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Quinta-feira, 17 de Janeiro de 2008 | Atualizado em 17.01.08 às 17h52
Will Smith assume o lugar de Charlton Heston e Vincent Price na luta pela Humanidade na terceira adaptação do clássico de Richard Matheson

Começa o filme e assistimos a uma reportagem de televisão. Uma cientista interpretada por Emma Thompson festeja, com um sorrisão estampado no rosto, ter descoberto a cura para o câncer. Em instantes, descobre-se que o milagre transformou-se em apocalipse. A raça humana está por um fio. Literalmente. É em Robert Neville (Will Smith) que devemos apostar para voltarmos a habitar esse planeta. E haja responsabilidade para apenas um homem. Além de sua pesquisa, sua sanidade precisa ser bem-sucedida para que essa esperança se torne realidade.
Uma vez mais somos confrontados com a idéia dos efeitos que podem acontecer quando o homem brinca de Deus. Entretanto esse é apenas o motivo que leva à discussão sobre um tema mais profundo e relevante: a paranóia e a verdadeira essência humana. É isso que o público deve esperar de Eu Sou a Lenda (I Am Legend, EUA 2007), novo blockbuster estrelado por Will Smith que faturou US$ 76 milhões em sua estréia nos Estados Unidos — diga-se de passagem, méritos do astro que cativou multidões de fãs.
Longe de ser um filme de ação ininterrupta ou mesmo ficção cientÃfica pura como Will Smith tem feito recentemente, Eu Sou a Lenda é uma de suas interpretações mais sólidas e, por que não, solitárias. Não sobrou ninguém para contar história, então o cientista militar Robert Neville só tem a companhia de sua cadela para conversar em seus passeios por uma Manhattan abandonada à s pressas, com suas ruas tomadas por mato e animais selvagens à solta. Aliás, a primeira cena de ação é justamente a caçada a um veado em plena Times Square.
E é por conta da ausência de elenco de apoio que a qualidade de Smith mostra seu talento e mostra que não sobrou muito do mocinho mirrado de Um Maluco no Pedaço.
Por ser a terceira refilmagem de uma mesma história, o roteiro em si não apresenta novidades se comparada a seus antecessores Mortos que Matam (The Last Man on Earth), de 1964, com Vincent Price no papel principal; e A Última Esperança da Terra (The Omega Man), com Charlton Heston, em 1971. Baseado no romance homônimo de Richard Matheson em 1954, o argumento original permanece: depois da aniquilação humana, um homem permanece imune e tenta encontrar a solução para esse mal enquanto permanece vivo, sozinho e, cada vez mais, agoniado pela solidão.
Como não há muito que se fazer, o personagem vive sua vida entre uma rotina de lazer escutando Bob Marley e jogando golfe, enquanto busca por sobreviventes e a cura para o vÃrus. Por isso o filme inicia um processo de construção de tensão em cena, afinal de contas, todos sabem que, mais cedo ou mais tarde, Neville vai dar de cara com os monstrengos mutantes, um resultado de anos de mutações provocados pelo milagre que saiu pela culatra. Aliás, fica até difÃcil tentar entender onde se gastou os cerca de US$ 150 milhões na produção. Os cenários de devastação e o salário de Smith consumiram tudo?
Embora seja um cientista militar que escolheu ficar na cidade para encontrar a cura, Neville é um sujeito normal, obstinado por uma missão e assombrado pela morte da esposa e da filha. Esse cara normal, porém, começa a perder as estribeiras quando topa com seus primeiros inimigos. Numa cena altamente tensa, angustiante e memorável, ele entra num prédio abandonado para buscar sua cadela, corre no escuro sem saber para onde ir e incomoda o espectador por seu desespero. E tudo isso no escuro.
Ele escapa, mas não espera pelo contra-ataque que os mutantes preparam para ele. E aà a mesa vira e o roteiro ganha dinamismo com toda a força da tensão já construÃda, além da novidade com a chegada de dois sobreviventes. Uma delas é a brasileira Alice Braga, no papel de uma mãe irlandesa. Ela bem parece saÃda do roteiro de ExtermÃnio pela maneira como chega a Neville. Depois, é só sentar e tentar adivinhar o que vai acontecer a Neville e à cadela Sam.
Monstros em segundo plano
Deixando a surpresa de lado — que não é surpresa nenhuma para quem conhece a história dos outros dois filmes –, pode-se dizer que Eu Sou a Lenda revitaliza positivamente o conceito de dois grandes clássicos e mantém o gás da história por mais algumas décadas, porém, falha em inovação. Will Smith trabalha muito bem, não sente a responsabilidade de cobrir dois monstros da atuação e se firma como intérprete de ponta. O filme é só dele, literalmente. E, mesmo que não fosse, ele brilharia mais que qualquer outro.
