Se você é leitor de JUDÃO e não tem repugnância por mangás/animes e etc (sim, conheço casos de gente assim!) então, com certeza absoluta você já deve pelo menos ter ouvido falar de Shingeki No Kyojin ou simplesmente Attack on Titan. Quando teve o boom do anime e tudo mais, chegamos a falar sobre ele e todo o hype que gerou.

Pôster feito por um fã, só pra dar um gostinho ;)

Pôster feito por um fã, só pra dar um gostinho ;)

Caso não saiba do que se trata, imagine você um mundo pós-apocalíptico meio steampunk, onde as pessoas vivem em cidades cercadas por muralhas imensas e além dos muros vivem gigantes comedores de gente. De tempos em tempos os gigantes atacam, por isso há uma força militar especializada em combatê-los e em promover missões de pesquisa além da segurança das muralhas.

A história começa no dia que um gigante muito maior que os outros (e maior que a muralha) surge do nada e destrói parte do muro, provocando uma invasão de gigantes. O mais legal é que os humanos não sabem porríssima nenhuma sobre os monstros!

Com certeza você deve ter achado a premissa pelo menos interessante e com certeza você deve achar que isso rende um filme bem legal. Os japas também acham e, pelo visto, agora vai rolar mesmo!

Arte conceitual produzida pro filme mostrando as muralhas

Arte conceitual produzida pro filme mostrando as muralhas

O site oficial da produção anunciou que as filmagens devem começar por volta do verão de 2014, pra lançar o filme em 2015. O diretor é Shinji Higuchi que já trabalhou como diretor de efeitos especiais em Neon Genesis Evagelion e como diretor assistente no excelente Royal Space Force: The Wings of Honnêamise. Yuusuke Watanabe (Dragon Ball Z: A Batalha dos Deuses) escreve o roteiro.

Não dou mais do que um ano pra aparecer algum estúdio americano interessado nos direitos de Attack on Titan e, honestamente, acho que é o tipo de filme que ficaria melhor em Hollywood. Primeiro que os efeitos especiais lá da Terra do Sol Nascente não são lá essas coisas todas, segundo que é capaz deles perderem a mão no ritmo, do mesmo jeito que fizeram no anime. E antes que apareça alguém esculachando porque seria falado em inglês e sem elenco inteiramente asiático, pare e pense 2 segundos: só tem uma personagem central japa na bagaça, que é a Mikasa, o restante dos personagens são todos meio que europeus.

De qualquer, forma vamos ver como é que fica a versão “original”. Se eles conseguirem ao menos chegar perto da qualidade de Rurouni Kenshin já tá valendo bastante!

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