Quinta-feira, 7 de Fevereiro de 2008 | Atualizado em 07.02.08 às 23h05

Cloverfield - Monstro


Produção assinada por J.J. Abrams, Cloverfield apresenta um novo formato para os eternos filmes de monstro. Neste caso, o monstro é o menos importante.

Fábio M. Barreto
, DE NOVA YORK

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Foram gastos US$ 30 milhões para a criação de Cloverfield – Monstro, blockbuster de nome assustador (ao menos o Brasileiro) que estréia essa semana no Brasil. Em três dias, porém, só nos EUA, o filme faturou US$ 46 milhões, ou seja, se pagou e já deu lucro. A fórmula: tudo filmado como se fosse uma câmera portátil, elenco desconhecido (destaque para Odette Yustman, que de feio só tem o nome), monstro misterioso, diretor de TV desconhecido, os efeitos mais interessantes dos últimos anos, o produtor mais criativo atualmente, J.J. Abrams, e uma campanha de divulgação sem precedentes na internet. Todo mundo queria saber e dar palpites sobre o que seria o monstro de Cloverfield. E o Slusho, que que tem a ver? Toda essa expectativa causada pela criatura, porém, tem deixado muita gente P da vida, rolando até vaias em muitas sessões de exibição do filme. Cloverfield pode ser injustiçado, por não ser necessariamente um filme óbvio.

Há tempos não se via um fenômeno virtual como Cloverfield. Tudo começou com a divulgação do primeiro teaser trailer na estréia de Transformers. Uma única cena passava o recado: a cabeça da Estátua da Liberdade foi arrancada e jogada longe. A partir daí, o filme virou febre virtual e os produtores respiraram aliviados.

“Partimos do conceito do primeiro trailer de Contatos Imediatos do Terceiro Grau, que tinha apenas uma locução assustadora explicando todos os graus de contato e, no final, vinha uma surpresa”, comenta o diretor Matt Reeves, co-criador da série Felicity, em entrevista exclusiva ao Judão no dia da estréia do filme, em Nova York (morram de inveja!) — toda a imprensa local pirou no filme, claro, mas sempre tem aqueles malas que acham tudo ruim, incluindo um sujeito de voz esganiçada que ficou xingando o filme e o bicho o tempo todo, mas na hora da entrevista calou a boca e ficou pianinho. Enfim. “Nada podia parecer tradicional nesse filme e, claro, era uma das poucas cenas que tínhamos totalmente pronta, nem o monstro estava definido ainda. Foi divertido ficar lendo as teorias sobre o monstro na internet depois disso”. A única fala ouvida no trailer era o próprio diretor gritando: “Eu vi! Está vivo! É gigante!” Eu também entrevistaria J.J. Abrams, mas por razões estranhas e obscuras por parte da Paramount acabou não rolando.

Enquanto atrair a atenção para o filme dava trabalho, o roteiro foi mais simples. A trama narra a história de um grupo de amigos que testemunha o ataque do tal Monstro gigante à ilha de Manhattan e são eles mesmos que filmam toda a correria, mostrando como a cidade reage a essa Merda toda, com M maiúsculo, que está acontecendo. Nesse meio tempo, o monstro vai e vem apenas como um elemento secundário, e mortal, na vida dos caras.

E esse é justamente o diferencial proposto por Reeves e Abrams: tirar a atenção do bicho e foca nos personagens e tudo o que eles fazem. A escolha da câmera portátil como modo de acompanhar essa história foi fundamental, pois tudo é visto pelo ponto de vista de pessoas correndo pela cidade e cruzando com o pequenino. “Queríamos que o espectador se sentisse como uma formiga vendo um elefante desfilar pela loja de louças”, comenta Reeves, que usava um megafone e ficava gritando para os atores reagirem às aparições do monstro fictício durante as filmagens.

Sem a presença da visão onipresente do diretor tradicional, que pode mostrar imagens aéreas, closes da criatura, etc., tudo depende daquela meia dúzia de gente deseperada. “Imaginamos que Cloverfield seja a versão de uma das pessoas para o que aconteceu naquela noite”, conta o diretor. “Se você notar, em várias cenas, é possível ver pessoas tirando fotos com celulares e outros personagens filmando os mesmos acontecimentos, mas por ângulos diferentes. Quando isso acontece, temos um filme cruzando com o outro. Acredito que existam várias histórias para serem contadas sobre tudo aquilo”.

O futuro de Cloverfield e do gênero
Cloverfield pode ser um daqueles filmes que veio para revitalizar um gênero ou para ser taxado como sinônimo de porcaria em Hollywood. Acho que já deu pra perceber claramente que a indústria anda meio capenga e, cada vez mais, precisa de alguém inovador como J.J. Abrams. Ele conseguiu renovar bastante coisa na TV com seus mistérios em Lost e, agora, traz essa mesma vitalidade para o cinema, embora vá enfrentar um grande desafio: mostrar algo novo e ter de fazer sucesso. E ele conseguiu. J.J Abrams fez de novo, e fez bem feito.

A parte desta árdua primeira missão já foi cumprida, uma vez que Cloverfield é o mais moderno filme de monstro do cinema ocidental, depois de King Kong, e todas as suas continuações e remakes. Aliás, Hollywood nunca foi capaz de criar uma criatura capaz de fazer frente — em qualidade e sucesso – aos similares japoneses e, mais recentemente, coreanos, como o bom O Hospedeiro mostrou.