Nem mesmo os monstros mutantes, que não tem nada do viés vampÃrico do livro ou do primeiro filme, e que são feitos totalmente em computação gráfica nas cenas de ação, chamam mais atenção que Smith. Aliás, uma análise mais profunda mostra que eles nem seriam tão necessários a essa história, mas as comparações com filmes de monstros/vilões sem eles, como A Bruxa de Blair e Superman - O Retorno (convenhamos, Lex não foi vilão no último filme, o inimigo de Kal-El foi aquela ilha verde gigante), seriam inevitáveis.

Outro erro comum atribuÃdo quando se fala nesse universo de Richard Matheson é o fato de os monstros serem vampiros. Elementos existem, o romance é cheio deles e Mortos que Matam também, porém as duas últimas versões eliminaram esse conceito e mantiveram apenas a fotossensitividade como caracterÃstica comum entre suas aberrações. A idéia de que Will Smith enfrenta vampiros pode parecer boa para criar um factóide e enganar os desavisados, mas é tudo balela e invenção, não importa quem tenha escrito ou contado. Quer ver filme de vampiro? Confira 30 Dias de Noite! Vampirástico!
A grande monstruosidade da história é realmente a existência de Robert Neville, mais que uma pessoa, um fenômeno anacrônico inserido numa sociedade de que está excluÃdo. Sem dúvida, essa faceta é a menor de todas em Eu Sou a Lenda, mas continua lá, pois Neville se torna um monstro para ele mesmo e, a qualquer momento, pode se tornar um escorpião acuado. Tanto em Mortos que Matam quanto em A Última Esperança da Terra, o personagem se vê diante de resquÃcios de uma sociedade. No novo filme, não há traço de sociedade, embora as criaturas demonstrem inteligência e o mÃnimo de organização.
Will Smith erra ao dizer em suas entrevistas que Neville é um monstro para os mutantes, pois a existência de conceitos abstratos como esse só é possÃvel dentro de uma sociedade minimamente intelectualizada. Erram mais ainda os “jornalistas†que se contentam em citar qualquer frase de entrevista e não tentar entendê-las. As “coisas†que ele enfrenta são basicamente instintivas e só. Comparando os três filmes, o maior monstro foi Vincent Price, pois ele exterminava tanto infectados quanto integrantes do pequeno grupo de sobreviventes que decidem matá-lo para salvar suas próprias vidas. O personagem de Heston seria melhor comparado a um vÃrus sendo combatido por anticorpos albinos, afinal de contas, como ele era o último remanescente de uma raça sobrepujada pela nova “normalidadeâ€, sua existência conflitava com o poder que se levantava sob a figura de Mathias e seus seguidores adoecidos.
O debate proposto por Eu Sou a Lenda (que voltou à s livrarias com o pôster do filme na capa) ainda continua muito válido, mesmo 50 anos depois de sua criação, pois nem com o término da Guerra Fria a sociedade humana perdeu o medo de enfrentar um inimigo imbatÃvel e, provavelmente, criado por ela mesma. A sensação é bem parecida com a desenvolvida nas diversas versões de Guerra dos Mundos, porém o inimigo nesse caso está aqui mesmo e a descrença em toda nossa tecnologia e conhecimento torna-se clara, uma vez que a Humanidade, invariavelmente, é capaz de conter seus próprios “monstrosâ€.
Essa noção era mais assustadora na década de 70, quando a comunicação não chegava perto da complexidade atual e a desinformação ainda era gigantesca mesmo nos grandes centros urbanos. Hoje em dia, pode ter ocorrido uma redução, mas o medo continua e teorias apocalÃpticas não param de surgir. Assim foi com os primeiros casos de Ebola e os recentes surtos de Gripe Aviária que assustaram o mundo. Os monstros do conceito de Eu Sou a Lenda pelo menos são reais e podem ser eliminados, porém, quem seria o escolhido para tentar salvar os coitados
acometidos por essa mazela? Eu ou você? Resta saber quem seria o verdadeiro monstro.
Mas não se preocupe, como Will Smith ouve de Bob Marley e repete: Tudo vai ficar bem! Pode demorar, mas a esperança… é a última que morre.
Comentários
Já são 93 sobre esse post -- até agora
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mooglez
eu to loco pra ver esse filme, caraca!
17 de Janeiro de 2008 às 17h47
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Erick
Eu to louco pra ver esse filme tb.
Mas, pô, entao existe outros sobreviventes? Isso q a Alice vai ser entao?
É estragou um pouco a surpresa.
Mas era de se imaginar que teriam spoilers mesmo né?
Mas de qq forma o fato de ter sobreviventes, de primeiro impacto (sem ter visto o filme ainda), tira um pouquinho da graça. Imaginava que seria só o Will.
Mas veremos o filme de qq forma. Deve ser muito bom
17 de Janeiro de 2008 às 18h08
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Tourinho
A personagem da Alice Braga não é de forma alguma irlandesa, é brasileira mesmo. No filme, ela mesma diz que veio de são Paulo…
17 de Janeiro de 2008 às 18h10
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Metrofire
Me desculpe, não sei quem é esse Barretão nem desde quando ele colabora no Judão, mas uma coisa eu sei. Ele parece crÃtico normal de cinema, e isso NÃO É O JUDÂO!
