No momento em que essa reportagem foi escrita, eu ainda não havia assistido ao filme. Tive duas oportunidades — uma no Brasil, na exibição para a imprensa em São Paulo, mas eu estava entrevistando Robert Downey Jr. no Rio de Janeiro; e uma em Los Angeles, onde fui entrevistar o elenco de “Anjos da Noite: O Despertar”. Lá, porém, não deu tempo, mesmo.

Assistirei ao filme na pré-estreia oficial, no dia 19 de Janeiro. Se bobear, eu até já assisti nesse momento… Mas não vou voltar aqui no Judão pra fazer uma resenha sobre ele. Nossa equipe vai se encarregar de fazer isso. Eu não acho que deva vir falar sobre a minha opinião sobre o filme, depois disso tudo que eu escrevi — e, principalmente, vi.

Se o filme for ruim, paciência. Se for o melhor filme do mundo, ótimo, valeu, obrigado Spielberg por ter descoberto o filme na época de “Caçadores da Arca Perdida”, obrigado Peter Jackson por ter aprendido a ler com com a obra do Hergé! Mas é um fato inegável: essa experiência toda, que acabou logo no dia seguinte às visitas ao set, uma sexta-feira, quando retornei a Los Angeles (e cheguei duas horas antes do que eu saí de Wellington), não só mudou a minha vida pessoal — lembre-se, eu voei de classe executiva! :D — como, principalmente, a minha vida profissional.

Jamais pensei que um dia estaria naquele lugar, com aquelas pessoas, vendo o que eu vi. Jamais. Vi muita coisa legal, tive experiências inexplicáveis com esse meu trabalho, mas até agora, nenhuma superou isso. E sei lá se um dia vai superar.

As Aventuras de Tintim nem sequer estreou, eu ainda não vi. Mas já é o melhor filme do mundo. Obrigado Spielberg, Obrigado PJ, Obrigado Weta… Obrigado. :)

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