Não sei, mas senti que vocês não se empolgaram com a estreia de O Legado Bourne. Aliás, não foram só vocês: na bilheteria do fim de semana passado no Brasil, o quarto filme da franquia Bourne foi também o quarto em renda, ficando atrás de Os Mercenários 2, Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros e Paranorman.

No entanto, o que importa para a Universal é que o filme foi bem na bilheteria estadunidense – por lá rendeu mais de US$ 45 milhões. Por isso, de acordo com o The Hollywood Reporter, o CEO da NBCUniversal Steve Burke comentou em uma conferência para investidores que a empresa irá investir mais nas franquias que possui, além de botar mais grana em animações. Ele ainda completou que esse investimento em franquias será visto no futuro lançamento de Velozes Seis, em mais filmes da franquia Bourne e no lançamento de Ted 2 o “mais rápido possível”.

É, você leu certo, Ted 2.

Pelo contexto do que foi dito, pelo resultado de O Legado Bourne na bilheteria nos EUA e pelo gancho deixado no final do novo filme, é praticamente certo que o quinto longa-metragem de Bourne será mais uma vez estrelado pelo Jeremy Renner e possivelmente dirigido novamente pelo Tony Gilroy. Dificilmente Matt Damon irá voltar, já que ele condicionou isso ao retorno do diretor Paul Greengrass.

No final das contas, um Bourne 5 (A Traição de Bourne, de eles seguirem os nomes dos livros) pode até fazer bem para franquia. Um dos grandes problemas de O Legado Bourne, como já comentei, é que o filme se prende muito aos anteriores, principalmente ao terceiro. Agora, em um novo longa-metragem, a história poderia caminhar sozinha, sem amarras e deixando os espectadores menos confusos com tantas pequenas referências aos filmes passados.

É, até que não é uma notícia ruim.

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