17 de Janeiro de 2008 às 18h21
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:D
Não!!!
sumiram com os * de novo ? =’[
17 de Janeiro de 2008 às 18h23
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Fernando
ééééé, ela de irlandesa tem nada, ela diz no filme q é de Sampa…
eu vi e o filme é ótimo, vale a pena apesar das gigantescas diferenças entre as versões cinematográficas (gostei mto do de Charlton Heston) 
17 de Janeiro de 2008 às 18h24
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Dinho
caraleo… muito boa a tua resenha…
17 de Janeiro de 2008 às 18h26
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Moo
Cadê os asteriscos? Caras, eu sei que vocês não gostam de colocá-los, mas ver a nota do filme é uma coisa legal! Nós gostamos! Conformem-se!!!
17 de Janeiro de 2008 às 18h37
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Ghoul
Eu Sou a Lenda, é um caso claro de um filme que é FODA, mas como adaptação, é péssimo.
É bom salientar que o livro é MUITO diferente do filme, em praticamente todos os aspectos. No livro, são vampiros, e não zumbis. No livro, as coisas são mais “hardcore” em algumas passagens, o Neville costuma ser seduzido por vampiras, na frente de sua própria casa (Sim. Isso mesmo.).
Se eu não me engano, no final do livro é mostrado que os vampiros tem uma sociedade própria, e no final, é lá que o Neville se torna um mito na sociedade dos vampiros, algo como o Drácula é um mito para nós. Tem muitas outras diferenças, mas eu não lembro delas, eu li o livro em inglês, dá um tempo. =D
Eu gostei muito do filme, pra mim foi um dos 5 melhores do ano, Will Smith é um dos meus atores favoritos e a atuação dele é realmente memorável. Agora, como adaptação, o filme falha tremendamente. Caso, a coisa fosse feita um pouco mais a risca, não pra ser um filme de 1:30 hrs, mas um filme de 2:00/:30, esse filme podia ter sido uma obra genialmente memorável. A história do livro, é.
17 de Janeiro de 2008 às 18h47
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nude
17 de Janeiro de 2008 às 18h49
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Bah
Putz. Parei de ler e ainda faltava mais da metade do texto.
17 de Janeiro de 2008 às 19h05
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Sombrero
Ficou grande demais e tiraram a nota =\ Mas quero ver esse filme
17 de Janeiro de 2008 às 19h32
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dropme
Não são zumbis.
Só pra constar.
17 de Janeiro de 2008 às 19h44
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brnunes
Muito boa sua resenha…
Uma das coisas que nao gostei no filme foi o desenrolar, o filme começa bem, explicando tudo, ai depois depois que ele encara o “zumbi” da uma hardcorizada ai acaba…
E um outro fato do filme tbm me desanimou (num vou falar, senao serei linchado do judao), mas é uma coincidência tipicamente Hollywoodiana…
Mas o filme vale muito a pena ser assistido =D
17 de Janeiro de 2008 às 19h46
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Daves
Anotei o nome deste colunista, pois nunca mais leio nada dele.
Eu já tinha visto o filme, mas ele contou todo. Não acho uma boa essa atitude. Em geral, o Borbs e a galera toda aqui deixam um gostinho de assitir o filme no ar, esse não, ele simplesmente estraga toda a surpresa.
17 de Janeiro de 2008 às 19h51
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Redfield
Ja assisti o filme tmb, e concordo com o Ghoul, o filme poderia ter sido explorado muito mais, 1he30 pra este filme foi curta, e outra n curti muito o final do filme mais tudo bem….
17 de Janeiro de 2008 às 20h10
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R0cc0
@Ghoul
Falou tudo
@Barreto
Ótima critÃca.
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O filme é ótimo, apesar de algumas falhas, mas convenhamos hoje em dia infelizmente o filme para ser ótimo é só ter poucos defeitos, pois tem tanta porcaria saindo =/
Abraços
17 de Janeiro de 2008 às 20h27
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Vinnas
Parabens, gostei da metade da critica que consegui ler.
17 de Janeiro de 2008 às 20h31
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H!gh Voltage
cade as notas isso é tradição e ponto de referencia!!
17 de Janeiro de 2008 às 20h41
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Massaki
Ja assisti este filme em dezembro no cinema e vale a pena ver ele no cinema mesmo !!! Will mata na interpretacao junto com a cadelinha !!!
17 de Janeiro de 2008 às 21h59
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Daniel Pinto coutinho
Eu também to louco pra ver o filme e tudo mais, mas…
sumiram com as estrelinhas de novo? oO
sempre quando entra nova versão do judão fica sem estrelinha no começo oO
17 de Janeiro de 2008 às 22h16
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SyncMaster
17 de Janeiro de 2008 às 22h34
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Ghoul
Ah, é bom saber também que aquele final do filme foi um final “alternativo”, no DVD a coisa vai ser outra.
