As aventuras malucas do Barretão em LA! Te Cuida, Charlie Harper!
Constado dia 24/07/08 às 10h08 em Cinema, Cobertura, TV | Nenhum comentário | 
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Você já deve ter percebido, mas não custa nada avisar: a cobertura especialíssima Judão / SOS Hollywood da Comic-Con 2008 já começou. Neste hotsite feito exclusivamente para o evento (que também serve como um alpha test da nova versão do Judão) você encontrará todas as notícias, entrevistas, imagens, vídeos e coberturas ao vivo dos principais painéis — como o da Fox Film, Watchmen, The Spirit, Heroes, Lost… Tem até um feed exclusivo, se você quiser. =]

Coloque nos seus favoritos e não perca NADA do maior evento Nerd do Universo: www.judao.com.br/comic-con/

Constado dia 23/07/08 às 3h20 em Cinema | 10 Comentários | 
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Só um nome: FRANK MILLER!

Vai ser lindooooooooooo!

Constado dia 22/07/08 às 19h16 em Cobertura, Pessoal | 01 Comentário | 
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Post rapidinho para avisar que dentro de 1 hora, embarco num Amtrak com destino a San Diego.
Amanhã começa a Comic-Con, mas, para mim, a jornada acabou de começar!

O dia de amanhã promete não só pelo início do evento, mas pelo anúncio de várias novidades importantíssimas para o SOS e o Judão!

E seja lá o que São Yoda quiser!

YAY!

Constado dia 20/07/08 às 23h47 em Cinema | 5 Comentários | 
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Tá chegando, pessoal! San Diego Comic-Con 2008! O maior evento do ano vai começar e eu estou pirando com a expectativa!

Várias entrevistas sendo confirmadas. Novidades nérdicas. Os Deuses do Olímpo Nerd presentes num só lugar! Palestra de Kevin Smith! Stan Lee papeando com o povo! Um dia inteiro cheio de coisas de Guerra nas Estrelas - aliás, vou me inscrever para o Trivia de SW, seja lá o que a Força quiser - e, claro, Watchmen que me conquistou com aquele trailer bacanudo publicado no Judão!

Amanhã, mais novidades!
T -3 dias!

EU VOU ENDOIDÃ!

Constado dia 16/07/08 às 20h55 em Artigos, Cinema, Cobertura, Críticas | 31 Comentários | 
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Introduce a little anarchy… Upset the established order… Well, then everyone loses their minds!

LOS ANGELES - Um dia ou um ano. Tanto faz o tempo disponível para escrever essa análise de Batman – O Cavaleiro das Trevas. A tarefa não se torna mais fácil ou menos complexa, não por ser um filme de difícil compreensão ou repleto de mensagens subliminares, muito pelo contrário, justamente por se tratar de um longa-metragem extremamente direto e agressivo. Que deixa o público sem saber como agir depois que o filme acaba. E isso assusta, transtorna e marca o espectador. O personagem pode ter nascido nos quadrinhos, mas pouco resta do herói arquétipo e da estrutura do formato impresso. Tim Burton que me perdoe, continuo adorando seus filmes, mas a história de Batman nos cinemas começa agora!

Mas…e Batman Begins? Christopher Nolan e Christian Bale definiram os novos parâmetros no primeiro filme, sem dúvida, mas ainda restavam traços das HQs. Vilões que precisam ser derrotados em prol do bem maior, um herói definia seus caminhos, tudo ainda era preto e branco. O que não tira os méritos do filme, mas deixa claro que foi uma preparação para a realização de O Cavaleiro das Trevas. É fato. E um filme que precise de um preâmbulo grandioso como Batman Begins não pode ser um produto qualquer. E não é.

Desde Sangue Negro não me deparava com uma trilha sonora tão presente e ameaçadora. Praticamente um personagem independente que apóia o elenco e tem seus momentos de grandeza, mas, como todo grande “astroâ€, sabe quando se retrair e desaparecer completamente. James Newton Howard e Hans Zimmer realizaram algo memorável com a trilha.

Se as composições ameaçam, o que dizer sobre o vilão mais antecipado do ano? O Coringa chamou a atenção desde a escalação de Heath Ledger e dividiu a opinião pública (por pouco tempo, diga-se de passagem) quando suas primeiras imagens foram divulgadas. O estúdio já começava a notar que tinha algo único nas mãos, mas, de repente, Ledger morreu em janeiro, e vários “especialistas†culparam a intensidade do Coringa no incidente. O mito estava criado.

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Sem dúvida, esse vai ser o principal chamariz para a maioria das críticas, pois a morte de Heath Ledger ofusca. Entretanto é inegável o fato de que, vivo ou morto, ele entraria para a história com a interpretação desse Coringa. Ele foi capaz de realizar em apenas um filme o que 90% dos atores de Hollywood gastam a vida inteira tentando: originalidade e transformação total. O ator desapareceu e, em seu lugar, surgiu uma figura que inspira medo e pavor, não apenas por suas próprias ações, mas por conta de uma sociedade que o criou e o tolera.

