!!! uhahahahaa)

12 de Junho de 2008 às 23h42
  WidowMaker
@Carlos: Talvez quem sabe o Hulk chegue ao nível do homem-aranha..

Caro Carlos, as historias do Homem Aranha não chegam nem perto das Historias do Hulk na Atualidade estão muito monotonas, as Histórias do hulk são o que estão mais valendo a pena em todos os quadrinhos Marvel!!!

HULKKKK SMASHHHH!!

13 de Junho de 2008 às 0h00
  Zephir
Esse diretor me pareceu ser uma pessoa muito simpática xD Fui com a cara dele!

13 de Junho de 2008 às 0h38
  BvOcXs
Pois é, o LL deu impressão de ser muito gente boa mesmo!
E que bom que arrumaram os “brasileños” do filme!

13 de Junho de 2008 às 3h13
  fabio
mermao eu to morando no canada a um ano e posso ti dizer, aq parece um furmiguueiro de brasileiro! ele so nao acho pq nao procuro pq aq toda esquina vc acha brasileiro!!!

13 de Junho de 2008 às 3h27
  Barretão
huhuauhaa

Boa, Fabio! hahahah

Eles vacilaram MUITO nessa história, mas perceberam a besteira e dublaram os caras.

13 de Junho de 2008 às 3h36
  [Entrevista] Louis Leterrier - HULK | S.O.S Hollywood
[...] aqui para conferir o bate-papo exclusivo realizado pelo repórter do SOS [...]

13 de Junho de 2008 às 3h37
  cardoso
“Nota: depois disso, a Universal entrou em contato comigo para avisar que, nas cópias brasileiras, os personagens foram dublados por atores genuinamente brasileiros e o problema foi sanado]”

Clap clap clap clap

13 de Junho de 2008 às 6h43
  coloradors
Quem lê o gibi sabe que esse nao eh o filme de um super-heroi, mas sim o filme de um antagonista, que eh injusticado! Entao nao da pra querer comparar a todo momento com filmes como Batman Begins e o Homem Aranha.

13 de Junho de 2008 às 8h09
  IgorSan
dá-lhe barretão!!!! e ainda conseguiu fazer a universal redublar as coisas?? É bem provável que seja só na cópia dublada

13 de Junho de 2008 às 8h09
  O Outro
“Ficou tão ruim mesmo?” - Péssimo…

BARRETÃO SMASHHHH!!!

13 de Junho de 2008 às 11h27
  Franco Vasconcelos
Parabéns Barretão. Eu tô rindo aqui da parte final da entrevista:

Ficou tão ruim assim?

Péssimo!

eehheheheehhehe.

Muito bom. E o melhor foi a atitude da Universal depois.
É o Barretão mudando as grandes distribuidoras.

Obs: aquelas pessoas (outros jornalistas de outras revistas) que dizem que eles são os melhores e que você não é, estão morrendo agora por causa da entrevista. E outra, eles nunca iam falar que a parte dos brasileiros está pessima!

Boa Barretão!

13 de Junho de 2008 às 12h10
  Rocket
DC SUCKS!!!!

13 de Junho de 2008 às 13h03
  Barretão
Igor

Explicando, a versão que mostraram aqui em LA não era a versão final nesse aspecto. Quem assistiu no Brasil - o Borbs pode comprovar - já vi com a dublagem SÓ DESTES PERSONAGENS. Mesmo assim, o dono da fábrica onde o Banner trabalha continua falando portunhol. Sei lá, podiam ter contratado o Fagundes! Ficaria show de bola! :p

13 de Junho de 2008 às 13h09
  Gabs
Ala Barretão… influencio no filmeeee!!!!

pelo menus eu naum vo te q escuta os cara falanu portugues q nem no “Bem Vindo a Selva” prefiro dublado isso…!!

e tudo graças ao Barretão… ihuuull!!

palmas pra ele !!

clap clap clap clap!

Barreto ão so seu fã!

13 de Junho de 2008 às 13h10
  gustavo
ótima entrevista! huaehueauae

e é legal a certa humildade que o leterrier tem!