17 de Janeiro de 2008 às 23h44
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tiuzera
o filme é mto bom mesmo, mas concordo com a galera ae, quando ta começando a ficar sinistro, acaba….
tinha que ter mais pelo menos meia hora de filme
18 de Janeiro de 2008 às 1h26
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Diego
Que a resenha ficou beeeem diferente do padrão de textos do Judão ficou. Mas não é motivo pra banir o cara, caramba… não acho que tenha contado o filme. E, mesmo gostando do estilo do site e do que os outros escrevem, esse foi o melhor texto escrito no Judão que eu tenha visto. Desculpas aos outros colaboradores, isso não os torna ruins, de maneira alguma.
Quanto ao filme, não é sempre que um ator muda de gênero e se dá bem, vide Jim Carrey, Adam Sandler… é complicado. E o Will Smith vem sendo uma boa surpresa nesse aspecto, eu acho…
18 de Janeiro de 2008 às 2h00
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Alvaro
18 de Janeiro de 2008 às 2h11
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General Lee
Pô, a resenha foi muito bem escrita. Mas primeiro tinham novecentos e dois spoilers. Segundo, ficou do quase do tamanho do livro e como o Metrofire falou, parece uma critica normal de cinema e não JUDÃO!
18 de Janeiro de 2008 às 2h30
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netto
“Will Smith erra ao dizer em suas entrevistas que Neville é um monstro para os mutantes”
na verdade ESSE é sim a essecia do livro… a ideia de
EU SOU A LENDA
é relacao do nevil ser A LENDA para os vampiros
18 de Janeiro de 2008 às 8h13
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netto
contado o filme??
é o mesmo que dizer que TITANIC AFUNDA… e que isso é spoiler…
o livro é antigo… ja teve 2 filmes do livro…
é o mesmo que dizer q é spoiler, que em Senhor dos Aneis, no fim jogam o anel no fogo mesmo…
18 de Janeiro de 2008 às 8h16
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netto
ha… agora lendo tudo q vi o povo falando do fábio.. hehehe
bem…
ao menos ele nao ficou só no “putz é legal, ha.. froxo.. milf milf… eu gostei.. eu nao gostei”… ao menos ele DISSE sobre o filme… cada um q tire a propria conclusao vendo o dito cujo do eu sou a lenda…
ponto pro fabão.
18 de Janeiro de 2008 às 8h22
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netto
ps:
chupa omelete
(hehehehe)
18 de Janeiro de 2008 às 8h23
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Macaco Rato de Sumatra
GOSTEI DO BANNER BATENDO NO CANTINHO….
DA HORA
18 de Janeiro de 2008 às 9h57
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Estevam
O Filme ficou caro principalmente por conta das locações, visto que o filme foi feito realmente em NYC e não no Canadá, como normalmente ocorre…
18 de Janeiro de 2008 às 10h12
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Tiago
Dos que assistiram, mais alguem notou o poster de “Batman & Superman” logo no começo, na caça aos veados???
18 de Janeiro de 2008 às 10h49
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RaDaR
FILME MAIS FUDEROSO QUE JA VI…WILL É PHODA…E O ENREDO DO FILME NEM SE FALA…
18 de Janeiro de 2008 às 11h11
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General Lee
@ Netto
O Naufrágio do Titanic é o tema do filme, então essa comparação foi fraca. O anel ser jogado no fogo é óbvio que é um spoiler para quem não leu o livro e o mesmo serve para o I am Legend, vc tá partindo do pressuposto que todos assistiram os filmes antigos ou leram o livro.
Quanto ao ”Legal, Froxo, Milf” e etc eu acho que é caracteristica do Judão, resenhas sérias e bem elaboradas você encontra em qualquer canto
18 de Janeiro de 2008 às 13h11
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Cris
Ok. A resenha nem parece ser do Judão. O cara fala sobre o que veio antes com propriedade. Talvez ter os dois tipos de reseha seja legal. Primeiro uma coisa mais leve e com notas e depois um histórico do filme.
Agora que preguiça é essa de ler. Credo!!
18 de Janeiro de 2008 às 13h19
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optms
eu comecei assisti esse filme no dia 31 de dezembro, na virada do ano, e parei de assistir quando a brasileira chegou, achei froxo um mulher chegando , dominando, comendo o bacon do Robert Neville, ai pensei, vo ver no judao dai penso se termino de assistir, agora jah sei de muito mais coisas do filme então vou terminar de assistir… mas DENOVO NAUM VOU VER NO CINEMA POIS IN MY CITY NAUM VAI PASSAR!!!!
ah :eu to cego ou não tem nota?
18 de Janeiro de 2008 às 13h43
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Caio Everton
É um puta filme! Assisti a tempos atrás, mas pretendo ir ao cinema!
É fodástico!