Por falar em outros filmes, as comparações com A Bruxa de Blair e Godzilla não param de aparecer. Contudo, Cloverfield parte para uma nova direção, ajudando Hollywood a sair da mesmice de roteiros previsíveis e com pouca inovação visual. Cloverfield está longe de ser uma obra-prima ou de ser um grande filme, mas, sem dúvida, veio para abalar estruturas e propor a discussão, ainda que, para muitos, não passe de mais um filme inútil e sem sentido. Mas, uma coisa eu posso afirmar: Godzilla acabou de virar brinquedo de criança, literalmente.

Com essa exposição de mídia e todo o desempenho de bilheteria, que deve ser gigantesco fora dos Estados Unidos, falar em uma eventual continuação é inevitável e ela deve acontecer. “Não sei se eu dirigiria um próximo filme, mas, por enquanto, falando em seqüência, a idéia é mostrar outros pontos de vista para o evento Cloverfield”, conta Reeves, antes de confirmar que já está pré-produzindo o segundo filme. “Há partes e ‘habilidades’ do monstro que não pudemos mostrar, depois da edição final, então existe material suficiente para se pensar numa continuação”. AVISO: Fiquem espertos com A ÚLTIMA CENA, quando o casalzinho está numa roda gigante. E também fiquem atentos ao DVD, que deverá trazer extras BASTANTE interessantes.

Enfim, a história de Cloverfield dá medo, MUITO MEDO. Bons sustos te esperam. O roteiro inova o gênero de filmes de monstro ou melhor, sobre monstros. Não parei de pensar no que aconteceria se das praias de Santos surgisse um bebê monstro procurando a mamãe.

Para quem gosta de bom cinema, inovação e curte emoções fortes, Cloverfield é um filmaço do começo ao fim. Judão RECOMENDA!

Cloverfield - Monstro
(Cloverfield, EUA 2007)

Direção: Matt Reeves

Roteiro: Drew Goddard

Elenco: Michael Stahl-David, Mike Vogel, Odette Yustman, Lizzy Caplan, JessicaLucas, TJ Miller

Site Oficial: CloverfieldMonstro.com.br

Nota do JUDÃO

[ratings]

Comentários
Já são 81 sobre esse post -- até agora

  k12342s

sinceramente nao gosto desse tipo de filme e ele nao é novo.

Historia com mosntro que nao se precisa dar nenhuma explicaçao sobre o mosntro e o fim é sem sentido.

Sinais e guerra dos mundos ? Deve ter mais por ai.

Nao vi o filme mas se tiver alguma coisa parecida com sinais e guerra dos mundos vai ser realmente decepcionante…

7 de Fevereiro de 2008 às 23h14
  brunera bkx

comparar cloverfield com guerra dos mundos e sinais? tem nego perdendo a noçao aki ja

7 de Fevereiro de 2008 às 23h30
  Pedr0sh3

eu que sou um cinéfilo prejudicado(moro em cidade do interior que esta sem cinema ja a 7 meses), vou ter que esperar para ver esse filme, mas não vou perder.
mal posso esperar para assisti-lo

7 de Fevereiro de 2008 às 23h34
  Rodz

Confio no Barretão e essa é, talvez, a primeira crítica que vejo um elogio ao filme. Muita gente da imprensa especializada tem metido o pau no filme por toda a inovação que o Barretão colocou muito bem em seu texto.
Tudo que vem para mudar, para quebrar paradigmas, é incompreendido no começo. Pode até ser que não dê em nada, mas conhecendo o trabalho do JJ desde os tempos de Alias e, principalmente, em Lost, acredito que o cara realmente tenha dado o pontapé para uma revolução. A não ser que os salsinhas e os conservadores resolvam boicotar o filme.

8 de Fevereiro de 2008 às 0h11
  Murilo

Também, sei lá hein…
em filmes de monstros devastadores de cidade acho que nem o fato de inovar na filmagem salva.
Esse é, assim como transformers, o tipo de filme que já vem pensando em lotar cinema e não em produzir algo realmente interessante e com qualidade, o que sempre acaba prejudicando o filme.

8 de Fevereiro de 2008 às 0h15
  Barretão

É gente, tem que saber ver a que o filme se propõe…
Cloverfield tem seu valor.. só precisa ser visto dessa forma.. daí a gostar, ou não, vai de cada um… mesmo!

8 de Fevereiro de 2008 às 0h17
  V

Quero ver essa bagaça. Mas afinal, o filme explica como aquela joça de montro apareceu em Nova York, e principalmente, o que é esse montro? Se o filme for só correria sem resposta e porra nenhuma além disso, não quero nem passar perto.
E como é que faz para dar a nota pro filme?

8 de Fevereiro de 2008 às 0h18
  V

A crítica do Cinema com Rapadura sobre o filme também é boa.
Cacete, escrevi monstro errado duas vezes, que mula que eu sou. E que falta faz a correção do Word aqui.

8 de Fevereiro de 2008 às 0h22
  TOP 5: Maiores desgraças em NY | S.O.S Hollywood

[...] que minha crítica de Cloverfield já está no ar no Judão, aí vai um TOP 5 das desgraças fictícias que já aconteceram com a [...]

8 de Fevereiro de 2008 às 0h42
  General Lee

@ k12342s

Você por acaso entendeu que o ”novo formato para o gênero” é a pespectiva de quem está passando por aquilo e não o monstro?