Diferente de todos os demais filmes sobre o Batman, O Cavaleiro das Trevas não foca no personagem de Bob Kane. Toda a campanha de marketing e o início do filme levam a crer que o elemento principal dessa trama é o Coringa, um assassino maníaco que desconhece limites para suas maquinações. No entanto há Harvey Dent, o novo promotor público de Gotham City. Num trabalho primoroso de Aaron Eckhart (Obrigado por Fumar!), ele destoa como verdadeira esperança para uma cidade aterrorizada pelo crime e, mesmo durante o rompante de violência promovido pelo Coringa, se mantém firme e desafiador.

É nele que os olhos do espectador devem ficar atentos. Um bastião mais importante que o próprio Batman e ideal o suficiente para inspirar gerações. Algo próximo do verdadeiro modelo do herói, sem capa ou superpoderes, apenas um homem comum aceitando a responsabilidade de agir no momento de necessidade. A campanha de marketing sabiamente focou no Coringa para despistar quem resolveu seguir os passos da “incansável caçada do Tenente Gordon ao criminoso†e utilizou Dent como elemento secundário. Ele, ou melhor, a cidade que representa é a verdadeira chave de O Cavaleiro das Trevas.

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Os elementos dos quadrinhos estão lá. Batman, Coringa, Gordon, batsinal e por aí vai. Porém Christopher Nolan fez algo que seus competidores da Marvel não ousaram (Homem de Ferro construiu um herói para a nova geração, cheio de tecnologia, bom-humor e adrenalina; Hulk esmagou, falou, esmagou mais um pouco e ponto). Ele criou um tratado social com seu novo filme, fazendo uma incisão sem anestesia num paciente apático que se vê acuado pela violência retratada no longa-metragem e pouco faz para combatê-la. Ou seja, o filme fala sobre nós. Pessoas. Até mesmo Gordon (em mais um grande trabalho de Gary Oldman) recebe seu quinhão da mazela ao se ver cercado por pessoas corrompidas e paga caro por isso. Não há escapatória se não esboçarmos uma reação.

O Coringa inspira medo e o trabalho de Ledger assusta. É algo visceral e cruel. Diferente da versão memorável de Jack Nicholson, que exibia certo charme e sutileza. Ledger é cru, mais próximo da realidade. Mas nada disso supera suas conquistas perante a população, que comprova sua tese: mesmo os mais nobres podem ser corrompidos. E vai além. Ele corrompe, manobra e entrega o “novo tipo de criminoso†que prometeu nos trailers. O que é mais sintomático: o psicopata assassino ou uma massa gigantesca de pessoas que teme um único homem?

Essa é a tônica de O Cavaleiro das Trevas. Um mergulho em direção aos medos de cada espectador, que é obrigado a imaginar como reagiria às situações extremas provocadas pelo Coringa. Essencialmente, é a jornada do próprio Batman, desde a traumática morte dos pais até a seqüência de relacionamentos infrutíferos. Agora, o Homem-Morcego coloca sua moral e seus conceitos em xeque por conta de seu novo inimigo. Como enfrentar alguém sem limites e manter sua própria sanidade? Christopher Nolan disse ter ficado receoso ao conceber o filme. Agora é possível entender. Fazer algo desse tipo requer muita coragem e causa calafrios em qualquer um.

E o pior de tudo: como tentar dormir em paz depois de ser confrontado com tamanha perturbação e veracidade? Esse é o legado de Heath Ledger, o legado do Coringa, o legado do medo e da genialidade.

Leia crítica do Judão aqui.

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(Por Fábio M. Barreto)

Constado dia 16/07/08 às 20h12 em Cinema | 01 Comentário | 
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Quase meia-noite em Los Angeles. Fim de um longo dia. E também de uma longa espera.

Acabei de retornar da sala IMAX do The Bridge, em Culver City (imagine que moro em Perdizes, em São Paulo, e o cinema fica em Guarulhos), onde assisti a The Dark Knight.

Estou abalado com o filme até agora. O fato de ter assistido numa sala IMAX só piorou a situação, que seria impactante em qualquer formato.

Preciso dormir, então, a crítica fica para amanhã, porém, deixo uma pequena avaliação:

Tenha medo, muito medo. Mas não só do Coringa. Tenha medo também da Humanidade e da forma aterradora como Christopher Nolan recriou o Cavaleiro das Trevas. E qualquer comentário sobre Heath Ledger é redundante, já que ele fez em um filme o que 99% dos atores de Hollywood gasta a vida inteira tentando conseguir.

Bom, até amanhã. E quem não comprou ingresso ainda, está esperando o quê?