18 de Janeiro de 2008 às 14h23
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netto
@General Lee
mas entao… até q ponto vc pode considerar qq coisa como spoiler?
o lobo se ferrar no fim de chapeuzinho vermelho ou dos 3 porquinhos.. até é spoiler pra uma criança..
mas vc consideraria spoiler pra um adulto?
…
até ae.. tupo entao é spoiler…
ps:
um amigo meu quase caiu da cadeira essa semana, quando soube que a vovo mafalda era HOMEM…
tipo.. ESTA SEMANA!!!!
18 de Janeiro de 2008 às 15h04
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Arkanum
Excelente crÃtica, parabéns! O Barreto aumentou ainda mais a já grande qualidade das crÃticas judônicas.
18 de Janeiro de 2008 às 15h13
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Du4drive
Eu achei esse filme foda pa cacete, muito bom e a interpretacao do Will entao nem se fala, ele virou em um ator do caraio, a cachorra tb eh foda hahahaha sei la eu curti o final do final, achei o filme em geral um nota 9
18 de Janeiro de 2008 às 15h34
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Du4drive
sim eu tambem notei no comeco na caca dos veados o poster batman e supeman hahahaha
18 de Janeiro de 2008 às 15h35
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Leandro B. Machado
quando eu fazia faculdade, e Titanic estava nos cinemas, foi uma galera ver o filme no cinema… aà um cara falou p/uma guria (a mais lenta da turma0 que o navio afundadava e o cara morria! ela ficou puta da vida!
18 de Janeiro de 2008 às 16h57
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Leandro B. Machado
Eu pretendo ir ver o filme no cinema.
mas me respondam um coisa: se Neville é o ultimo humano, junto da Alice e seu baby, e o resto da humanidade virou vampira, de que os vampiros chupam sangue? Baratas? ratos, veados? EMOs?
18 de Janeiro de 2008 às 16h58
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General Lee
@ netto
O lance da chapeuzinho vc deu um bom exemplo, para um adulto não é spoiler pq creio que todos conhecem a história. Mas se contasse para uma criança antes do final seria sem dúvida um spoiler.
O máximo que poderia acontecer tanto para um adulto quanto para uma criança que não conhecem a história é deduzir que o lobo será morto porque geralmente o bem triunfa no final, mas mesmo assim não teria como adivinhar em que situação o lobo morreria
18 de Janeiro de 2008 às 17h53
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Valzinha
Bom, eu acho que contou um pouco da estória, mas não tudo. Não conta pq o Neville é a lenda.
No final do filme conta pq isso.
Alice braga tava fraquinha. desculpa, não é pq é brasileira e ta num filme com o WS, que tem que ficar puxando. Achei fraquinha a atuação dela.
Em compensação, a atuação do will.. cativa…
Eu costumo assistir os filmes de madrugada. Porque assim, se o filme for bom, eu não consigo dormir e assisto tudo.
Eu sou a Lenda me fez ficar acordada, no bom sentido, assim como Mandando Bala, dois filmes que recomendo.
De 0 a 10, dou 9.3.
Adorei a times, a broadway, os posteres de hairspray, lion king, rent (espetaculo que vai acabar esse ano), aÃo vc pensa.. meu deus.. é daqui alguns meses…
Mostra que até o que veio pra salvar, pode matar.
18 de Janeiro de 2008 às 18h56
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Barretão
Bom, galera. Duas coisas:
1) Ela é brasileira, desculpem a falha.
2) Obrigado pelas crÃticas positivas e negativas. A propósito, aos manés que só sabem ler coisas de 4 parágrados, isso é um artigo, não uma crÃtica vazia.. e isso, você encontra em qq lugar! E, como eu escrevi esse artigo para a Sci-Fi News, seria sacanagem com vocês meter só uma versão curtinha, preferimos fazer a parada inteira. Quando tiver matéria SÓ pro Judáo, como Cloverfield, que vcs vão poder ler assim que o Borbs colocar no ar, aà vai ter cara 100% judão.
3) 7 de 8 asterÃscos.
Abraços,
Barretão
18 de Janeiro de 2008 às 20h40
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Barretão
Ah sim… e o final eu não contei! hehe
18 de Janeiro de 2008 às 21h07
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Alex Lords
hahahaah adorei o embate entre p general lee e a tese final da chapeuzinho vermelho…rsrsrsr…vi o filme com 3 pessoas diferentes tanto de idade quanto de personalidade e tals,,as 3 odiaram o final..eu fui o unico que entendi e tals…o filme é foda sim…a resenha tá fora do padrão judão mas foi legal mas tem spoilers sim..inegavel..quando me contaram que william wallace morria no final do braveheart minha vida mudou.rsssrsrs..quando vi o filme a emoção já foi menor e tals..alguém viu Next? aquilo sim é um final fodástico..srsrs Borbs manifeste se entre nós..que o barreto?
18 de Janeiro de 2008 às 21h47
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Code
TEm comentário pra carvalho então não vou ler tudo, mas consegui entender a essencia da maioria. Gente discutidno o formato, alguns elogiando e outros criticando.