@ Pedr0sh3

Sua cidade não tem Cinema mas você deve ter Internet, portanto mininova.com e não reclame! Melhor do que nada =D

8 de Fevereiro de 2008 às 1h01
  General Lee

@ Barretão

A Lizzy Caplan é superfamosa cara, ela fez 2 episódios de Smallville ^___^

E mais uma coisa…

E como é que faz para dar a nota pro filme? (2)

8 de Fevereiro de 2008 às 1h05
  Borbs

@Notas
É só clickar na nota. Tipo, se quer dar OITO, clicka no oitavo asterisco… E por aí vai. =D

8 de Fevereiro de 2008 às 1h11
  Fernando

@Borbs
Aqui não funcionou isso não, tentei em 2 browsers diferentes, tem q ter alguma configuração especial ??? O.o

8 de Fevereiro de 2008 às 1h49
  Borbs

@Fernando
O sistema faz uma média de todas as notas, não mostra SUA.

Quando você clickou, ela não sumiu e voltou? =D

8 de Fevereiro de 2008 às 1h58
  V

@Borbs
Não funcionou não. Não sumiu e voltou como vc disse.

8 de Fevereiro de 2008 às 2h35
  El Culero

” filme explica como aquela joça de montro apareceu em Nova York, e principalmente, o que é esse montro?”

Não explica não. Pra entender vc terá de ver todos os sites virais que apareceram por aí relacionados ao filme e mais a tal cena na roda gigante mencionada no review.

Procure na web as relações entre a empresa de mineração em aguas profundas Tagruato e a bebida Slusho. E também leia sobre o grupo ambientalista T.I.D.O. Wave que luta contra a Tagruato. Tudo que vc ler nos sites de cada um deles se junta pra formar a história do monstro.

8 de Fevereiro de 2008 às 8h32
  Leandro B. Machado

Não explica não. Pra entender vc terá de ver todos os sites virais que apareceram por aí relacionados ao filme e mais a tal cena na roda gigante mencionada no review. Tá, e p/quem não tem tempo/disposição p/fuçar na web atraz das peças do ” mistério” ? alguma alma caridosa podia criar um SPOILLER que explique esses fatos que rolam por aí!

8 de Fevereiro de 2008 às 8h48
  Aleo (TVMundU!)

Queria ver :(

8 de Fevereiro de 2008 às 10h28
  Bah

Esse filme tá me lembrando o bafafá em torno de “A Bruxa de Blair” cujos poucos méritos foram completamente destruídos numa continuação caça-níquel.

8 de Fevereiro de 2008 às 10h49
  Netto

sei la…. gostei… verei dinovo…
mas nao gostei…

paradoxal?
sim… este sou eu..

mas sei la..
o filme é meio sei lá, entende?

8 de Fevereiro de 2008 às 13h13
  takata

Parafraseando alguem de outro site.Esse filme e um TITANIC mas vc tira o navio e poe um monstro no lugar.
Se vc ta interessado numa historia de monstro pego o filme errado ,e uma historinha de amor!pu azar du casal tinha um monstro de passagem pla cidade.obs.vc so ve ele no filme inteiro 5 minutos.
p.s. num chega nem perto du filme do Cameron

8 de Fevereiro de 2008 às 13h57
  optms

agora eu to mais confuso.
espera ai: os filme tem que explicar tudo sem a gente prescisar procurar na web!!.

Fábio M. Barreto:
cumprimentos e parabens.

8 de Fevereiro de 2008 às 14h28
  Puliça

eu taxo como porcaria! mas porcaria divertida, vai…hehehe

8 de Fevereiro de 2008 às 14h44
  Puliça

@Takata, PERFEITO!!! esta foi a melhor definiçao ate agora!!

hahaaha

8 de Fevereiro de 2008 às 14h47
  Barretão

Líder Optimus,
Eu não vi todos os sites e entendi a parada, logo.. a meu ver.. não precisa ver tudo isso de coisa na net não.. aliás, eu nem tinha visto o trailer quando vi o filme.

abs

8 de Fevereiro de 2008 às 15h18
  koveiro

pow acabei de ver o filme achei meio estranho

8 de Fevereiro de 2008 às 21h18
  Allan

Sensacional. Foda-se se o monstro aparece pouco ou qualquer coisa desse nivel que andam reclamando por aí.

8 de Fevereiro de 2008 às 21h26
  Drigo Rulez

Acabei de assistir, realmente fantástico!! Não vi nenhum site, mas o pessoal que tá combrando uma explicação pelo motivo do monstro, pelamordedeus, o filme é todo como se uma pessoa pegasse uma camera e filmasse tudo. Então de onde patavinhas a pessoa ia ter uma gravação que narrava os fatos para o monstro ter aparecido.

8 de Fevereiro de 2008 às 21h55
  pedro

O q tem na cena final??

Eu soh fui ver a critica dps d ever o filme e nao reparei em nada…

8 de Fevereiro de 2008 às 22h23
  Aspirina

SPOILERRRRRRR

Que que tem demais na última cena do filme?
Antes da roda gigante, mostra uma tomada do mar, e eu não vi nada. Alguém explica?