13 de Junho de 2008 às 13h16
  Barretão
O mais engraçado dessa entrevista foi ter visto outro cara lá ‘colidir’ com a parede ao nao conseguir a informacao do America e ainda fazer pergunta jumenta pra Liv Tyler! Mas um dia a gente chega la, afinal, mostrar servico com competencia tem suas vantagens. E a gente nao faz pergunta bocó! :p

13 de Junho de 2008 às 14h41
  Nando - com pc (Crashado)
um adendo sobre entrevistas…


tava vendo a entrevista co a liv tyler.. lá no omeleca…

e MEEEU DEEUS… o cara do collider é um looooooooser…

de meia duzia de perguntas… metade era sobre a barba dele… outra do filme novo dela. outros dos “NOVOS FILMES DE SENHOR DOS ANEIS” (sim, ve-se que o cara MANJA pra caraio do que ta falando)

E SOMENTE 2 PERGUNTAS QUE NA VERDADE É 1 SÓ…
SOBRE O FILME EM QUESTAO!!!

HULK

nossa… nao é pq sou bróda do fabio (porque ele sabe que se faz merda eu falo mesmo pra ele q ele fez merda hehehe).. mas putzgrila… as entrevistas dele sao muito boas.. inteligentes e irreverentes…

ao contrario da MESMISSE dos jornalistas abtuais…

13 de Junho de 2008 às 14h41
  Wagner
OIBÁ! o/

Cara, sensacional. Estou muito animado para ver o filme. Acho que vou domingo (único dia que vou ter dindim…)

13 de Junho de 2008 às 15h17
  Andy
Hahá, o péssimo foi otimo!
Um dia cê ainda tem um talk show mega bacana lá nos EUA!
Agora as perguntas desse outro cara pra Liv… No coments

13 de Junho de 2008 às 16h02
  Fenyang
Rapaz, acabei de ver o filme com a versão original dos brasileiros. PUTAQUEPARIU, onde foram arranjar aquilo? Realmente redublar era o mínimo a se fazer. Até o Eduardo Norton tinha um português mais claro. Que isso. E parabéns pela entrevista! Muito boa mesmo.

13 de Junho de 2008 às 19h33
  Marcos Prata
Cadê o Capitão América? o Diretor enrolou e até agora procurei e não vi nada.

14 de Junho de 2008 às 18h47
  Fernando (Mestre Zen)
O tal do Carlos que me desculpe, mas a DC vai ter que suar a camisa pra acompanhar a nova safra da Marvel… pelo menos cinematograficamente (não ando acompanhando os quadrinhos).

Essa foi uma das melhores entrevistas que já vi no Judão.. way to go Barretão

14 de Junho de 2008 às 23h56
  Carlos
Como eu disse, a Marvel leva vantegam no mundo cinematográfico pelo tipo de personagens e histórias que promovem nos quadrinhos, mais voltados para ação e tal!! E é claro que o o ultimo filme do Batman tb junta ação com uma história com problemas que podemos nos identificar mais, o que só aumenta os méritos desse filme e da personagem!!
E pro Borbs ñ me venha critar a qualidade da DC usando o Super-homem!! Super-Homem é um erro da DC que ela terá que carregar pelo resto de sua vida!!heheheh
Rídiculo essa personagem!!! Vc pegou pesado pra criticar o que falei da DC!! Golpe baixo pq contra o argumento do SH ñ tem contra-argumento!!kkkkkkkkkkkk
Mas tirando esse “heroizinho” aí, eu acho as histórias em quadrinhos da DC melhores no sentido de estarem mais próximas da realidade! As histórias da Mulher maravilha que retratam a condição feminina, assuntos da ONU etc, Batmam que busca retratar o lado psicologico de uma pessoa que perdeu os pais quando criança e como se adaptou a esse evento traumático, Lex Luthor retratando a ambição humana e situaçãos no mundo da politica e dos negócios empresáriais alem de histórias voltadas para trafico de drogas, de armas… de outros enúmeros personagens da DC. Da Marvel só o Homem-aranha que apresenta (apresentava nos aureos tempos) histórias que mesclam ação, conteúdo e humor. Pode-se falar que os X-men e Hulk tratam de como o homem se comporta diante do que é diferente e tal, mas aí já tem que dar uma forçada de barra e analisar prfunfamente cada heroi!! No mais, amaioria dos heróis da Marvel são mesmo voltados pra ação e por isso mesmo levam grande vantagem de serem reproduzidos no mundo cinematográfio, render grandes lucros e ser mais bem aceitos por fãs dos quadrinhos e por quem ñ acompanha esse universo.

15 de Junho de 2008 às 21h10
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