A única pergutna que me faço nesse momento é… eu to no site certo?
Cara o judão na minha humilde opinião não eh isso… pra mim o site se consolidou com o seu estio própio e com o “jornalimo e criticar parciais SIM!”
Assim como eu grande maioria dos leitores entram aqi procurando isso,. aquele judão que estamos acostumados. Pra entenderem melhor do que tou falando, eu ia leer esa resenha no omelete. Cheguei lah vi aquele testo gigante e pensei “cacilda o que eu to fazendo aqui? vo pro judão, e vejo se o filme eh bom o não, o que tem de foda e de ruim, se vale a pena ir ver no cine ou esperar alugar.” E chego aqui e me derapo com essa resenha.
Boa? Sem dúvidas…
Judão? Nem um pouco.
Abraço!
18 de Janeiro de 2008 às 23h28
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stefano
nem consegui ler o texto inteiro, mas com certeza vou achar um tempinho para ler..
eu assisti o filme ano passado ainda, e axei muito foda
a atuação do Will Smith dispensa comentários, e o filme t mantém acordado e prestando atenção o tempo inteiro..
aquela parte em q ele entra no prédio em busca da cadela eu fikei paradinho e ansioso pra sabe oq ia acontece, suspense ao máximo ali..
é um filme q vale mto a pena assistir, tanto pelo enredo quanto pela atuação do will e também do conceito q o filme te passa..
recomendo à todos q assistam ;D
18 de Janeiro de 2008 às 23h59
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007
Critica assim eu prefiro ler o omelete
19 de Janeiro de 2008 às 1h48
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Filme - Eu sou a Lenda. Fui enganado!
[...] de sobra para justificar uma visita ao universo de Matheson através dos olhos de Lawrenceâ€. O Judão, de uma crÃtica descritiva gigantesca, resume que o filme não trouxe nada de novo. Enquanto isso, [...]
19 de Janeiro de 2008 às 11h20
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Barretão
Então vai ler lá, James Bunda!
19 de Janeiro de 2008 às 14h13
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cerbero
Podem me bater, mas não gostei e não recomendo o filme.Mas fiquei curioso pra ver as versões anteriores e/ou o livro.Concordo com quem disse que o filme começa bem e acaba meio rápido demais.Acho que uns minutos a mais poderiam ajudar.
19 de Janeiro de 2008 às 15h17
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Barretão
Cerbero, vc não está errado não. Depois que os bichos aparecem, a coisa se perde mesmo….
19 de Janeiro de 2008 às 15h44
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Barretão
@Code:
Cara, mandou bem. Agora deixem-me explicar uma coisa. Lembram da parceria que o Judão fez com a Sci-Fi News no começo da versão anterior, ano passado? Pois é, aquele dia começou uma parceria paralela entre o Borbs e eu, por conta disso, passei para ele o meu texto da matéria de capa da Sci-Fi de janeiro, sobre Eu Sou a Lenda. Ele pode fazer o que quiser com o texto e, nesse caso, preferiu publicar na Ãntegra, inclusive com os errinhos.
Bem, esse texto náo foi escrito para o Judão, mas o dono do Judão achou por bem publicá-lo assim, então, alguma razão tem. Esse foi só o primeiro desse ano e outros virão, mas aà sim escritos diretamente para o Judão e com a cara do site.
Entenderam? Perguntar antes ajuda, em vez de sair xingando e tals. Os comentários de vcs são fundamentais pra isso acontecer e eu agradeço.
Abraço,
Fábio
19 de Janeiro de 2008 às 15h49
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Jose
O filme eh doido, so achei paia a CG dos monstros, bem fraquinha
19 de Janeiro de 2008 às 19h34
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Leandro Machado
Barretão! Tá otimo o texto! P/mim o estilo JUDÃO é pautado pela inteligência e humor, isso não significa que os textos tenham de ser para anencéfalos incapazes de ler mais de 2 paragrafos!
19 de Janeiro de 2008 às 22h33
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Massaki
Barretao mandou bem na critica ,sem sobra de duvidas , assim ficou um negocio mais profissional , e sobre porque o Will e a lenda e muito facil ,basta pensar o que precisa uma pessoa para se tornar uma LENDA ahaha !!!
Abracos …
19 de Janeiro de 2008 às 23h28
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Alex Vicente
Excelente Artigo!! Nunca tinha visto um tão técnico aki no Judão, naum que os do Borbs e da Tayra sejão ruins mas esse aki tá ótimo! E é aquilo nunca um filme vai agradar todo mundo, vale a porcentagem de aceitação!! Muito bom o filme!
19 de Janeiro de 2008 às 23h54
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Heitor Franulovic
Super aquecimento no cérebro por excesso de leitura?
Que pessoal é esse…
20 de Janeiro de 2008 às 2h18
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Rodrigo Nascimento
Eu assisti e gostei muito!
SPOILER*** Só achei que poderiam ter explorado melhor o fato dos monstros estarem desenvolvendo inteligência, pois isso sim, causa desespero!