FIM DO SPOILERRRR

9 de Fevereiro de 2008 às 0h23
  El Culero

Drigo, não tem gravação nenhuma. Os sites virais que foram criados precisam ser “estudados” em conjunto pra formar a historia, já que eles se apresentam como sites “reais”. E é uma historia bem capenga. Ok, SPOILERS, tá?
- O Slusho é uma bebida super famosa no mundo todo.
- O Rob vai trabalhar lá, na parte de marketing.
- O ingrediente principal da bebida vem do fundo do mar, de “aguas frias e sob grande pressão”. - A dona do slusho é uma empresa japonesa de mineração em aguas profundas chamada Tagruato. Eles ganham muito dinheiro com o slusho e mantêm uma frota de navios tanque pra transportar a materia prima. Tb ficam vasculhando o oceano, perfurando o solo pra achar mais dessa substancia.
- A Tagruato é acusada de ser anti ecologica pela TIDO Wave, que vivem sabotando as instalaçãoes deles.
- Um satelite do governo japones chamado “ChimpanzIII” caiu no mar pouco antes do monstro aparecer, a Tagruato é contratada pra achar o satelite (eles têm satelites que vasculham o fundo do oceano).

E por aí vai.

A origem do monstro tanto pode ser pelas perfurações em busca de mais matéria prima do Slusho, pelo pedaço do staelite que caiu, pelos atques da TIDO Wave às instalações em alto mar da Tagruato, ou por tudo isso.

O JJ já afirmou em entrevista que o mosntro vem do oceano, tem milhares de anos e é um BEBÊ!!! o_o

De qualquer maneira, é o mesmo tipo de viral que acompanha o Lost. Ele te obriga a ficar lendo sites que parecem reais, pra dar veracidade às coisas. E aumentar o interesse publico, pq todo mundo fica querendo montar o quebra cabeça.

9 de Fevereiro de 2008 às 0h37
  Thiago

Bom eu vi o filme agora a noite
e achei excelente!
Digo que pessoas que cobram explicações maiores sobre o monstro
nao entenderam a essencia do filme
que é a de colocar o espectador na pele
de um personagem do filme
que NÃO sabia bolhufas nenhuma do monstro, ou seja, não HÁ explicação!
O filme vale pela agonia, os sustos e a inovação do gênero!
Deus Salve o J.J!
Mais afinal, nem prestei atenção, o que tem na ultima cena? hahahahah

9 de Fevereiro de 2008 às 0h44
  Torreal

Acabo de assistir ao filme. Eu curto filmes de nerds como Cloverfield. Mas tenho uma crítica: a câmera em movimento constante e caótico causa dor-de-cabeça. Minha namorada passou mal e, por conta do filme, não terei sexo nessa noite. E ,sem sexo, só me resta escrever aqui.
Yeehah!

9 de Fevereiro de 2008 às 1h04
  Rhenan

Uma vez eu disse aqui que estavam fazendo muito bafafá pra um simples Godzilla americano.

E eu estava enganado.

Acabei de ver Cloverfield e achei sensacional! O filme é inovador, bonito, assustador e prende a atenção do início ao fim. A única coisa que seria digna de crítica, seria o cameraman bêbado pra cacete que tenta captar todos os momentos do filme, sem sucesso; mas mesmo assim… eu achei esse esquema de você “viver o filme” uma sacada genial do JJ; além da divulgação promovida, que foi certeira (pelo menos nos EUA).
Cloverfield é a montanha-russa dos cinemas! Acho que o que eu estou sentindo era exatamente o que o JJ Abrams gostaria que todo mundo que assistiu sentisse…
Sem palavras… sensação única!

9 de Fevereiro de 2008 às 2h03
  Kanga

Meus caros amigos nerds e prezados lifeless’, esse filme nao lancou nada de novo. O estilo de filmagem eh bruxa de Blaaaargh, a historia de amor fede, o monstrao parece ser um aleijado que anda/se arrasta O.o e as atuacoes sao ridiculas. Sério mesmo, eu respeito quem quer dar uma de moderninho e ficar tentando perceber que “nao existe colher” num filme bizarrooooooo desses, só que eu achei muito tedioso. É sustinho pra la sustinho pra ca e conteudo que eh bom, necas! Se for pra ser tido como ovelha e reagir soh a estimulos como um animal irracional sentado na frente de uma parede brilhante, que custe menos. O mais comédia é ter de ver o cinema falando que assistir filme pirata é crime. Melhor teria sido se eu tivesse baixado essa bagaça. E quanto aos lifeless que ficam varrendo a net atras de “hints and clues” sobre essa porcaria, só deixo uma pergunta no ar: Voce vai pro cinema pra se divertir ou pra ficar especulando? Não é preguica mental, o lance é que cinema é entretenimento, tem q fluir facil a historia, não é pra vc ficar entrando em milhares de sites procurando informacoes pra TENTAR entender algo que voce PAGOU pra ver.

Obs 1 -> O JJ pode inserir esse filme la onde o sol nao chega.
Obs 2 -> Pode apagar meu post que ja ta salvo aqui, vou postar até vcs se cansarem de apagar(ou criarem um script lol)

9 de Fevereiro de 2008 às 2h09
  Allan

Cara, eu tou cagando e andando pra sites virais ou coisas do tipo. Não quero saber de onde vem monstro ou os porquês daquele ataque. Me diverti muito apenas vendo a desgraça acontecer, principalmente pela maneira que ela foi filmada. Se inovou ou não, não interessa, o que importa é que o resultado final dele pra mim foi positivo: fazia _TEMPO_ que eu não divertia tanto em um filme desse estilo.