Constado dia 11/07/08 às 17h44 em Cinema | 14 Comentários | 
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Por favor, não me xinguem. Não desta vez! =D

Fui assistir ao filme Hellboy II - The Golden Army na última quinta-feira, lá no Arclight, o cinema predileto da Paramount em LA. Puxei papo com um casal que ocupou as poltronas ao meu lado e, convenientemente, o sujeito era editor de som da Fox Film. Até pelo fato de estarmos ali para assistir ao segundo filme do Red, falamos muito sobre Del Toro, O Hobbit e dos outros blockbusters nerds. Até que, por alguma razão, Arquivo X - Eu Quero Acreditar entrou em baila.

Pude notar a cara de desânimo do rapaz e aí veio a confirmação sonora:

“Cara, é ruim. O pessoal ficou até desanimado com reação da exibição. O sujeito do marketing ficou constrangido, sério. Claro que os fãs vão adorar qualquer coisa envolvendo aqueles dois [Mulder e Scully], mas é fraco demais.”

Fiquei cabreiro com o comentário. O cara não me conhece, não tinha razão para inventar história e ainda mais da empresa em que trabalha. E, levando em conta o fato de que ele trabalha com filmes, sai pouco para ir ao cinema e se deu ao trabalho de ir até o cinema para assistir Hellboy 2, não se trata de um espectador qualquer e que tenha problemas com o gênero da FC&F. Será mesmo?

Não sei e não compartilho da opinião, afinal de contas, só poderia dizer algo quando assistir ao filme. Pode não ser absolutamente nada, mas achei legal compartilhar isso com vocês.

Constado dia 09/07/08 às 16h36 em Cinema | 6 Comentários | 
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Derradeiro filme da New Line provoca a discussão: o que é cinema?

A discussão não é nova, mas volta com força por conta da aventura Viagem ao Centro da Terra 3D. Afinal de contas, o que é cinema hoje em dia? Muito mais do que discutir a técnica utilizada em sua realização, deve-se analisar a influência que o formato exerce sobre elementos vitais como roteiro, interpretação e edição. Filmes em 3D são impressionantes? Sim, mas seu custo pode ser artisticamente muito alto. E o longa-metragem estrelado por Brendan Fraser paga caro por sujeitar o conteúdo às demandas de seu formato.

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Constado dia 09/07/08 às 15h44 em Cinema, Cobertura, Críticas | Nenhum comentário | 
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LOS ANGELES - Hello, Stranger (Cher-eum Man-nan Sa-ram-deul, Coréia do Sul, 2007, 113min) começa de modo simples, com tomadas de árvores e uma pequena vila no Vietnã. Alguém grita por uma jovem desesperadamente. Não a encontra, grita seu nome e se cala. Mudamos rapidamente para a Coréia do Sul, onde um grupo de dissidentes do Norte termina seu curso de adaptação ao “novo mundo†do capitalismo e dos hábitos mais evoluídos. E é pela ótica desses imigrantes que o público é apresentado a Seul e à sensação claustrofóbica vivida por uma pessoa que não tem sequer a noção do que é um caixa eletrônico ou uma megastore. Esse filme foi um dos meus destaques do LAFF.

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Constado dia 09/07/08 às 10h45 em Literatura | Nenhum comentário | 
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Fui convidado para participar de um projeto blog/literário há um tempo. Para entender do que se trata. Clique na foto acima e leia o blog, começando pelo primeiro post - de baixo para cima - e siga lendo em ordem cronológica. Claro, tudo começou no Champ. Aqui vai minha contribuição.

For Your Eyes Only

*O relato a seguir é parte do dossiê do caso Villenflusser, atualmente arquivado no departamento de casos não-resolvidos da Scotland Yard, que ainda assombra as autoridades paulistanas, e resgatado dos servidores de um dos antigos serviços de blog brasileiros, encontrado no endereço [censurado para divulgação pública].blogspot.com*

Hoje tive mais um daqueles sonhos. Fiquei preocupada e, sinceramente, não sei o que fazer. Liguei para a Aninha para encontrar apoio, mas nem ela agüenta mais minha tristeza por causa do Maurício. O que será que eu fiz de errado para Deus? Jogar pedra na cruz é pouco, acho que eu roubei o corpo e fui vender os trapos no E-bay da Judéia!

(Não, você fez por merecer e ninguém mais quer te ouvir reclamar da vida. Suas decisões, seu destino. Aprenda a viver com isso.)

Esses pesadelos estão me incomodando, sabe. Não contei para ninguém e nem sei por que estou escrevendo no blog. Ninguém vai ler mesmo. Não sei nem por que me dou ao trabalho de ter um blog. Ai quanta bobagem. Mas continuo triste. Como o Maurício fez isso comigo? Mulher grávida? O que ele esperava? Que eu entendesse tudo? Canalha! E ainda vem querer me dizer que pode explicar e que quer ficar comigo! Filhodap…! Ele … [censurado para divulgação pública] … e me paga!

(Aposto que se ele te colocasse na parede agora você não pensaria duas vezes antes de abrir as pernas e tentar sugar até a alma dele, não é?)

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uv