Fiquei triste pela Sam.
SPOILER FIM ***
20 de Janeiro de 2008 às 12h22
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Caio "Rufflez"
Bem como eh meu primeiro comment na versao 8 do Judao, PARABOX!!!!
Bem, gostei bagarai do filme, nao li o livro, entao nao posso comentar sobre as cagadas de roteiro, mas suspense muito bom, acaozinha no final meio desnecessaria mas beulez.
Melhor filme do Will Smith que jah assisti.
Btw, duas coisinhas, voltem com os asteriscos!
Essa caixa de texto pra resposta eh muito estreita (no linux)
20 de Janeiro de 2008 às 16h24
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SyncMaster
entao, a critica ta muito boa, pra quem ja viu o filme! Eu tava lendo antes de ver e parei no começo pra nao pegar mais spoilers, agora q ja vi li tudo e ta beleza.
Sobre o filme, sou dos que nao gostaram do final, espero q esse lance de final alternativo seja real e no dvd venha um melhor. Pra mim o filme desandou qndo a mulher e o filho apareceram, me soou surreal como chegaram na cidade e o salvamento e tudo mais pra frente. Tbm acho q deviam ter se aprofundado muito mais nos monstros e em suas capacidades mentais.
de resto o filme é muito bom, will e a cadela deram show. fiquei com vontade de conferir os outros filmes, livro e etc hehe
20 de Janeiro de 2008 às 17h50
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mooglez
blablabla
párem de chorar.
A resenha tá foda e do caraio.
Mudar os ares faz bem.
20 de Janeiro de 2008 às 19h44
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Leandro
Sério..
esse filme vai fazer sucesso!
20 de Janeiro de 2008 às 19h48
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RICARDO
Assisti o filme na sexta e posso dizer que é simplismente demais! assim como todos os outros filmes do Will, esse tem nota 10! RECOMENDADISSIMO! 10/10.
20 de Janeiro de 2008 às 22h22
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Sandro Mauro
Fui ao cinema assistir ao filme ” eu sou a lenda” e confesso que não entendo como um filme tão simples e chato pôde faturar tão alto na bilheteria americana, talvez pelo carisma de Will Smith, mas mesmo assim não não é uma obra prima. já vi tantos filmes fenômenais fracassarem na bilheteria que este fato não me assusta. Bem, há quem ache ” Eu sou a lenda” um FIMAÇO, não é o meu caso, mas tem gosto pra tudo nesta vida!
20 de Janeiro de 2008 às 22h33
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O CrÃtico
Bom, é inegável que é uma boa crÃtica, mas fugindo aos padrões “JUDÃO” nos deixa de certa forma decepcionados.
Em relação ao filme, achei ótimo e também acho que depois que mostraram de vez os monstros o filme perdeu o ritmo e quando se menos esperou acabou. Alguém ai reparou tb que dava a impressão daquele manequim da armadilha ter se mexido? Também acho que deveriam ter explorado mais a “inteligência” dos mutantes.
Em relação à galera que acessa o Judão, francamente parecem mais os telespectadores do BBB.
20 de Janeiro de 2008 às 22h34
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Kanalha13
Gostei do filme e da crÃtica. Depois que o Fabio explicou porque a mesma não tem cara de Judão, tá blz.
2 pontos que eu achei falhos no filme.
1- Explicar melhor como a terra ficou daquele jeito, até mesmo pq o Will é imune ao vÃrus, etc etc…
2- Podeeria ser um pouco mais longo, mostrar mais quebra pau e fugas…
Obs: Não gostei do final do filme.
21 de Janeiro de 2008 às 9h03
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Vanderlei
Minha opinião é EXATAMENTE a mesma do Kanalha13… e o manequim da armadilha vira a cabeça sim…
21 de Janeiro de 2008 às 9h42
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Rodz
O pior foram as Gaselas e LEÕES em plena Manhattan!!! Ok, sem humanos os animais invadiriam a cidade.. aves, cachorros, gatos e, principalmente, ratos e baratas tudo bem. Mas Leões e Gaselas é abusar demais da minha inteligência. Porra, colocava logo então um rinoceronte, um hipopótamo e um elefante e ficava tudo certo. Afinal de contas, devem ser todos animais “nativos” da região de Manhattan e não da Ãfrica.
21 de Janeiro de 2008 às 10h10
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Gustavo
Rodz, os animais são do zoológico. eles escaparam de lá.
21 de Janeiro de 2008 às 12h50
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Rodrigo
Gustavo, o estranho é que deveria ser um zoo só de gazelas então neh? pq pra existir ainda tudo aquilo de gazela que apareceu no filme, mesmo depois de 3 anos, com aquele bando de zumbi como predadores, bom, ou elas faziam orgia td dia ou os zumbis nao eram mto chegados em carne de viado neh…
21 de Janeiro de 2008 às 14h30
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RICARDO
Rodz ta se fazendo de burro ou oq?