9 de Fevereiro de 2008 às 2h47
  Caio

Cara, o filme é foda

Eu nao gosto de filmes de monstro, mas esse é foda mesmo. Além de toda a tensão, do filme não ser voltado no monstro, tem toda essa história foda da onde ele veio por fora do filme, meio como lost, e aquele tanto de “dicas” escondidas no filme

9 de Fevereiro de 2008 às 11h36
  Jonny

O filme é foda… Jurava que o filme ia ser uma merda mas ele superou em muito as minhas espectativas… é dakele tipo “Must See this shit!”

9 de Fevereiro de 2008 às 12h09
  Rodz

ADOREI o filme. E olha que estava super “hypado” com esse filme, com
altas expectativas. Mas JJ, mais uma vez, não me decepcionou. Podem
falar o que quiser dele.. que é o cara da modinha de Hollywod, mas uma
coisa todos tem que admitir: O cara tem talento!!!

A câmera em primeira pessoa não incomoda tanto como em Bruxa de Blair
(pelo menos eu achei) e serve como ponte entre o público e a história,
já que não há muito tempo para apresentar os personagens. Passado uns
10 minutos de filme, o bicho já aparece pela primeira vez e já começa
a tocar o terror. Daí pra frente é só pressão até o final. Mas como
você está vivendo tudo como se fosse parte daquele grupo de amigos,
você imediatamente passa a se importar com eles e entra de cabeça no
clima de desespero do filme.

Gostei muito do Design do monstro, totalmente diferente e original. E
até que conseguimos vê-lo direito em várias cenas. Pelo o que vinha
sendo falado, achei que o monstro em si quase não seria visível. Mas
é, na medida certa.

Super recomendado para quem gosta desse estilo de filme (de monstros).

9 de Fevereiro de 2008 às 17h27
  Inuteu

prestei atenção e nao vi nada no final. o q tinha na cena da roda gigante?

9 de Fevereiro de 2008 às 18h43
  Barretão

Na roda gigante não tinha nada… já na água… hehehe…. :)

9 de Fevereiro de 2008 às 19h58
  Marcos Prata

O Fábio viu o Hospedeiro então ele é fã do gênero e não um crítico babaca que crítica por não gostar do assunto ou da formula.

9 de Fevereiro de 2008 às 21h44
  doc

Pô Barretão. Eu vi o filme no cinema antes de saber essa parada do fim… Vou ter que baixar o torrent para poder ver esse finzinho.
hahaaha

eu gostei do filme…

9 de Fevereiro de 2008 às 21h57
  Vinícios Duarte

Muito bom o filme!!! Não esperava tanta surpresa. O fato do filme ser inteiramente filmado com uma câmera de vídeo amadora dá uma veracidade enorme à tudo, especialmente durante a ação. É tudo muito real, muito cru e ao mesmo tempo muito bem produzido. Um excelente trabalho, no mínimo inovador. Só achei o filme meio curto. Eu queria mais desgraça! =P

9 de Fevereiro de 2008 às 22h52
  Barretão

Vinícius.. isso que é legal, vc PENSA que a câmera é amadora, mas usaram equipamento profissional, mas simularam o amadorismo.. curti isso..

9 de Fevereiro de 2008 às 23h36
  Thiago Silva

Vi o filme e tive a certeza de que JJ não me decepcionaria, nunca me senti tão imerso em um filme como nesse.
Tah, o filme é curto e isso é uma bosta mas o pior foi ouvir gente depois da sessão dizendo que não entendeu nada, pô meu esse filme não é pra entender é pra curtir e só.
E que venha continuação, E RÁPIDO!!!!

10 de Fevereiro de 2008 às 1h34
  Kanga

De história sem enrendo ja bastam as novelas das oito. É uma pena ver q tem gente q paga pau pra filmes tipo “simulador do playcenter” e esquece o que realmente é cinema. Se quiser pagar de revolucionario e falar q o cinema ta mudando, que mude pra melhor e pra algo no minimo inteligivel, pq de imbecilidades e nonsense ja estamos atolados, vide perolas tipo jackass e outros lixos enlatados.

10 de Fevereiro de 2008 às 2h44
  Kanga

Pra mim quem paga pau pra esse filme, é do tipo que abre um livro e pergunta: Cade as imagens??! LOOOOOOOOOL

10 de Fevereiro de 2008 às 2h53
  O Crítico

Nossa esse filme é ótimo. Pena que tem gente que não entendeu a essência e acaba criticando.
Ah, sacanagem nem prestei atenção na cena final, queria ter visto o que apareceu.
Esperemos agora pelo DVD e pela continuação. \o/

10 de Fevereiro de 2008 às 4h08
  Yuri 2

@Kanga
E o que é realmente cinema para você? Se eu gostar de um filme simulador de playcenter, então isso é cinema pra mim. Se eu gostar de um western bem feito como Once Upon a Time in the West, isso também vai ser cinema pra mim. Não existe regra pra algo estar no quesito cinema. É só filmar uma história e colocar na tela, que já vira cinema. Ninguém paga para ver um filme só porque é “revolucionário”, as pessoas pagam porque se interessaram pelo jeito que a premissa foi conduzida. 2001: A Space Odyssey é um filme nonsense, mas acredito que você deva considerá-lo como cinema, não? Se não gostou, ótimo, mas falar que não gostou porque isso não é cinema, aí fica complicado…

10 de Fevereiro de 2008 às 14h21
  crazy

tem nego aqui malhando o filme e adora lost….contradição…lost sugere muito mais di que mostra…e olha que o mesmo cara envolvido com lost está em cloverfield…brasileiro só sabe reclamar…vão tudo pro inferno

10 de Fevereiro de 2008 às 23h04
  Cloverfield: Versão do Diretor | S.O.S Hollywood

[...] você já pode ter lido a crítica do Judão aqui, porém, essa é a versão na íntegra e sem o estilo judônico. Para quem gosta de cinema, pode [...]

10 de Fevereiro de 2008 às 23h42
  Rodrigo

Venho aqui levantar uma bandeira contra o preconceito e toda essa fobia de inovação que vivemos no cinema, o que me incentivou a vir aqui deixar esse comentário é a total falta de percepção subjetiva (no cinema onde vi o filme pessoas falaram tanta bobeira do filme que me irritou). De qualquer modo tenho certeza que existem muitos cinéfilos, que sabem apreciar um bom filme e até mesmo um filem que sai dessa formatação

11 de Fevereiro de 2008 às 0h15
  Rodrigo

de filmes e generos pré estabelecidos, cloverfield é bom e inova, não pode ser comparado com os filmes citados, no filme o monstro é deixado de lado e a sobrevivencia é fator fundamental, o filme é como uma grande simulação, exelente e com certeza um filme marcante. Torço sempre para a BOA criatividade e a BOA inovação

11 de Fevereiro de 2008 às 0h20
  Ygor

Fui ver e é péssimo. As vaias rolaram do ínicio ao fim. É simplesmente um filminho de um monstro que não se sabe de onde veio e onde foi parar.

11 de Fevereiro de 2008 às 8h57
  Uhu

@Ygor

Vaias no cinema?
Onde é que o senhor resite? Fiquei curioso para conhecer esse público hehe :)

11 de Fevereiro de 2008 às 10h28
  Rodrigo

é triste o povo cada vez mais quer repetição e estereótipos. é triste pq quem sabe apreciar depende da aceitação dessas pessoas tb.

11 de Fevereiro de 2008 às 11h35
  Eduardo

Me tirem uma duvida fiquei até os creditos finais do filme e ouvi um som não sei se era vozes ou um rugido do monstro vcs sabem o que era??

11 de Fevereiro de 2008 às 14h56
  -Evil Shady-

@ Eduardo
Eh uma mensagem ao contrário… dizendo “it’s still alive”
Dê muma Googlada q vc vai encontrar.

11 de Fevereiro de 2008 às 19h36
  Rastaban

esse filme é um mix de decepção e exitação… a exitação fica por
conta das cenas cabulosas q tem no filme… agora fica muito
decepcionante porque ele nao foi muito mais esclarecedor do que o
trailler… ou seja, sabiamos q tinha um monstro já no trailler nao? e
no filme oq acontece? tem um monstro óóóóóó… a verdade é que
esperava algo muito mais fudido e revelador mas isso nao existiu. ter
que esperar uma sequencia pra descobrir algo a mais, fez eu me sentir
um trouxa no cinema…

11 de Fevereiro de 2008 às 23h37
  Cadumzao

Lá vou eu de novo comentar um filme, sem nem mesmo saber se o comentário vai ser postado… risos…
Ta bom! Lá vai!!!
É legal sim o filme. Uma coisa Godziliana, mas legal. Porém, é válido comentar que cagadas acontecem também em filmes agradáveis. Me refiro a viagem visual que empregaram no filme, com uma movimentação de camera quase que constante. Esta deixa quem tem problemas na visão tonto. (alhoow diretoor, as pessoas com problemas de visão também tem direito de assistir filme, de preferencia sem ter de vomitar no final.) Parando a palhaçada. O filme apresenta uma idéia atraente para quem gosta do genero, mas como sempre os roteiros trazem os furos que nos tiram da sala de cinema e nos levam ao lado do roteirista (Obs. com vontade de bater neles. Pow a menina tem um troço atravessando o corpo dela e ela ainda corre feito uma velocista, pelo amor de Deus né)

12 de Fevereiro de 2008 às 4h35
  Darth Cesar

Talvez contenha spoiler

Cloverfield é espetacular, sensacional! JJ mostra como se faz um filme de monstros de verdade e realista, adorei a questão de que você esta no meio da ação, desorientado e sem saber de nada, a metáfora perfeita do 11/09, talvez o primeiro filme a conseguir mostrar o pânico e horror daquele momento das pessoas ao redor das torres, coisa que na época todos diziam q não se podia mais fazer filmes explorando tragédias humanas como ID4, uma bobagem é claro.
Matt Reeves e JJ deram um tapa na cara de diretores como Spielberg em mostrar que é possível fazer filmes pipoca onde os personagens morrem, onde não há final feliz, em Guerra dos Mundos todo mundo sai ileso, em Godzilla todos parecem q estão num safari e em ID4 querem colocar humor numa tragédia humana?!.

12 de Fevereiro de 2008 às 8h43
  Eduardo

e identificaram a vozz to procurando no google e nada algém sabe??

12 de Fevereiro de 2008 às 14h00
  Rossi'n'roll

Gostei do filme, pena que tinha esquecido de prestar atenção ao final na montanha-russa. No final dos créditos, dá pra ouvir uma voz, mas não vale muito a espera.

12 de Fevereiro de 2008 às 20h39
  Kanga

Filme porco pra nerd que se acha muito esperto ficar “filosofando” sobre os possiveis sentidos do filme. Parabens pra quem perde o tempo na net especulando sobre esse fiasco, voces realmente sao lifeless! \o/
A proposito, Lost ficou um lixo nessa ultima temporada, nada é que parece ser, e tambem nao é oq é pra ser! Aeeeeee! Inovar dessa maneira eh muita mediocridade, so sorry.