Nao conhece o Zoo de NY? Em 3 anos aqueles animais podem invadir uma cidade com certeza. Nao viu a leoa com filhotinhos?
21 de Janeiro de 2008 às 15h47
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Gordo
Achei o final uma merda.
Pareceu que o orçamento acabou e eles resolveram explodir tudo….
21 de Janeiro de 2008 às 16h51
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Rodz
@ Gustavo, Rodrigo e Ricardo.
Galera, não pode ser do Zôo. Os animais do Zôo NUNCA conseguiriam sair de suas jaulas sozinho!!! Principalemnte a do Leão, que normalmente é a mais segura. Os bichos iam ficar em suas jaulas até morrerem de fome.
E quando todos saem correndo de uma cidade infectada e com “mutantes” querendo te devorar, lembrar de ir no Zoo da cidade e ABRIR TODAS AS JAULAS é a última coisa que vai passar pela cabeça.
21 de Janeiro de 2008 às 16h54
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RICARDO
Nao tem nada de errado com a quantidade/variedade de animais no filme.
21 de Janeiro de 2008 às 17h27
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Rodz
@ Ricardo
Não, até porque o Leão é um animal tÃpico da região de NY mesmo…
Existem vários na savana nova-iorquina, junto com os Elefantes, Hipopótamos e Girafas.
21 de Janeiro de 2008 às 17h41
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Rodrigo
rodz… n sei se voce percebeu mas em momento nenhum afirmei que eram do zoo, eu até meio que questionei essa hipótese…
mas, parece a única teoria aceitável, pq se nao vieram do zoo, n sei como os animais chegaram lá na ilha… (noé?)
eu acho dificil tbm os animais escaparam do zoo, mas nao impossivel… apesar de todas as dificuldades…
“Nao tem nada de errado com a quantidade/variedade de animais no filme.” Adoraria se você explicasse melhor isso Ricardo…
21 de Janeiro de 2008 às 20h43
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Knor
Pretendo assistir pra ouvir a voz do Mike Patton nos monstros.
21 de Janeiro de 2008 às 21h46
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Leandro Machado
Lembrem que em OS 12 MACACOS a bicharada tbm estava solta! Tá, a ilha estava sendo evacuada, mas e daÃ? Seria perfeitamente plausÃvel imaginar ativistas dos direitos dos animais libertando a bicharada!
21 de Janeiro de 2008 às 23h42
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Miguxeis
Muito boa a resenha estou muito loko para assistir o filme, o Will é fera, a única coisa que não gostei muito é o fato de ser vampiros, eu sei que é uma adaptação, mas o que anda acontecendo, não existe mais criatividade? Tudo é vampiro agora?
24 de Janeiro de 2008 às 13h54
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Guiwi
VOCÊS NOTARAM NO COMEÇO DO FILME QUANDO ELE ESTà CAMINHANDO:
UM CARTAZ ENORME DE UM FILME ?
NADA MAIS NADA MENOS DO QUE SUPERMAN X BATMAN
TEM UM SIMBOLO ENORME DO BATMAN COM O “S” DO SUPERMAN NO MEIO….ALGUEM VIU ?
24 de Janeiro de 2008 às 14h35
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Bonogue
Eu tambem vi esse cartaz do filme XD
mow manero
24 de Janeiro de 2008 às 14h42
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Vinnas
Onde tiraram a ideia que “Alice Braga faz papel de uma mãe irlandesa”? Ou tem uma cidade chamada Sao Paulo, e costeira, na Irlanda?
27 de Janeiro de 2008 às 1h27
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Internauta é burro ou faz tipo? | SOS Hollywood
[...] Sempre parti do princÃpio que quem usa a internet tem um nÃvel intelectual um pouco mais alto que o normal, mas, ultimamente, tenho tido dúvidas sobre isso. Tudo bem que ler textos gigantes na net não é muito legal, mas fiquei assustado com o número de reclamações que a reprodução do texto da Sci-Fi News no Judão causou aqui. [...]
27 de Janeiro de 2008 às 16h28
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Tiago
É tudo culpa da tal inclusão digital…
28 de Janeiro de 2008 às 16h32
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Duas novas fotos de Hancock! | JUDÃO
[...] (2004), Hitch - Conselheiro Amoroso (2005), À Procura da Felicidade (2006) e o último agora Eu sou a Lenda. A última produção em que o cara está envolvido é Hancock, filme que conta a história de [...]
28 de Janeiro de 2008 às 21h19
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Luciano
Para quem já viu o filme, recomendo este texto:
http://www.hackwriters.com/iamlegend.htm
29 de Janeiro de 2008 às 18h32
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Warner: Tudo em Blu-Ray! | S.O.S Hollywood
[...] janeiro vai precisar esperar um pouco mais no Brasil. O plano da Warner era lançar o antecessor de Eu sou a Lenda - aproveitando toda a mÃdia envolvendo o filme de Will Smith - finalmente no mercado de home [...]
1 de Fevereiro de 2008 às 17h23
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