13 de Fevereiro de 2008 às 20h33
  Fernando

Kanga fala q todo mundo q assiste o filme é lifeless mas ele viu o filme, viu Lost e vem aki comentar de tempos em tempos hauhauahuahau
(críticos são divertidos, sejam bons ou ruins hehehe)

sobre ele sem comentários, mas qt ao filme, quem não gostou com certeza não entendeu a premissa do filme, q não tinha nada haver ocm o monstro… ele poderia ser facilmente substituído por qualquer outra grande tragédia, talvez mto mais real… quem acompanhou filmagens amadoras do 9/11 viu q não tem mta diferença, e nessa recriação da catástrofe, mto bem calculada, q o diretor Matt Reeves se sobressai… fazer propositalmente uma coisa parecer amadora é mto mais difícil do q parece.
Isso do ponto de vista técnico.

Se formos observar a história, basicamente ela era pra se mostrar como um grupo de amigos só se fode ao tentar sobreviver a uma catástrofe X qualquer de proporções épicas… agora, pessoalmente, me lembrou mto o jogo Half-life só que numa escala macro, e vejo como é totalmente possível ter sequências (as quais eu vou de bom grado assistir).

Gostando ou não, Cloverfield foi um sucesso de direção, marketing, bilheteria, etc. Aos que não gostaram, tenho uma dica : não assistam e não façam propaganda, só isso!

14 de Fevereiro de 2008 às 2h35
  Fernando

PS: to gostando dos coments, totalmente divididos hehehe

14 de Fevereiro de 2008 às 2h38
  Withegg

Muita publicidade barata por muito pouco

De inovador esse filme não tem absolutamente NADA
Está cheio desses clichês de filmes hollywoodianos, tira totalmente a naturalidade de uma produção que se propõe a retratar de forma real um acontecimento fictício, a sensação é só a de ver um filme normal, a diferença é que a câmera participa dentro dele o tempo todo, criando esse efeito “simulador do playcenter” citado aqui pela (o?) Kanga

O estilo de filmagem, subjetivo, em forma de “registro documental”, já foi usado num sem número de filmes, Bruxa de Blair é o exemplo mais famoso disso

Usar isso num filme desse tipo foi apenas uma idéia legal, mas botem na cabeça, não é inovadora, não é inventiva, nem é nada disso que voces estão falando

E o final é BROXANTE, não por “não ser feliz” como muitos estão dizendo, o final NÃO EXISTE, é ridículo, podia muito bem ter uma conclusão, que fosse em forma de reportagem, de créditos (recurso bastante usado em “filmes baseados em fatos reais”), e porquê não fizeram isso?

Apenas para que essa “geração youtube” ficasse especulando sobre o filme em fóruns, investigando sites virais, confabulando sobre as ultra-desnecessárias continuações que certamente virão, enchendo o bolso dos produtores do filme!

Engrossando o coro da (do?) Kanga, a gente nao é obrigado a sair na internet procurando soluções pra uma coisa que pagou pra ver!

No geral até achei o filme tenso, divertido, mas não é muito mais do que isso!

14 de Fevereiro de 2008 às 3h58
  Inuteu

COMENTARIO OFF:
depois d bruxa d blair e cloverfield + um filme no estilinho “segue gravando aí, foda-se se tamo quase morrendo”. é um filme espanhol chamado REC, parece mto bom, vejam o trailer:

http://www.youtube.com/watch?v=WkXmvsSsKUg

14 de Fevereiro de 2008 às 22h32
  Fernando

o q tá difícil de entrar na cabeça do povo (mesmo estando mto bem escrito na crítica) é q não é inovador por ser um filme de primeira pessoa, é inovador por ser o primeiro FILME CATÁSTROFE HOLLYWOODIANO EM PRIMEIRA PESSOA… na verdade ele fez uma colagem de vários aspectos q nunca foram usados antes numa mesma produção…

Por exemplo, Alfred Hitchcock ficou super elogiado em questão de continuidade pelo filme festim diabólico, por usar cenas MTO compridas, o filme todo pelo q me lembro tem uns 3 ou 4 cortes de cena, mesmo assim, ele não inventou esse tipo de filmagem, q já existia desde a época do preto e branco, mas ele foi o único q usou em um filme de suspense e de forma tão bem executada… e é por isso q eu aplaudo Matt Reeves… a forma como foi montada o filme é de tirar o chapéu…

@Inuteu
curti a idéia do filme, conseguiram gastar mto pouco dinheiro pra fazer um filme de zumbis em primeira pessoa, e passaram a perna no George Romero q tava bolando o Diary of the Dead hauahuahauhauah (idêntico, só q já foi lançado a mto tempo e com mto menos dinheiro)

15 de Fevereiro de 2008 às 4h51
  DSaM

Kanga é o mais nerd de todos os que comentaram aqui… pela mor d deus cara boko q fica perdendo tempo tentando convencer outros de sua opinião pessoal.

O filme é bom… ultra-realista, como seria um retrato feito por pessoas comuns (vide 11/09 ou cinegrafistas em guerras) de um a tragedia desse nivel… é só desligar o cerebro e assistir de boa sem querer entender..

18 de Fevereiro de 2008 às 16h52
  Darth Cesar

comentário perfeito Fernando(yoda), é isso ai!

18 de Fevereiro de 2008 às 17h57
  Cotonete

Ô kanguinha, sinceramente: com todo esse discurso, que tu tá fazendo aqui?

AINDA NÃO VI O FILME. Mas putz, tá óbvio pra mim que não se trata de um filme de monstros. É um filme que mostra o desespero e a falta de informação que um desastre pode causar nos civis.

As pessoas ESPERAM COISAS quando vão ver filmes, e se acham super inteligentes por causa disso. Esses tipos de pessoas não evoluiram junto com a mídia. Dae o filme acaba e as pessoas ODEIAM. Tá certo isso?

Uma vez vi alguém comentar aqui no judãozão mesmo: “Esse filme é uma JOSTA! NÃO TEM FIM!”.

19 de Fevereiro de 2008 às 19h28
  Cotonete

Tá, fui ver o filme. =D

DO CAGAIO! E eu vi o que acontece na última cena. =D

20 de Fevereiro de 2008 às 19h04
  Kanga

@Cotonete
defender um ponto de vista e avaliar os dois lados nao eh discurso, eh argumentacao. Sobre seu comentario, eu acho sem fundamento pq na verdade NINGUEM sabe qual vai ser a reacao das pessoas se acontecer uma tragedia. E vale lembrar q filmes de
tragedias ja estao muito manjados em hollywood, entao nao vem falar de originalidade. O formato de filme documentario ja foi testado e regojitado. O filme nao precisa ter final, mas tem q ter informacao suficiente NA TELA pra vc poder especular sobre oq acontecera em seguida. Sobre o amigo ali q falou que eh soh desligar o cerebro e curtir, soh digo o seguinte: A unica coisa q nos(espero q a vc tb) diferencia de um macaco, cachorro e outros ANIMAIS é a capacidade de raciocinar e de ter um senso critico apurado, quando vc abre mao disso das tres uma: Ta drogado/bebado(the same), ta no playcenter se divertindo sem pretensoes(como deve ser nos PARQUES), nunca pensou e nao sabe oq eh isso. Seja como for, eu respeito essa ideia barata e modista de hollywood, mas nao considero nem vou considerar cinema.

21 de Fevereiro de 2008 às 19h10
  Cotonete

@kanga

Acho que tá todo mundo curiosíssimo pra saber o que é cinema, na tua opinião.
Eu sinceramente acho que você tá invocando uma sobriedade que NÃO EXISTE na arte. Eu não me senti uma ovelha recebendo estímulos, ou um macaco com giz de cera na mão, enquanto via o filme. Se tu acha que NINGUÉM acha qual vai ser a reação das pessoas, então tu precisa PARAR de bancar o antropólogo. A raça humana TEM senso crítico apurado, mas em situações que oferecem perigo, nós simplesmente agimos por instinto.
Na verdade, eu acho que tu só reclama porque é pão duro e não aceita o fato de ter mais informações na internet, aonde tu tem preguiça de procurar.
Enfim, se você preza TANTO o “cinema”, então tu devia aceitar com a mente aberta esse tipo de filme.

22 de Fevereiro de 2008 às 0h18
  Monsters VS Aliens, nova animação da DreamWorks, homenageia os filmes-catástrofe! | JUDÃO

[...] com o intuito de entreter as exigentes platéias que hoje freqüentam os cinemas — vide Cloverfield. Mas nada como dublês fantasiados de monstros destruindo maquetes em tamanho macro. =D A [...]

12 de Março de 2008 às 10h17
  k12342s

esquece meu primeiro post…o filme era diferente do que eu pensava…gostei muito , um dos melhores filmes que ja vi nos ultimos anos.

13 de Abril de 2008 às 3h38
  Ator de Cloverfield fala sobre possível sequência do filme! | JUDÃO

[...] assisti ao filme, mesmo com Big Barreto e Borbs falando que o filme era chupeta, fui sem esperar porra nenhuma. E foi aí que eu me [...]

18 de Abril de 2008 às 11h44
  Du2

@Kanga , deixa de ser mané e encher a paciencia de quem gostou do filme, se vc não gostou, porque fica perdendo seu tempo postando aki contra o filme ao invés de ir para o post de um filme que vc gostou, se vc não sabe respeitar a opnião alheia fique calado, fica aki só reclamando que outras pessoas gostaram de um filme que vc não gostou, por exemplo, gosto de Lost, não gosto de A Bruxa de Blair mas fiquei muito curioso com o Cloverfield, assisti e achei muito interessante, não digo que é um filmaço porque acho que podia ter mais coisa mas o fato de se ter várias versões possiveis do acontecimento como foi proposto pelo próprio JJ é muito maneiro, não preciso de explicação pro monstro (alguém se lembra do primeiro Predador) o monstro vem do mar?vem do espaço? alguem criou em laboratório? não interessa, o que interessa é que ele está atacando a cidade e tem gente filmando a tentativa de escapar, se vai ter continuação tb não interessa é isso que o JJ quer que aconteça, mistério no ar, por isso se vc tem alguma duvida se vai gostar do filme ou não, baixe na net ou espere o DVD só assim vc não perde seu tempo no cinema.

13 de Agosto de 2008 às 10h11
  Ariely

Eu assisti o filme duas vezes e até agora to boiando no final. Mas peraí, teve final???? Eu não sei ainda se o Rob e a namorada morreram ou ainda estão vivos….é p/ acabar mesmo hein??? Affee…..o filme foi realmente mto bom mas isso que chamaram de final foi patético! ¬¬’

10 de Outubro de 2008 às 18h10
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